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Seguros Promo Blog Ásia O que fazer em Bangkok em 2026: tudo que você precisa saber!

O que fazer em Bangkok em 2026: tudo que você precisa saber!

Confira o que fazer em Bangkok. Veja quais são as melhores atrações, dicas de viagem e sugestões de roteiro pela capital tailandesa!

Decidir o que fazer em Bangkok pode parecer simples até você abrir o mapa da cidade. 

São mais de 10 milhões de pessoas, dezenas de mercados, bares de rooftop a 250 metros de altura, templos dourados e uma cena gastronômica que surpreende. 

Entre o calor e o brilho dos templos, existe uma Bangkok que sobrevive além do óbvio. Mas atenção: a cidade não te dá opção! Ou você se planeja, ou ela te engole. 

Este guia foi montado para que você chegue em Bangkok sabendo exatamente o que vale o tempo (e o que não vale), com roteiros prontos por número de dias, preços atualizados para 2026 e os detalhes que só quem já esteve lá conhece. Boa leitura!

Visitar a Ásia sem um seguro viagem pode ser arriscado. Aplique o cupom BLOG20 e contrate o seu seguro viagem com 20% de desconto!

Seguro viagem para Bangkok: item essencial

Bangkok não é o tipo de destino que permite improvisos. 

Entre tuk-tuks, calçadas irregulares, calor intenso e alimentação de rua (deliciosa, mas às vezes imprevisível), ter uma cobertura médica internacional não é exagero, é planejamento.

Uma internação hospitalar na Tailândia pode custar facilmente até US$ 10.000 em lugares como o hospital internacional Bumrungrad. Não é apenas sobre acidentes: é sobre a “barriga tailandesa” que pega os desprevenidos ou aquele imprevisto com o voo. 

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Para Bangkok, priorize:

  • Cobertura médica acima de USD 50 mil;
  • Assistência para extravio de bagagem;
  • Seguro com cobertura para COVID-19.

Assim, você garante coberturas que incluem assistência médica, seguro de bagagem, cancelamento de voo e muito mais!

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Intermac I60 Inter (exceto EUA) +Covid-19 Intermac I60 Inter (exceto EUA) +Covid-19
Assistência médica USD 60.000
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*Valor referente a 7 dias de viagem.
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Assistência médica USD 35.000
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*Valor referente a 7 dias de viagem.
Affinity 90 Essential Mundo (exceto EUA) +Covid19 Affinity 90 Essential Mundo (exceto EUA) +Covid19
Assistência médica USD 90.000
Bagagem extraviada USD 800 (COMPLEMENTAR)
*Valor referente a 7 dias de viagem.

O que fazer em Bangkok?

Explorar Bangkok exige estratégia. A cidade é dividida entre a parte histórica (Old City) e a metrópole moderna dos arranha-céus. 

Se você tentar fazer tudo sem planejamento, vai gastar mais tempo dentro de um táxi do que admirando as relíquias de Ayutthaya. 

Confira a seguir o que realmente importa no seu roteiro:

Grand Palace e Templo do Buda Esmeralda (Wat Phra Kaew)

O Grand Palace é o cartão-postal mais fotografado de Bangkok e, ao mesmo tempo, o local onde o turista mais comete erros. 

O complexo inclui o Wat Phra Kaew, templo que abriga o gigantesco Buda Esmeralda que, segundo a tradição tailandesa, protege o reino. 

E um alerta importante: muitos golpistas na calçada vão te dizer que o palácio está fechado para uma “cerimônia privada”. É mentira. Sorria, ignore e siga para a entrada oficial. E lembre-se de que é um templo: vá de calça comprida e camiseta que cubra os ombros.

  • Ingresso (2026): 500 THB por pessoa (cerca de R$ 76, em maio de 2026).

➤ Dica: chegue às 08h15, cerca de 15 minutos antes de abrir. O calor das 11h dentro do pátio de mármore é brutal e drena sua energia.

➨ Vale a pena visitar o Grand Palace em Bangkok? 

