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Seguros Promo Blog América do Sul O que fazer em Bariloche (2026): guia completo com atrações!

O que fazer em Bariloche (2026): guia completo com atrações!

Veja o que fazer em Bariloche. Saiba como aproveitar a cidade em qualquer época do ano Confira as melhores atrações e outras dicas.

Veja o que fazer em Bariloche durante a sua viagem de turismo na Argentina!

Localizada no norte da Patagônia Argentina, San Carlos de Bariloche ocupa uma posição singular no turismo sul-americano. 

A cidade reúne centros de esportes de inverno, lagos navegáveis, trilhas, boa gastronomia e uma infraestrutura turística madura

Este guia foi desenvolvido para responder, de forma objetiva e aprofundada, às principais dúvidas de quem vai visitar a cidade, sugestões de roteiros por duração da viagem, experiências menos óbvias e dicas práticas para planejar cada detalhe com segurança.

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Índice

Viaje com tranquilidade desde o planejamento

Antes de saber o que fazer em Bariloche, você precisa garantir a tranquilidade e segurança do seu passeio. 

Afinal, estamos falando de um destino com muitos atrativos naturais, e um acidente sem a devida ajuda pode acabar com o seu passeio.

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Por que visitar Bariloche?

Bariloche não é um destino de uma só estação. A cidade se reorganiza ao longo do ano, alterando sua dinâmica conforme a presença ou ausência de neve, o volume de turistas e o tipo de atividade predominante. 

O destino fica às margens do Lago Nahuel Huapi e rodeado pelos Andes, sendo a porta de entrada perfeita para parques nacionais, vilas andinas e rotas cênicas que conectam diferentes regiões da Patagônia. 

O município também concentra uma das maiores estruturas turísticas da Argentina fora de Buenos Aires, com aeroporto internacional, rede hoteleira diversificada e oferta ampla de serviços.

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    Clima e estações do ano em Bariloche

    A leitura correta do clima é determinante para definir o roteiro na cidade, mas não se preocupe, porque há muito o que fazer em Bariloche em qualquer época do ano. Saiba como são as diferentes estações na região:

    • Inverno: as temperaturas frequentemente ficam negativas e a neve passa a integrar a paisagem urbana e os cerros. 
    • Verão: os dias são longos, com máximas que podem ultrapassar os 25°C, favorecendo trilhas, navegação e deslocamentos mais longos.
    • Outono e primavera: funcionam como períodos de transição, quando a cidade opera com menor fluxo turístico, preços mais acessíveis e lindas paisagens.
    Estação Período Temperaturas Características principais Indicado para
    Inverno Junho a setembro -5°C a 10°C Presença de neve, cerros operando, dias mais curtos e alta ocupação turística, especialmente em julho Viagens focadas em inverno
    Primavera Outubro a novembro 5°C a 18°C Degelo gradual, paisagem em transição, menor fluxo de turistas e retomada de trilhas e passeios ao ar livre Quem busca preços mais equilibrados e cidade menos cheia
    Verão Dezembro a fevereiro 10°C a 28°C Dias longos, clima seco, trilhas liberadas, atividades nos lagos e maior mobilidade para bate-voltas Viagens sem frio intenso
    Outono Março a maio 5°C a 20°C Mudança nas cores da vegetação, redução do fluxo turístico e clima mais estável Viagens fora de alta temporada

    O que fazer em Bariloche no inverno

    Durante o inverno, Bariloche se torna o principal polo de neve da América do Sul

    No entanto, o roteiro não se limita ao esqui, e é perfeitamente possível organizar a viagem sem atividades esportivas intensas. Veja nossas dicas:

    1. Cerro Catedral e o centro de esqui

    O Cerro Catedral é uma montanha em Bariloche, onde está a principal estação de esqui da cidade, com mais de 100 km de pistas distribuídas por diferentes níveis de dificuldade.

