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Seguros Promo Blog Assistente de Viagem Quanto custa um intercâmbio na Europa (2026): guia completo

Quanto custa um intercâmbio na Europa (2026): guia completo

Veja quanto custa um intercâmbio na Europa. Saiba quais são os melhores destinos do continente, como economizar na viagem e muito mais.

Quanto custa um intercâmbio na Europa é, provavelmente, a pergunta que você já pesquisou umas três vezes e continua sem uma resposta. 

Boa parte dos conteúdos na internet fala em “a partir de R$ X mil”, sem dizer o que esse valor inclui, e é aí que o planejamento desmorona antes mesmo de começar.

A realidade bate na porta quando você soma a matrícula da escola, percebe que as passagens aéreas das companhias low-cost de €15 viraram lenda e descobre que a crise imobiliária transformou a busca por um quarto em um teste de resistência. 

Para tirar o projeto do papel, o investimento transita entre R$ 15.000 para um mês de imersão e ultrapassa os R$ 65.000 se o plano envolve passar mais de seis meses estudando e trabalhando.

Quatro variáveis determinam a maior parte desse número: o destino, a duração, o modelo de moradia e a possibilidade de geração de renda. 

Este guia detalha cada um desses fatores com valores reais, e ainda te mostra onde a maioria das pessoas perde dinheiro sem perceber. Veja só!

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Índice

Proteja seu intercâmbio antes de embarcar!

O seguro viagem é obrigatório para entrar nos países-membros do Tratado de Schengen e, ao contrário do que muita gente pensa, ele não precisa custar caro. 

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Quanto custa fazer um intercâmbio na Europa nos principais países?

Cada canto do continente cobra um preço proporcional ao estilo de vida e às oportunidades que oferece. Não dá para colocar no mesmo patamar a rotina inflacionada de Londres e o custo de vida mais brando do interior da Espanha. 

Vamos mostrar os números e cenários reais de 2026 para cada um dos destinos mais procurados pelos brasileiros:

Intercâmbio na Irlanda

A Irlanda está no topo da lista de desejos pelo visto Stamp 2, que permite trabalhar legalmente por até 20 horas semanais durante as aulas. 

Mas as regras de comprovação financeira mudaram: é preciso comprovar uma reserva de no mínimo €6.668 na imigração

Somando a taxa governamental, o seguro governamental obrigatório e um curso padrão de 25 semanas, o investimento inicial fica na casa dos R$ 63.000 a R$ 65.000.

A grande armadilha por lá é o mercado imobiliário caótico de Dublin. Muitos estudantes se frustram ao descobrir que vão passar as primeiras semanas em hostels caros tentando achar uma vaga em quartos compartilhados. 

Uma alternativa inteligente que muitos intercambistas estão adotando é mirar em cidades irlandesas secundárias como Cork, Galway ou Limerick, onde a concorrência por moradia e emprego é um pouco menos predatória. 

Custos estimados para 2026:

  • 1 mês de curso: em torno de R$ 17.400, incluindo taxas iniciais e acomodação temporária.
  • 6 meses de curso: entre R$ 63.000 e R$ 65.000 para cobrir o curso e a comprovação exigida pelo governo.
  • Custo de vida mensal: de €1.000 a €1.300 (de R$ 6.000 a R$ 7.800).

Intercâmbio na Inglaterra

Estudar na terra do rei exige um planejamento financeiro robusto, pois a libra esterlina segue pesada para os brasileiros. 

Além disso, o Reino Unido impõe regras duríssimas pós-Brexit, e os vistos de intercambistas não dão direito a trabalhar de forma alguma. 

Um curso de um mês em Londres, somando despesas básicas e alimentação, dificilmente sairá por menos de R$ 20.000

O custo de vida mensal de um estudante na capital britânica fica em torno de R$ 4.800, sem embutir o valor do aluguel na conta.

Para economizar de verdade, a estratégia de ouro é fugir da capital. Outras cidades inglesas como Manchester e Liverpool entregam a mesmíssima imersão cultural britânica com um custo de vida geral até 35% menor em transporte e habitação.

Custos estimados para 2026:

  • 1 mês de curso: chega facilmente aos R$ 20.000 em Londres com despesas básicas de subsistência.
  • 6 meses de curso: R$ 21.700 a R$ 34.000 de investimento no curso.
  • Custo de vida mensal: em torno de R$ 4.800 para gastos cotidianos (alimentação, passes de metrô/ônibus e utilidades), sem contar o valor do aluguel.