Sim, especialmente se é a sua primeira visita à capital da Tailândia. A arquitetura é genuinamente impressionante e não existe nada parecido na Tailândia. 

Mas chegue cedo para evitar o calor de até 36°C e filas que somam mais de 1 hora. 

Wat Pho (Buda Reclinado)

A 800 metros do Grand Palace, o Wat Pho guarda o maior Buda reclinado do mundo, coberto por folhas de ouro. 

O lugar também é considerado o berço da massagem tailandesa tradicional, e há uma escola de massagem dentro do próprio complexo. 

  • Ingresso (2026) 300 THB (cerca de R$ 46).
  • Preço da massagem (2026): uma sessão de 30 minutos custa cerca de 420 THB (cerca de R$ 64) — mais barata do que qualquer spa em Sukhumvit.

➤ Dica: entre pelo Portão Sul e caminhe no sentido anti-horário em torno da galeria de Budas. Você evita os grupos de tour e tem fotos muito melhores.

Wat Arun

Templo que fica do lado oposto do rio Chao Phraya, com quase 90 metros de altura e todo revestido com porcelana colorida, bem diferente dos outros templos. 

Para chegar lá, pegue o barco-ferry a 5 THB, uma das travessias mais baratas e bonitas do Sudeste Asiático.

  • Ingresso (2026): 500 THB (cerca de R$ 76) para estrangeiros. 

➤ Dica: em vez de disputar espaço nas escadarias do templo, atravesse de volta e vá para um dos bares em decks de madeira na margem oposta. Ver o Wat Arun acender enquanto você toma uma cerveja Singha é o melhor visual da cidade.

➨ Vale a pena visitar Wat Arun?

Depende. Para quem visita Bangkok pela primeira vez, vale a experiência. 

Para quem já conhece e está com orçamento mais apertado, as fotos do templo à beira do rio a partir do lado oposto (de graça, pelo deck do Wat Pho) são igualmente dramáticas.

Mercados e feiras: onde o caos vira diversão

Os mercados de Bangkok merecem um dia inteiro de agenda (talvez até dois), se você tiver disposição:

  • Chatuchak Weekend Market: maior mercado ao ar livre da Ásia, com mais de 15.000 bancas. Funciona apenas aos sábados e domingos, das 9h às 18h. A entrada é gratuita, mas chegue antes das 10h para evitar o calor mais intenso. 
  • Mercados flutuantes: o mais famoso, Damnoen Saduak, fica a 80 km e entrega barcos coloridos, vendedoras de chapéu cônico e frutas tropicais, mas os preços são inflados. O Khlong Lat Mayom (aberto apenas nos fins de semana) é menos turístico e fica dentro da cidade.
  • Mercados noturnos: Jodd Fairs Rama 9 e Train Night Market Srinakarin oferecem comida boa, artesanato e um clima mais autêntico. O Asiatique The Riverfront é bonito, mas bastante turístico. Recomendado para um passeio à beira-rio com crianças, apesar dos preços elevados.

Outros templos em Bangkok que valem a pena

Bangkok tem mais de 400 templos, mas a maioria dos turistas concentra o itinerário em três ou quatro e ignora o resto (o que é um erro).

Alguns dos mais interessantes são de entrada gratuita e muito menos lotados:

  • Wat Saket (Monte Dourado): uma colina artificial de 78 metros com um chedi dourado no topo. A entrada custa 100 THB (cerca de R$ 15) e a vista panorâmica de Bangkok é incrível. Suba até as 8h ou após as 16h, pois a subida inclui 300 degraus, e o sol a pino transforma o trajeto em sofrimento.
  • Wat Traimit (Buda de Ouro Maciço): localizado na Chinatown, abriga a maior estátua de Buda em ouro maciço do planeta, com mais de 700 anos. A entrada custa 100 THB (cerca de R$ 15), e vale combinar com um passeio a pé pela Yaowarat Road para a gastronomia de rua.
  • Wat Ratchanatdaram: gratuito e quase sempre vazio, tem uma arquitetura com dezenas de torres metálicas e fica na mesma rua do Wat Saket, então é fácil combinar os dois em um único passeio.