    A estrutura inclui teleféricos, escolas especializadas, aluguel de equipamentos, restaurantes e áreas exclusivas para iniciantes. 

    Mesmo fora das pistas, o complexo funciona como um centro de serviços, com vilas comerciais e hotéis integrados.

    Quanto custa ir ao Cerro Catedral?

    Na tabela a seguir, você confere os valores médios para acesso ao Cerro Catedral. Os valores são apenas para referência e estiveram válidos em 2025. 

    Os preços da temporada de 2026 ainda não foram divulgados.

    Tipo de custo Valor em pesos argentinos (ARS) Referência aproximada em reais (R$) O que inclui / observação
    Passe de esqui (1 dia completo) 115.000 ARS R$ 550 Acesso às pistas e elevadores de esqui e snowboard (temporada de inverno)
    Passe de elevadores / dia (para pedestres) 36.000 ARS R$ 170 Subida de teleférico e cadeirinhas apenas para vistas e atividades na neve (sem esquiar)
    Passe de elevadores (teleférico no verão) 30.000 ARS R$ 180 Acesso aos teleféricos durante a temporada de verão (sem acesso às pistas de esqui)
    Aluguel de equipamento completo (esqui ou snowboard) 25.000 ARS / dia R$ 150 Esquis ou snowboard, botas e bastões (valores variam conforme a loja)
    Roupa (jaqueta, calça, luvas etc.) 15.000 ARS / dia R$ 90 Pode ser alugada em lojas no centro de Bariloche ou na base do Cerro
    Capacete (opcional) 5.000 ARS / dia R$ 30 Recomendado para maior segurança nas pistas
    Óculos de proteção (opcional) 3.000 ARS / dia R$ 18 Item de proteção adicional contra vento e reflexo da neve
    Transporte (ônibus linha 55) 2.000 ARS R$ 12 Ida ao Cerro Catedral saindo do centro de Bariloche
    Transporte (Uber / táxi / remise) 30.000–40.000 ARS R$ 180–240 Opção mais rápida e confortável que o ônibus
    Estacionamento na base (opcional) 5.000 ARS R$ 30 Estacionamento por dia na base do Cerro

    2. Piedras Blancas e parques de neve

    Piedras Blancas é um parque de neve situado a apenas 5 km do centro de Bariloche, no Cerro Otto, recomendado para toda a família e visitantes sem experiência prévia

    O Parque Piedras Blancas oferece atividades como tubing, trenós e circuitos recreativos na neve, além de uma área infantil, uma tirolesa e um safári fotográfico em trenós puxados por motos de neve.

    Quanto custa ir a Piedras Blancas

    Descubra quanto você precisa desembolsar para curtir o complexo Piedras Blancas:

    Item / Serviço Preço em ARS
    (Pesos Argentinos)
    Referência aproximada em R$ O que está incluído
    Ingresso básico no parque 75.000 ARS R$ 350 Entrada, acesso às pistas principais de esquibunda e teleférico básico (sem traslados)
    Excursão com transporte + ingresso 126.000 ARS R$ 590 Ingresso, transporte saindo de Bariloche e acesso a pistas de trenó com ascensos de teleférico
    Excursão completa com traslado + trenó (opção premium) 208.800 ARS R$ 980 Transporte (ida e volta), entrada ao Piedras Blancas, trenó e ascensos incluídos

    3. Circuito Chico no inverno

    No inverno, o Circuito Chico ganha uma leitura diferente. 

    Lagos parcialmente congelados, bosques cobertos de neve e menor visibilidade em determinados trechos alteram o ritmo do passeio, que passa a ser mais contemplativo.

    O mirante do Cerro Campanario, quando acessível, oferece uma das imagens mais bonitas da estação.

    Ingresso Cerro Campanario (Teleférico): 10.000 – 15.000 ARS.

    4. Chocolaterias e cafés

    O inverno também intensifica a relevância do centro urbano, tornando qualquer passeio muito mais saboroso. 