Intercâmbio na Espanha

Se você quer fugir do inverno congelante do norte europeu e busca um ambiente com menor fricção cultural, a Espanha desponta como uma das melhores opções de intercâmbio na Europa. 

É possível encontrar pacotes mensais variando entre R$ 10.000 e R$ 21.000, e o custo de vida diário espanhol é significativamente mais em conta do que na França ou no Reino Unido.

Evite a tentação de se fixar apenas nos eixos óbvios de Madri ou Barcelona. Cidades espanholas com forte tradição universitária, como Salamanca e Granada, oferecem aluguéis muito mais justos e uma imersão cultural absurdamente mais autêntica.

Custos estimados para 2026:

  • 1 mês de curso: R$ 10.000 a R$ 14.000 para programas intensivos de idioma e imersão cultural.
  • 6 meses de curso: R$ 25.000 a R$ 48.000, oscilando de acordo com a reputação da escola e a localização do campus.
  • Custo de vida mensal: de €800 a €1.100 (cerca de R$ 4.800 a R$ 6.600).

Intercâmbio em Portugal

Portugal atrai pelo acolhimento e pela ausência da barreira linguística inicial, além do enorme facilitador que é a aceitação da nota do ENEM por mais de 50 instituições de ensino superior do país. 

Um mês de intercâmbio custa a partir de R$ 15.000, e as passagens aéreas partindo do Brasil costumam apresentar os melhores valores para o continente europeu, ficando em torno de R$ 2.200 se compradas com boa antecedência.

Porém, Lisboa e Porto enfrentam uma crise de gentrificação severa em 2026. 

Um quarto individual bem-localizado pode custar quase o mesmo valor que em cidades alemãs. Vale expandir os horizontes para cidades portuguesas universitárias como Minho, Coimbra ou Aveiro.

➤ Veja também: Como estudar em Portugal

Custos estimados para 2026:

  • 1 mês de curso: R$ 8.000 a R$ 15.000, é um dos destinos mais baratos para estudantes na Europa.
  • 6 meses de curso: R$ 35.000 a R$ 50.000, dependendo se o foco for uma certificação de idioma específica ou taxas de faculdade/politécnico.
  • Custo de vida mensal: de €900 a €1.200 (R$ 5.500 a R$ 7.200), sofrendo forte pressão do preço dos imóveis nas áreas metropolitanas.

Intercâmbio na Alemanha

A Alemanha reserva uma excelente surpresa para quem mira o ensino superior: a grande maioria das universidades públicas cobra apenas taxas administrativas semestrais (o Semesterbeitrag), em torno de €300, e incluem passe livre para o transporte público. 

Para quem vai focar inicialmente em escolas privadas de idiomas, o custo mensal oscila entre R$ 15.000 e R$ 20.000.

O desafio é a Sperrkonto. Para conceder o visto de estudante de longa duração, o governo alemão exige o depósito de €974 para cada mês que você pretende ficar no país. 

Esse dinheiro fica travado e é liberado em parcelas mensais para você se sustentar. 

Custos estimados para 2026:

  • 1 mês de curso: R$ 15.000 a R$ 20.000 em escolas privadas de idiomas focadas em nivelamento rápido.
  • 6 meses de curso: R$ 30.000 a R$ 45.000 em cursos de línguas continuados de longa duração.
  • Custo de vida mensal: obrigatoriamente fixado em €974 (R$ 5.850) para cumprir a exigência legal de saque mensal da conta bloqueada do visto.

Intercâmbio na França

Desejada pelo prestígio inquestionável nas áreas de gastronomia, artes e negócios, a França oferece ótimas vantagens governamentais aos estudantes estrangeiros. 

Um mês de curso no país flutua entre R$ 10.400 e R$ 21.000, dependendo da instituição. 

Morar em Paris consome o orçamento de forma veloz, a estimativa de gastos mensais básicos fica perto de R$ 4.900, excluindo a moradia.

O grande diferencial francês para aliviar as contas é o CAF (Caisse d’Allocations Familiales), um subsídio habitacional do governo que devolve uma porcentagem do valor do aluguel diretamente para a conta de estudantes, inclusive estrangeiros. 

Custos estimados para 2026:

  • 1 mês de curso: R$ 10.400 a R$ 21.000, com forte variação entre escolas de província e os institutos tradicionais da capital.
  • 6 meses de curso: R$ 30.000 a R$ 50.000 para programas acadêmicos estruturados de média duração.
  • Custo de vida mensal: próximo de R$ 4.900, sem embutir o valor bruto do aluguel.

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    Qual a duração ideal para um intercâmbio na Europa?