Khao San Road e região

Khao San Road divide opiniões como poucas atrações em Bangkok. É barulhenta, excessivamente turística e os preços são mais altos do que em qualquer outro bairro da cidade. 

Ao mesmo tempo, tem uma energia que você não encontra em mais lugar nenhum: tatuagens improvisadas em barracas ao ar livre, shows de dança com fogo, turistas de todos os cantos e uma vida noturna animada.

➤ Mas, atenção: não coma nem beba diretamente na rua principal. Uma cerveja Chang na calçada da Khao San pode custar 120 THB. A uma viela para dentro (na Soi Rambuttri, por exemplo) o mesmo produto sai por 60 THB.

Shopping centers e rooftop bars na região central

Bangkok é uma capital de shoppings, e os maiores ficam ao longo da linha BTS em Siam, Phrom Phong e Asok:

Shopping Destaque Localização
Siam Paragon Luxo, aquário, cinema IMAX Siam
MBK Center Eletrônicos, roupas baratas, câmbio National Stadium
Terminal 21 Temático por andar/país, praça de alimentação excelente Asok
Chatuchak JJ Mall Moda jovem e artesanato Mo Chit
Platinum Fashion Mall Atacado de roupas, preços de fábrica Phaya Thai
One Bangkok O mais novo e moderno, aberto em 2024 Lumpini

A praça de alimentação do Terminal 21 (Pier 21, no 5º andar) merece menção especial: pratos tailandeses de qualidade por 50 a 100 THB em ambiente climatizado. 

É onde os tailandeses de classe média almoçam, e isso já diz tudo.

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    O que fazer em Bangkok à noite

    Depois do pôr do sol, a umidade dá uma trégua e a cidade ganha luzes neon e uma energia elétrica. Veja o que fazer na capital da Tailândia à noite:

    • Rooftops: o Lebua (do filme Se Beber, Não Case) é o mais famoso, mas os preços em 2026 estão astronômicos e o dress code é chato. Experimente o Octave Rooftop ou o Tichuca (aquele com a árvore de LED gigante). A vista é igualmente incrível, mas a vibe é bem mais atual.
    • Khao San Road: epicentro dos mochileiros, vale a pena ir uma vez para ver a loucura, comer um escorpião frito e observar o caos. Mas se quiser beber de verdade com os locais, vá para a Soi Nana (em Chinatown), que tem bares de gin e jazz escondidos em prédios antigos maravilhosos.
    • Mercados noturnos e shows: o Asiatique tem shows gratuitos de dança tailandesa ao longo da semana. Para quem quer algo mais original, o Muay Thai em estádios como o Rajadamnern e o Lumpinee oferece uma experiência autêntica, com entradas a partir de 2.000 THB (cerca de R$ 304).
    • Jantares com vista no rio Chao Phraya: cruzeiros noturnos pelo rio são turísticos, sim, mas não precisam ser ruins. O erro é escolher os mais baratos, que viram buffet lotado com música alta. Vá nos mais bem avaliados ou a um restaurante à beira-rio, com vista para o Wat Arun iluminado.
    • Chinatown (Yaowarat): durante o dia, é só mais um bairro caótico. À noite, a Yaowarat Road vira um dos melhores lugares para comer em Bangkok. Barracas surgem do nada, filas se formam e você percebe rápido quem é local e quem é turista.

    ➤ Dica: evite as barracas com cardápio em inglês gigante. Quanto mais simples e caótica parecer, maior a chance de ser boa.