    As chocolaterias artesanais da Calle Mitre, cafeterias de estilo alpino e restaurantes especializados em fondues e pratos à base de queijo tornam-se parte central do roteiro diário.

    O que fazer em Bariloche no verão

    Sem neve, ainda há muito o que fazer em Bariloche no verão.

    Mesmo na estação mais quente, o destino revela uma geografia que permite deslocamentos longos por estradas cênicas, trilhas de montanha e áreas de uso público do Parque Nacional Nahuel Huapi:

    1. Trilhas e caminhadas de montanha

    O verão é o período mais indicado para trilhas como o Cerro Campanario a pé, o Refúgio Frey e o Cerro López

    Essas rotas exigem preparo físico moderado a alto, sinalização adequada e atenção às condições climáticas, que podem mudar rapidamente mesmo em dias quentes. 

    Se possível, contrate um guia para te acompanhar na aventura.

    2. Atividades no Lago Nahuel Huapi

    Com águas frias durante todo o ano, o lago Nahuel Huapi passa a ser utilizado para caiaque, stand-up paddle e passeios embarcados. 

    Praias como Playa Bonita e Bahía Serena funcionam como áreas de descanso, observação da paisagem e, se você tiver coragem, banhos refrescantes.

    3. Cervejarias artesanais e áreas abertas

    A herança centro-europeia de Bariloche se reflete na produção de cervejas artesanais, muitas delas instaladas em áreas afastadas do centro. 

    No verão, esses espaços operam com áreas externas, refeições leves e circulação mais livre. São uma boa opção para recarregar as energias entre uma trilha e outro passeio.

    O que fazer em Bariloche em qualquer época

    Alguns pontos turísticos de Bariloche mantêm relevância independentemente da estação, seja pela infraestrutura, seja pelo valor histórico ou paisagístico.

    • 1. Circuito Chico e Cerro Campanario: o Circuito Chico é um percurso circular que sintetiza a geografia da região, conectando lagos, bosques, hotéis históricos e mirantes. O Cerro Campanario, acessível por teleférico ou trilha, oferece visão panorâmica de lagos como Moreno, El Trébol e Nahuel Huapi.
    • 2. Cerro Otto e a confeitaria giratória: o Cerro Otto funciona como mirante urbano, com acesso facilitado e uma confeitaria giratória que completa uma volta completa em aproximadamente 20 minutos. O local também abriga trilhas curtas e áreas para recreação na neve durante o inverno.
    • 3. Centro Cívico e Museu da Patagônia: o Centro Cívico concentra edifícios administrativos, museus e espaços culturais. O Museu da Patagônia, por sua vez, apresenta exposições sobre povos originários, formação geológica e história regional, oferecendo contexto para além das paisagens naturais.
    • 4. Isla Victoria e Bosque de Arrayanes: o passeio lacustre até a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes é um dos mais procurados da região. A navegação parte de Puerto Pañuelo e inclui trilhas curtas, áreas de preservação e passarelas elevadas em meio aos bosques.

    O que fazer em Bariloche além da neve

    Muita gente associa Bariloche quase exclusivamente ao inverno e ao esqui. 

    No entanto, a cidade oferece um conjunto consistente de experiências que funcionam em diferentes épocas do ano e ajudam a diversificar o roteiro, especialmente fora da temporada de neve. 

    Essas atividades exigem menos logística e podem ser encaixadas entre passeios maiores. Veja o que fazer em Bariloche além da neve.

    1. Fábricas de chocolate em Bariloche

    Visitar fábricas de chocolate é uma das experiências mais tradicionais do turismo em Bariloche e está diretamente ligada à história da imigração europeia na região. 

    Marcas como Mamuschka, Rapa Nui e Havanna mantêm unidades abertas ao público, onde é possível acompanhar etapas do processo e conhecer a origem das receitas. 