    Não existe resposta universal. A duração certa depende de três coisas: o seu nível atual do idioma, o quanto você pode investir e o que você espera levar de volta para o Brasil.

    Quem já tem inglês intermediário e quer destravar a fala, pode tirar bom proveito de um mês intensivo. O problema é que um mês não muda o idioma. Você sai falando melhor do que entrou, mas ainda longe da fluência. Funciona como imersão de reforço.

    Três meses já entregam uma evolução real e perceptível. É tempo suficiente para sair do modo “tradução mental” e começar a pensar no idioma, especialmente se você não ficar rodeado de brasileiros o tempo todo.

    Seis meses ou mais é a única duração que entrega fluência com consistência, e também a única que abre a possibilidade de trabalhar legalmente (o que, em países como Irlanda e Malta, viabiliza que o intercâmbio se pague parcialmente). 

    • 1 mês: reforço, imersão rápida, ideal para quem já tem base sólida
    • 3 meses: evolução real e perceptível, boa relação custo-benefício por mês
    • 6 meses ou mais: fluência funcional, possibilidade de trabalho, transformação real

    Quanto custa fazer intercâmbio na Europa: tabela de custos por duração (2026)

    Os valores abaixo são referências para 2026 e incluem curso + acomodação base + taxas administrativas. 

    Passagens aéreas, gastos pessoais diários e comprovação financeira para visto não estão incluídos:

    País 4 semanas 12 semanas 24+ semanas
    Irlanda R$ 9.500 – R$ 13.000 R$ 14.600 – R$ 23.000 R$ 24.800 – R$ 43.000
    Inglaterra R$ 10.000 – R$ 12.000 R$ 14.000 – R$ 19.000 R$ 21.700 – R$ 34.000
    Malta R$ 5.100 – R$ 9.700 R$ 10.000 – R$ 12.000 R$ 17.200 – R$ 27.000
    Portugal R$ 8.000 – R$ 15.000 R$ 15.000 – R$ 20.000 R$ 35.000 – R$ 50.000
    Espanha R$ 10.000 – R$ 14.000 R$ 15.000 – R$ 27.000 R$ 25.000 – R$ 48.000
    Alemanha R$ 15.000 – R$ 20.000 R$ 20.000 – R$ 30.000 R$ 35.000 – R$ 55.000
    França R$ 10.400 – R$ 21.000 R$ 18.000 – R$ 32.000 R$ 28.000 – R$ 52.000

    Malta merece destaque especial

    Malta é o destino com custo de curso mais baixo da Europa, localizado no Mediterrâneo e no Espaço Schengen. 

    Para quem tem orçamento mais restrito e quer uma experiência europeia, com viagens baratas para Itália, Sicília e Espanha, Malta é certeira.

    Dicas para economizar no seu intercâmbio pela Europa

    Poupar dinheiro em uma viagem internacional de estudos exige mais inteligência estratégica do que simplesmente cortar itens básicos ou cozinhar arroz com ovo todos os dias. 

    O segredo está nas decisões tomadas meses antes do embarque.

    A escolha do calendário é o primeiro grande divisor de águas

    Evite a todo custo desembarcar para a Europa entre os meses de junho e agosto, o auge do verão europeu

    Nesse período, os preços de passagens aéreas dobram, os alojamentos ficam lotados e as salas de aula das escolas ficam saturadas. 

    Optar por meses de transição outonal ou primaveril, como maio ou setembro, garante tarifas muito mais econômicas e um suporte pedagógico bem mais próximo dos professores.

    Evite casas de câmbio de aeroportos e cartões de crédito tradicionais

    Na gestão do dinheiro do dia a dia, passe bem longe das casas de câmbio físicas de aeroportos e dos cartões de crédito dos bancos tradicionais emitidos no Brasil, que cobram taxas administrativas abusivas e IOF alto. 

    Adote contas digitais internacionais com cartões de débito globais, como Wise e Nomad. Elas operam com o câmbio comercial e taxas operacionais mínimas.

    Elimine o intermediário e não dependa de agência

    Se você tiver disposição, entre em contato e feche diretamente com a secretaria das escolas europeias. Isso elimina as comissões das agências, que costumam pegar de 25% a 30% do valor total do curso. 

    Contudo, esteja ciente de que, ao optar por esse caminho, toda a burocracia de juntar documentos, preencher formulários de visto e resolver problemas de matrícula com a imigração ficará sob sua responsabilidade.

    Defina o destino certo para não se arrepender

    O erro de quem começa a pesquisar é mirar nos destinos mais cotados: Dublin, Londres, Paris e Barcelona. 