    • Bares escondidos (speakeasy): Bangkok tem uma cena forte de bares escondidos, especialmente em Chinatown e Thonglor, com o Teens of Thailand — pequeno, intimista e totalmente fora do radar do turista padrão.
    • Shows estilo cabaré (como o Calypso Cabaret): nem todo mundo gosta (alguns acham turístico demais), mas funciona bem para quem quer algo diferente à noite.
    • Massagem tailandesa noturna (com critério): depois de andar o dia inteiro, pouca coisa faz mais sentido. Mas aqui tem armadilha: nem toda massagem é igual. Evite lugares vazios com promotores insistentes e prefira redes conhecidas ou spas dentro de hotéis.
      • Preço da massagem de 1h (2026): entre 250–500 THB (R$ 38–75)

    Roteiros prontos em Bangkok

    Organizar Bangkok por blocos de horário evita desgaste desnecessário, como calor no pico do dia, deslocamentos longos e filas mal planejadas. 

    A lógica é: manhã para atrações concorridas, tarde para deslocamentos curtos e noite para experiências mais leves.

    O que fazer em Bangkok em 2 dias

    Com dois dias, o foco tem que ser cirúrgico. Concentre tudo na Cidade Velha e na margem do rio, que é onde está a maior densidade de atrações por quilômetro quadrado.

    Dia 1: Cidade Velha e templos

    • 7h30: chegada ao Grand Palace Bangkok (evite o rush do meio-dia)
    • 9h30: Wat Pho + massagem na escola do templo
    • 11h30: barco-ferry para o Wat Arun
    • 13h: almoço em restaurante próximo ao cais
    • 15h: Wat Saket, que tem a melhor luz para fotos nesse horário
    • 18h: Khao San Road para jantar e vida noturna

    Dia 2: Chinatown, compras e rooftop

    • 8h: Chinatown (Yaowarat Road) para um café da manhã tailandês
    • 9h: Wat Traimit
    • 11h: BTS até Siam para passeio nos shoppings
    • 14h: Terminal 21 para almoço no Pier 21
    • 17h: descanso no hotel
    • 19h30: rooftop bar (Sky Bar ou Octave)

    O que fazer em Bangkok em 3 dias

    O terceiro dia abre espaço para ir além dos templos e explorar outro lado da cidade. Mais local, mais cotidiano e menos “cartão-postal”.

    Dia 3: mercados, Chinatown à noite e experiências locais

    • 9h: Chatuchak Weekend Market (se for sábado ou domingo)
    • 13h: Almoço no mercado e descanso
    • 15h: BTS até Phrom Phong para passeio pelo EmQuartier e Emporium
    • 18h: Chinatown para jantar de rua (a Yaowarat Road à noite muda completamente)
    • 21h: Asiatique The Riverfront para encerrar

    O que fazer em Bangkok em 4 dias

    Com quatro dias, Bangkok deixa de ser só “templos + compras” e passa a incluir um dos bate-voltas mais interessantes da Tailândia

    O segredo é sair cedo para evitar calor e multidões.

    Dia 4: Ayutthaya (day trip bem planejado)

    • 6h30–7h: saída de Bangkok (trem, van ou tour)
    • 9h: chegada em Ayutthaya
    • 9h30–12h: exploração dos templos principais (incluindo o Wat Mahathat)
    • 12h30: almoço simples na região histórica
    • 14h: continuação do circuito de ruínas (Wat Phra Si Sanphet, Wat Chaiwatthanaram)
    • 16h–17h: retorno para Bangkok
    • 19h30: jantar leve ou rooftop (sem forçar muito, porque o dia cansa)

    ➤ Dica: visitar Ayutthaya tarde demais vira uma experiência exaustiva. O calor nas ruínas é intenso e quase sem sombra.

    O que fazer em Bangkok em 5 dias

    A partir do quinto dia, a viagem muda de tom. Você já viu o essencial, e agora entra a Bangkok menos turística, onde a cidade começa a fazer mais sentido.