    Algumas fábricas também oferecem visitas guiadas curtas, com direito a degustação. 

    2. Cervejarias artesanais e gastronomia patagônica

    A cena de cervejarias artesanais em Bariloche se consolidou nos últimos anos e hoje faz parte do roteiro de quem busca experiências locais autênticas. 

    Espaços como Manush, Blest e Patagonia produzem cervejas próprias, utilizando água glacial e receitas inspiradas em tradições europeias. 

    Essas cervejarias também contam com restaurantes que servem pratos da gastronomia patagônica, como cordeiro, truta e carnes. 

    3. Cavalgadas e estâncias nos arredores de Bariloche

    As cavalgadas são uma alternativa diferente e muito divertida para quem visita Bariloche fora do inverno. 

    Realizadas em estâncias próximas ao Parque Nacional Nahuel Huapi, essas atividades permitem percorrer áreas rurais, campos abertos e trilhas em meio a bosques, geralmente com guias locais que explicam aspectos da fauna, flora e vida nas estâncias

    4. Pesca esportiva nos lagos e rios da região

    A pesca esportiva em Bariloche é regulamentada e faz parte da identidade turística da Patagônia. 

    Rios e lagos como o Gutiérrez e o Nahuel Huapi são famosos pela presença de trutas, atraindo pescadores de todos os cantos.

    Contudo, a prática exige licença específica, respeito às temporadas autorizadas e, em muitos casos, acompanhamento de guias credenciados.

    5. Aulas de esqui e snowboard para iniciantes

    As aulas de esqui e snowboard em Bariloche não atendem apenas viajantes experientes: iniciantes, adultos ou crianças podem fazer aulas para um primeiro contato com a neve, sem a necessidade de investir em passes completos ou enfrentar pistas mais técnicas.

    Geralmente realizadas no Cerro Catedral ou em parques de neve, as aulas incluem instrutores, equipamentos e áreas específicas para aprendizado.

    O que fazer em Bariloche: roteiros sugeridos

    Bariloche é uma cidade extensa, onde os deslocamentos consomem tempo e muitos passeios ocupam praticamente um dia inteiro, especialmente no inverno, quando filas, clima e operação dos cerros interferem no ritmo da viagem. 

    A tabela abaixo mostra o que realmente cabe em viagens de 3, 5 e 7 dias em Bariloche, com uma distribuição realista dos passeios:

    Dia Roteiro em 3 dias Roteiro em 5 dias Roteiro em 7 dias
    Dia 1 Circuito Chico + Cerro Campanario Circuito Chico + Cerro Campanario Circuito Chico + Cerro Campanario
    Dia 2 Cerro Catedral ou Piedras Blancas (inverno) / Lago Nahuel Huapi Cerro Catedral ou Piedras Blancas (inverno) / Lago Nahuel Huapi Cerro Catedral (dia inteiro)
    Dia 3 Centro Cívico, Rua Mitre e chocolaterias Cerro Otto + Confeitaria Giratória Piedras Blancas ou Cerro Otto
    Dia 4 Isla Victoria e Bosque de Arrayanes Isla Victoria e Bosque de Arrayanes
    Dia 5 Centro livre ou cervejarias Cerro Otto + cervejarias
    Dia 6 Villa La Angostura ou El Bolsón
    Dia 7 Dia livre para compras ou ajustes

    Dicas práticas para planejar a viagem para Bariloche

    Especialmente quando o assunto é uma região quase selvagem e relativamente isolada, um bom planejamento faz-se mais importante que nunca. 

    Para te ajudar nessa etapa, vamos destacar algumas dicas que facilitam a montagem do seu roteiro:

    Como chegar

    O Aeroporto Internacional de Bariloche recebe voos diretos de Buenos Aires e de algumas outras cidades argentinas

    Se você prefere viajar de ônibus ou carro, tenha em mente que o percurso saindo de Buenos Aires pode durar de 20 a 24 horas. 