    O resultado? Você concorre com o mundo inteiro por um teto e acaba pagando uma fortuna por acomodações precárias.

    Cidades de médio porte com forte tradição acadêmica entregam a mesmíssima qualidade de ensino, mas com um custo de vida mais baixo.

    • Espanha: troque Madri ou Barcelona por Salamanca ou Granada. O aluguel cai drasticamente e a vida cultural estudantil é pulsante.
    • Inglaterra: esqueça os custos proibitivos de Londres. Cidades como Liverpool e Leeds oferecem custo de vida até 35% menor.
    • Irlanda: em vez de enfrentar o saturado mercado de Dublin, considere Cork ou Galway.

    Compare o custo real das cidades (e não apenas o país)

    Não caia no mito de que “país X é barato e país Y é caro”. A diferença financeira acontece no nível municipal

    Viver na capital de um país supostamente econômico pode custar o dobro do que morar no interior de um país considerado caro.

    Antes de fechar qualquer contrato, avalie: 

    • A taxa real de vacância imobiliária e o preço médio dos quartos; 
    • O custo do passe mensal de transporte público; 
    • A facilidade de acesso a mercados; 
    • O volume de vagas de emprego de meio período para estrangeiros na região.

    Garimpe bolsas de estudo e mobilidade 

    Muitos estudantes assumem que bolsas de estudo são exclusivas para gênios acadêmicos e desistem antes de tentar. 

    A realidade é que dezenas de oportunidades de mobilidade expiram todos os anos por pura falta de candidatos qualificados.

    Fique de olho nos editais do Erasmus+ (para quem já está vinculado a alguma instituição) e nos programas globais do Santander Universidades (como a bolsa Ibero-Americana ou Top España).

    Não feche contratos de moradia de longo prazo estando no Brasil

    Este é o erro mais perigoso e o caminho mais rápido para cair em golpes no Facebook ou se frustrar com acomodações precárias. 

    Fotos de internet aceitam tudo, mas a realidade das moradias estudantis pode incluir mofo, aquecimento quebrado e localizações perigosas.

    Reserve apenas de uma a duas semanas de acomodação temporária (hostel, Airbnb ou a própria residência da escola) para o período da sua chegada. 

    Use os primeiros dias no destino para visitar os imóveis e negociar os valores. Isso protege seu bolso contra fraudes.

    Entenda a realidade do trabalho de meio período

    Se o seu plano envolve estudar e trabalhar (como na Irlanda ou em Malta), vá com os pés no chão. O mercado de trabalho acolhe os estudantes, mas o processo não é instantâneo.

    Em Dublin, por exemplo, você pode passar semanas esperando a emissão do seu cartão de residência (IRP) e do número de segurança social (PPSN) antes de poder assinar qualquer contrato legal.

    Use e abuse dos privilégios do seu cartão de estudante

    A carteira de estudante na Europa é quase um superpoder de economia e vai muito além de pagar meia-entrada no cinema. O continente é estruturado para subsidiar a vida de quem estuda.

    Fique atento aos descontos:

    • Transporte: passes mensais de metrô e ônibus costumam ter descontos que passam de 50% para quem comprova matrícula estudantil.
    • Alimentação: na França, use os restaurantes universitários (Resto U) para fazer refeições completas e nutritivas por pouco mais de € 3,30. Na Espanha, busque o menú del día.
    • Cultura: grandes museus têm entrada gratuita para estudantes residentes na Europa em horários específicos ou faixas etárias selecionadas.

    Monte uma reserva de emergência

    O planejamento financeiro perfeito é aquele que prevê que as coisas vão dar errado. 

    Mudanças imprevistas, flutuações agressivas no câmbio, emergências médicas ou a demora para conseguir um emprego podem desestabilizar quem tem o dinheiro contado.

    Além de todo o valor estimado para o curso, passagens e comprovação de visto, mantenha guardado um montante equivalente a pelo menos dois meses de custo de vida local

    Isso impede que você tome decisões desesperadas por pressão financeira.

    Quanto custa a documentação e os vistos para intercâmbio na Europa?

    Organizar a papelada com antecedência evita qualquer surpresa na imigração. 

    Para os países do Espaço Schengen, a entrada de brasileiros para turismo ou cursos de curta duração requer a comprovação de que você tem estrutura para a viagem. 

    Veja a lista de documentos:

    Passaporte válido: deve ter validade mínima de 3 meses após a data planejada para a saída do território europeu.