    Dia 5: bairros locais, cultura e Bangkok “fora do óbvio”

    • 9h: café da manhã em Ari (bairro menos turístico)
    • 10h30: passeio por cafés e lojinhas independentes
    • 12h30: almoço em Thonglor ou Ekkamai (restaurantes modernos)
    • 14h30: visita à Jim Thompson House
    • 16h30: retorno ao hotel / descanso
    • 19h: jantar mais elaborado ou experiência gastronômica
    • 21h: bar escondido (speakeasy) ou massagem tradicional

    ➤ Dica: Bangkok não é só sobre “ver coisas”, mas sobre sentir a cidade funcionando. Esse quinto dia costuma ser o mais memorável justamente por isso.

    Quando ir a Bangkok

    A Tailândia tem três estações bem-definidas, e a escolha da época certa muda bastante a experiência:

    Período Clima Prós Contras
    Nov – Fev Seco e ameno (25-32°C) Melhor clima, festivais Alta temporada, hotéis mais caros
    Mar – Abr Seco e muito quente (35-40°C) Menos turistas que dez-jan Calor extremo, Songkran (abril) superlotado
    Mai – Out Chuvoso (28-35°C) Preços 20-40% mais baixos Chuvas fortes à tarde, alguns alagamentos

    ➤ Melhor época

    Novembro a fevereiro, especialmente novembro. O clima está ótimo, os preços ainda não subiram tanto quanto em dezembro e janeiro, e a cidade não está no pico de lotação.

    ➤ Pior época

    Muitos dizem que a estação chuvosa (especialmente setembro) é a pior por conta dos alagamentos. Na prática, as chuvas em Bangkok tendem a ser intensas, mas breves (1 hora de temporal forte à tarde e o restante do dia com sol). 

    O problema maior é o calor de março e abril, que pode bater 40°C e tornar qualquer visita ao ar livre desconfortável. 

    Para quem tem sensibilidade ao calor extremo, março e abril são a pior combinação de quase alta temporada + calor máximo.

    Atenção ao Songkran! 

    O festival do Ano Novo tailandês (entre 13 e 15 de abril) merece menção à parte: é uma das festas mais animadas da Ásia (com uma guerra de água em toda a cidade), mas os preços disparam, o transporte fica caótico e Bangkok recebe uma multidão de turistas. 

    Ou você abraça o caos (e leva roupa sobressalente), ou evita.

    Onde ficar em Bangkok

    A escolha do bairro em Bangkok é mais importante do que em qualquer outra capital do Sudeste Asiático, porque a cidade é enorme e o trânsito é brutal.

    Bairro Perfil Faixa de preço
    Sukhumvit Primeira viagem, conforto, vida noturna R$ 250 – 600
    Silom/Sathorn Negócios, fácil acesso, menos turístico R$ 200 – 550
    Rattanakosin (Old Town) Templos a pé, mochileiros, história R$ 90 – 300
    Chinatown (Yaowarat) Gastronomia, atmosfera única, fotografia R$ 120 – 350
    Siam Shoppings, centralidade, famílias R$ 300 – 700
    Ari/Thonglor Nômades digitais, longa estadia, lifestyle R$ 200 – 500

    Onde ficar em Bangkok em primeira viagem?

    O Sukhumvit é a escolha mais prática. Tem BTS Skytrain em toda a extensão, dezenas de restaurantes para todos os orçamentos, shoppings e vida noturna. 

    Para experiência cultural, a Rattanakosin (perto da Khao San Road) fica a uma caminhada dos principais templos.

    ➤ Onde não ficar: diretamente na Khao San Road. A rua principal é barulhenta até as 4h da manhã. A Soi Rambuttri, paralela a ela, tem o mesmo acesso às atrações com muito mais tranquilidade.