    Outra opção é a viagem de trem a partir de Viedma, capital de Río Negro, embora o serviço seja limitado.

    Como circular

    Dentro da cidade, o sistema de ônibus urbano cobre os principais bairros e pontos turísticos, incluindo o Centro Cívico, o Cerro Catedral e o Circuito Chico, sendo uma alternativa econômica para quem não pretende alugar carro. 

    Transfers turísticos são bastante utilizados por viajantes que desejam visitar atrações específicas, como Piedras Blancas, Cerro Campanario ou Parque Nacional Nahuel Huapi, com horários definidos e retorno garantido. 

    Onde se hospedar 

    Ainda não sabe onde ficar em Bariloche? A cidade é geograficamente extensa, e cada região atende melhor a um tipo específico de viajante:

    Perfil de viajante Região mais indicada Por que se hospedar nessa área
    Primeira viagem e acesso a serviços Centro (Centrinho) Concentra hotéis, restaurantes, chocolaterias, agências de turismo e comércio em geral, além de linhas de transporte público.
    Conforto, tranquilidade e vistas naturais Llao Llao Região mais afastada do centro, com hotéis de padrão elevado, paisagens do Lago Nahuel Huapi e acesso direto ao Circuito Chico.
    Viagem de inverno e foco na neve Cerro Catedral Localização estratégica para quem vai praticar atividades na neve, com fácil acesso às pistas durante a alta temporada.

    O que levar na mala de acordo com a época do ano

    A escolha do que levar na mala para Bariloche deve considerar não apenas a estação do ano, mas também o tipo de atividade planejada. 

    As variações de temperatura ao longo do dia, a possibilidade de neve no inverno argentino   e o clima instável mesmo no verão exigem uma bagagem funcional, pensada para adaptação rápida:

    Inverno (junho a setembro)

    • Segunda pele térmica (blusa e calça)
    • Casaco impermeável e corta-vento
    • Luvas térmicas
    • Gorro e cachecol
    • Meias térmicas
    • Bota impermeável com boa aderência
    • Óculos de sol (neve reflete muita luz)
    • Hidratante labial e para pele
    • Mochila pequena para passeios diários

    Verão (dezembro a março)

    • Roupas confortáveis para caminhadas e trilhas
    • Agasalho leve ou fleece para o fim de tarde
    • Tênis ou bota para trilha
    • Protetor solar
    • Boné ou chapéu
    • Óculos de sol
    • Roupa de banho (lagos e hotéis com piscina)
    • Garrafa reutilizável de água

    Bate-voltas a partir de Bariloche

    Bariloche é uma base estratégica para conhecer outras cidades e áreas naturais da Patagônia Argentina sem a necessidade de trocar de hospedagem. 

    A malha rodoviária desenvolvida e a oferta de excursões permitem realizar bate-voltas completos:

    1. Villa La Angostura 

    Uma das melhores opções para bate-volta, Villa La Angostura é pacata, com arquitetura alpina e acesso direto ao Parque Nacional Los Arrayanes

    O passeio inclui caminhada pelo centro, visita ao bosque de arrayanes e paradas panorâmicas às margens do Lago Nahuel Huapi. 

    • Distância de Bariloche: 80 km.
    • Tempo médio de deslocamento: cerca de 1h30.
    • Como chegar: carro alugado pela Ruta 40, ônibus regulares ou excursões guiadas saindo do centro de Bariloche.

    2. San Martín de los Andes

    Acessível pela famosa Rota dos Sete Lagos, San Martín de los Andes exige um dia inteiro e é mais indicada para quem dispõe de tempo e prioriza a experiência cênica do trajeto. 

    O percurso atravessa lagos como Correntoso, Espejo, Falkner e Lácar, com múltiplos pontos de parada.