    • Autorização ETIAS: a permissão eletrônica de viagem que passou a ser obrigatória para brasileiros isentos de visto tradicional. A solicitação é feita online antes do embarque.
    • Seguro-viagem obrigatório: apólice com cobertura mínima de €30.000 para assistência médica e hospitalar, válida por todo o período da estadia.
    • Comprovação financeira: extratos bancários recentes ou cartões de crédito que comprovem recursos para se manter (a média exigida varia entre €70 e €90 por dia, dependendo do país).
    • Passagem de retorno: bilhete aéreo emitido com a data de volta ao Brasil ou de saída da zona Schengen dentro do limite de 90 dias.
    • Comprovante de acomodação: reserva de hotel, reserva de imóvel por temporada ou carta-convite oficial se for se hospedar na casa de terceiros.
    • Visto de longa duração (se aplicável): se o plano de estudos ultrapassar 90 dias, o visto específico deve ser solicitado e emitido no Brasil, antes da viagem.

    Exigências fora do Espaço Schengen

    Países que não fazem parte do acordo Schengen possuem regras e controles de fronteira totalmente independentes, exigindo atenção caso seu roteiro inclua paradas neles:

    • Reino Unido: para visitas de até 6 meses, não é necessário visto, mas é obrigatório solicitar o ETA antes de viajar. O processo é feito por aplicativo oficial, custa £20 e vincula a autorização digitalmente ao seu passaporte.
    • Irlanda: também não exige visto prévio para turismo de até 90 dias. Para intercâmbio de longa duração, o visto de estudante (Stamp 2) exige matrícula em uma escola da lista ILEP, seguro saúde e comprovação de fundos de no mínimo €6.665.

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      O que saber antes de contratar o seguro viagem

      Nenhum intercâmbio começa bem se você aterrissar na imigração europeia sem seguro viagem. 

      O Tratado de Schengen exige cobertura mínima de € 30.000 em despesas médicas e hospitalares. Quem não apresenta pode ser barrado e deportado.

      Além da obrigatoriedade, os custos médicos na Europa justificam o investimento: uma internação de três dias passa de € 10.000. 

      Com um seguro, esse custo é zero. Sem ele, é uma dívida que pode demorar anos para pagar.

      ➤ Para intercâmbios longos, há um detalhe que muita gente não sabe: alguns países, como Alemanha e Irlanda, exigem comprovação de seguro saúde específico para o visto de estudante, separado do seguro viagem turístico. Ou seja, é importante verificar as exigências do país de destino ao fechar o plano.

      Quanto custa um seguro viagem para intercâmbio na Europa?

      Geralmente, a partir de R$ 10 a R$ 12 por dia para uma cobertura de € 30.000. 

      Para intercâmbios de seis meses, planos com cobertura mais robusta (€ 60.000 ou mais) saem entre R$ 1.800 e R$ 3.500 no total. A diferença de preço para o plano básico costuma ser pequena o suficiente para não fazer sentido economizar aqui.

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      Perguntas frequentes sobre quanto custa um intercâmbio na Europa

      Antes de fechar o orçamento, vale olhar para as dúvidas que todo intercambista tem, mas nem sempre encontra respondidas de forma direta:

      Quanto custa fazer intercâmbio na Europa?

      Depende do país, da duração e do estilo de vida. Em 2026, os valores totais variam de R$ 15.000 (um mês em Malta ou Portugal) a R$ 70.000+ (seis meses na Inglaterra ou França com padrão de vida confortável). 

      1 mês de intercâmbio vale a pena?

      Vale, mas com expectativa certa. Um mês de imersão melhora a fluência, destrói bloqueios na fala e aumenta a confiança. Contudo, como ponto de partida para quem está no básico, o retorno é limitado. 

      Quais são os destinos para fazer intercâmbio com 10 mil reais?

      Com R$ 10.000 disponíveis para o programa (sem passagem), esse valor cobre o curso de um mês em Malta com hospedagem básica, mas não a passagem nem os gastos pessoais. Fora da Europa, África do Sul e Argentina são as melhores opções.

      Qual país tem o intercâmbio mais barato na Europa?

      Malta lidera em custo, e tem a vantagem de pertencer ao Espaço Schengen, o que permite viagens por toda a Europa sem fronteiras. Portugal vem logo atrás, com o diferencial da língua para brasileiros e passagens baratas a partir do Brasil. 

      Preciso de visto para intercâmbio na Europa?

      Depende da duração. Brasileiros não precisam de visto para estadias de até 90 dias nos países da Zona Schengen. Para intercâmbios acima de 90 dias, o visto é obrigatório, com exigências específicas em cada país.


      Saiba mais sobre intercâmbio:

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