    Como se locomover em Bangkok

    O trânsito de Bangkok é um dos mais caóticos do mundo, mas existe uma rede de transporte público que funciona muito bem:

    • BTS Skytrain: a espinha dorsal do transporte turístico em Bangkok. Cobre Sukhumvit, Siam, Silom e várias regiões centrais.
      • Tarifa (2026): 17 a 62 THB por viagem (~R$ 2,60 a R$ 9,50). Compre o cartão Rabbit Card no balcão da estação para economizar nas recargas.
    • MRT (metrô): complementa o BTS, com cobertura da Chinatown e de outras áreas não atendidas pelo Skytrain.
      • Tarifa (2026): 16 a 42 THB (~R$ 2,40 a R$ 6,40).
    • Barco no Chao Phraya: opção barata e panorâmica para acessar os templos às margens do rio. Evite os barcos turísticos privados oferecidos na beira do cais, que são cobrados à parte e muitas vezes levam a um roteiro de “compras” não solicitadas.
      • Tarifa (2026): ferry expresso de 15 a 40 THB (~R$ 2,30 a R$ 6). 
    • Grab (equivalente tailandês do Uber): funciona muito bem em Bangkok e é a melhor opção para trechos não cobertos pelo metrô, especialmente à noite. O aplicativo mostra o preço antes de confirmar, então use sempre em vez de táxi de rua em zonas turísticas, onde recusar usar o taxímetro é prática comum.
    • Tuk-tuk: icônico, fotogênico e uma experiência à parte. Mas seja claro: tuk-tuk em Bangkok é um transporte turístico com preço de turista. Evite motorista que ofereça uma “tour gratuita” (ele está levando você a lojas de conveniência parceiras, onde a pressão de compra é alta).
      • Tarifa (2026): para percursos curtos com negociação (nunca aceite o primeiro preço), de 100 a 200 THB (~R$ 15 a R$ 30). 

    O que comer em Bangkok

    Bangkok é, sem exagero, um dos melhores destinos gastronômicos do planeta

    A variedade é absurda, os preços são baixos e a qualidade média do que você acha na rua supera muito do que se come em restaurantes medianos no Brasil.

    Pratos que você precisa experimentar:

    • Pad Thai: comida de rua, feito com macarrão de arroz frito, ovos, tofu, proteína (frango ou camarão) e um molho característico à base de pasta de tamarindo. Custa entre 60 e 130 THB (~R$ 9 a R$ 20). 
    • Tom Yum Goong: sopa apimentada com camarão, limão e ervas. Em qualquer restaurante local, sai por 80 a 150 THB (~R$ 12 a R$ 23).
    • Khao Man Gai: frango cozido sobre arroz com caldo. Café da manhã ou almoço rápido, a  menos de 60 THB (~R$ 9). 
    • Mango Sticky Rice: sobremesa tradicional tailandesa, feita com arroz glutinoso, manga e leite de coco. Nos mercados de rua, 60 a 100 THB (~R$ 9 a R$ 15).
    • Comida de rua na Yaowarat Road (Chinatown): frutos do mar, patos lacados, dim sum, ostras empanadas… Tudo em barracas que funcionam até a madrugada.

    Onde comer bem em Bangkok?

    Confira o mapa gastronômico da cidade para planejar suas refeições inesquecíveis:

    • Yaowarat Road (Chinatown): melhor lugar para comida de rua. É caótico, quente, cheio e barulhento (e exatamente por isso funciona). 
    • Sukhumvit (especialmente entre Asok e Thonglor): desde street food até restaurantes modernos e rooftops. Variedade sem sair da zona de conforto.
    • Silom: mistura entre local e acessível, com polos de comida rápida tailandesa barata e autêntica e vida noturna com bares e restaurantes.
    • Khao San Road e arredores: funciona mais pela experiência do que pela qualidade. Dá para comer bem, mas muitos lugares são feitos para turistas. Se quiser algo melhor, caminhe por algumas ruas além da Khao San Road.
    • Ari: bairro menos turístico, mais “Bangkok real”. Cafés modernos, brunchs e restaurantes com proposta mais atual.

    Compras em Bangkok

    Bangkok é um paraíso para compras, mas o “paraíso” tem armadilhas. Saber onde comprar o quê faz toda a diferença.

    O que dá para comprar na Tailândia com R$ 100? 