    • Distância de Bariloche: 190 km.
    • Tempo médio de deslocamento: entre 3h30 e 4h30, sem contar paradas.
    • Como chegar: carro alugado, excursões organizadas ou ônibus de longa distância.

    3. El Bolsón

    Ao sul de Bariloche, a cidade é conhecida por feiras artesanais e ambiente alternativo, além de trilhas e cachoeiras. 

    É uma opção interessante para quem já conhece os principais pontos turísticos de Bariloche e busca um contraste cultural e paisagístico.

    • Distância de Bariloche: 120 km.
    • Tempo médio de deslocamento: 2h.
    • Como chegar: carro alugado pela Ruta 40, ônibus intermunicipais ou passeios organizados.

    4. Áreas internas do Parque Nacional Nahuel Huapi 

    Permitem bate-voltas flexíveis, sem a necessidade de grandes deslocamentos. 

    Trilhas, mirantes, praias de lago e acessos menos turísticos surgem como alternativas interessantes, especialmente fora da alta temporada.

    O que fazer em Bariloche: sugestões para diferentes perfis de viajantes

    A experiência em Bariloche pode ser praticamente personalizada conforme o perfil do viajante. Veja nossas sugestões:

    O que fazer em Bariloche com crianças

    Parques de neve como Piedras Blancas e Cerro Catedral oferecem atividades recreativas que não exigem experiência prévia, como boias, trenós e áreas exclusivas para iniciantes. 

    Além disso, muitos passeios têm curta duração e a cidade conta com boa estrutura urbana, restaurantes familiares, museus interativos e chocolaterias que funcionam como paradas estratégicas ao longo do dia.

    • Piedras Blancas (boias, trenós e atividades recreativas na neve);
    • Cerro Catedral (áreas para iniciantes e vila na base);
    • Teleférico do Cerro Otto;
    • Centro Cívico e Museu da Patagônia;
    • Chocolaterias da Rua Mitre;
    • Passeio curto pelo Circuito Chico.

    O que fazer em Bariloche em casal

    Para casais, a cidade oferece paisagens naturais e experiências mais intimistas, especialmente em hotéis com vista para o Lago Nahuel Huapi e nas regiões de Llao Llao e Circuito Chico. 

    Passeios lacustres, jantares em restaurantes especializados, visitas a vinícolas patagônicas e mirantes ao pôr do sol são as atividades mais recorrentes em roteiros voltados aos apaixonados:

    • Circuito Chico com paradas em mirantes;
    • Cerro Campanario (subida de teleférico);
    • Navegação pelo Lago Nahuel Huapi;
    • Restaurantes em Colonia Suiza;
    • Vinícolas e cervejarias artesanais da região;
    • Pôr do sol no Lago Moreno ou no Llao Llao.

    Bariloche para quem evita o frio

    Embora seja associada à neve, Bariloche também funciona muito bem fora do inverno. 

    Entre outubro e março, as temperaturas são mais amenas e permitem explorar trilhas, lagos, praias de água doce e passeios de bicicleta com maior conforto. 

    Nesse período, a cidade mantém boa parte da sua infraestrutura turística ativa, com menor volume de visitantes e maior flexibilidade de roteiros:

    • Trilhas leves no Parque Nacional Nahuel Huapi;
    • Praias de lago como Playa Bonita e Lago Gutiérrez;
    • Passeios de bicicleta pelo Circuito Chico;
    • Cerro Otto sem neve;
    • Bate-volta para Villa La Angostura;
    • Caminhadas urbanas pelo centro e áreas históricas.

    Bariloche para aventureiros

    Fora do circuito mais turístico, a região oferece trilhas, travessias, esportes de inverno e experiências em áreas menos movimentadas do Parque Nacional Nahuel Huapi.

    Esse perfil de viagem exige atenção redobrada à previsão do tempo, equipamentos, contratação de guias credenciados e seguro viagem com cobertura para esportes, especialmente no inverno, quando o resgate em trilhas pode ser mais complexo.

    • Refúgio Frey (trekking de dia inteiro ou pernoite);
    • Cerro López (trilha com ganho acentuado de altitude e vistas abertas);
    • Cerro Tronador e Ventisquero Negro (estrada de montanha + caminhada);
    • Rafting nos rios Manso e Limay (primavera e verão);
    • Escalada em rocha nas áreas de Piedras Blancas e Frey;
    • Esqui e snowboard em pistas intermediárias e avançadas no Cerro Catedral;
    • Travessias de caiaque no Lago Gutiérrez e braço Campanario do Nahuel Huapi.

    Onde comer em Bariloche: regiões mais indicadas para experiências gastronômicas

    Mais do que escolher um restaurante específico, entender onde comer em Bariloche ajuda a alinhar expectativa, deslocamento e tipo de refeição, já que algumas áreas concentram casas tradicionais e outras oferecem experiências mais autorais ou contemplativas:

    Centro de Bariloche (Avenidas Mitre e Moreno)

    O centro concentra a maior diversidade de restaurantes e é a região mais prática para quem quer comer bem sem depender de carro. 

    Aqui estão casas tradicionais, parrillas reconhecidas e opções mais sofisticadas, além de fácil acesso a chocolaterias e cervejarias.

    • Llao Llao e arredores: a região de Llao Llao, a cerca de 25 km do centro, oferece uma experiência gastronômica mais associada ao cenário natural. Os restaurantes costumam ter propostas mais elaboradas, com ingredientes regionais e vistas privilegiadas para lagos e montanhas.
    • Colonia Suiza: é conhecida pela tradição culinária herdada de imigrantes europeus e pelo ambiente rústico. A região é especialmente procurada aos fins de semana e funciona bem como parada durante o Circuito Chico, combinando passeio e refeição.
    • Belgrano e Melipal: bairros residenciais como Belgrano e Melipal oferecem uma cena gastronômica menos turística e mais cotidiana, com restaurantes frequentados por moradores. São boas opções para quem busca preços mais equilibrados e experiências fora do circuito mais óbvio.

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      Cotação de seguro viagem para Bariloche

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      Perguntas frequentes sobre o que fazer em Bariloche

      Agora que você já sabe tudo sobre o que fazer em Bariloche, confira as respostas para as dúvidas mais recorrentes entre viajantes:

      Quanto gasta 7 dias em Bariloche?

      Uma viagem de 7 dias para Bariloche custa, em média, entre R$ 4.500 e R$ 12.000 por pessoa, dependendo da época do ano e do estilo de viagem.

      Quantos dias é o ideal em Bariloche?

      Entre 5 e 7 dias permitem conhecer atrações principais e incluir bate-voltas.

      O que fazer em Bariloche sem neve?

      Trilhas, lagos, cervejarias, passeios de barco e atrações culturais funcionam o ano inteiro.

      Qual o lugar mais bonito de Bariloche?

      O mirante do Cerro Campanario costuma ser apontado como o ponto com melhor vista panorâmica.

      Tem outlet em Bariloche?

      Não há outlets tradicionais, mas lojas de roupas de inverno oferecem preços competitivos fora da alta temporada. 

      Bariloche é seguro?

      Sim. Há policiamento ativo nas áreas centrais, nos cerros e nos principais corredores turísticos. 

      Vale a pena visitar Bariloche fora da temporada de neve?

      Sim. Entre outubro e maio, os preços são mais baixos, há menor concentração de turistas e acesso facilitado a trilhas, lagos, refúgios, cervejarias e passeios de barco. A cidade mantém sua infraestrutura ativa o ano todo.

      Precisa de visto ou vacina para ir a Bariloche?

      Não, brasileiros podem viajar apenas com RG em bom estado e com menos de 10 anos de emissão ou passaporte válido e seguro viagem, obrigatório na Argentina.


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