    Isso equivale a cerca de 658 THB, valor suficiente para:

    • 2 a 3 pares de calças-elefante (as calças coloridas tailandesas), a 200-300 THB cada.
    • Uma sessão de massagem tailandesa de 1 hora (350-500 THB nos spas de bairro).
    • 6 a 8 refeições de rua completas.
    • Um estoque de produtos de skincare e ervas medicinais (inaladores Poy-Sian, White Monkey Balm, inhaladores de ervas).
    • Vários pacotes de chá tailandês ChaTraMue para presente (~100 THB cada).

    Onde comprar em Bangkok?

    Saber exatamente o que comprar e os melhores lugares para comprar pode fazer o seu dinheiro render muito mais em Bangkok:

    Produto Melhor lugar Faixa de preço
    Roupas e moda Platinum Fashion Mall, MBK 100 – 500 THB
    Artesanato e souvenirs Chatuchak, mercados noturnos 100 – 1.000 THB
    Eletrônicos e acessórios MBK Center Variável
    Seda tailandesa Jim Thompson Store, Chatuchak 300 THB+
    Produtos de spa e ervas Farmácias, Chatuchak, 7-Eleven 50 – 300 THB
    Amuletos budistas Mercado de amuletos perto do Wat Mahathat 100 THB+
    Roupas de marca (luxo) Siam Paragon, EmQuartier, Central Embassy Preços internacionais

    ➤ Cuidado com o golpe das compras em Bangkok!

    O golpe mais comum nas compras é vendedores afirmando que um determinado shopping ou loja está “fechado hoje” e se oferecem para te levar a outro lugar. 

    Esse é o clássico golpe do tuk-tuk, em que o destino alternativo paga comissão ao motorista. 

    Se o Grand Palace estiver “fechado”, segundo um estranho na rua, vá até lá e confira você mesmo para não cair em furada.

    Custos médios e orçamento de viagem em Bangkok

    Bangkok é acessível para todos os bolsos. Depende de onde e como você escolhe gastar. Veja os preços médios em 2026*:

    Categoria Mochileiro Intermediário Conforto
    Hospedagem/noite R$ 61 – 107 (hostel) R$ 228 – 380 (hotel 3★) R$ 530+ (hotel 4–5★)
    Alimentação/dia R$ 30 – 60 (rua) R$ 100 – 200 (mix) R$ 300+ (restaurantes)
    Transporte/dia R$ 15 – 30 (BTS/MRT) R$ 45 – 80 (BTS + Grab) R$ 100+ (táxi/carro)
    Atrações/dia R$ 30 – 80 R$ 80 – 150 R$ 150+
    Total estimado/dia ≈ R$ 150 – 280 ≈ R$ 450 – 700 R$ 1.000+

    *Câmbio de referência: 1 BRL = 6,58 THB (maio de 2026)

    O Grand Palace (R$ 76) e o Wat Arun (R$ 76) são as entradas mais caras: se você vai visitar os dois no mesmo dia, já espere gastar R$ 152 só em ingressos. 

    Isso não é um problema se você planejar com antecedência.

    Onde trocar dinheiro em Bangkok?

    Caixas eletrônicos (ATM) são convenientes, mas cobram taxas de retirada que chegam a 224 THB por transação (~R$ 34). Por isso, prefira saques maiores e menos frequentes. 

    Em geral, as casas de câmbio Super Rich e Vasu Exchange oferecem as melhores taxas da cidade, geralmente de 0,5% a 1% acima das taxas bancárias.

    Dicas práticas de Bangkok

    Bangkok é uma cidade fácil de viajar, mas cheia de pequenos atritos que, se você não antecipar, viram dor de cabeça. 

    Não é sobre burocracia, e sim sobre detalhes: como pagar, como se vestir, como evitar situações clássicas que pegam turista desavisado. 

    Veja dicas de ajustes finos que economizam tempo, dinheiro e energia:

    • Visto: brasileiros têm direito a entrada sem visto na Tailândia por até 90 dias. Basta apresentar passaporte válido com pelo menos 6 meses de validade.
    • Moeda: o baht tailandês (THB) é a moeda oficial, cotado em maio de 2026 a R$ 1 BRL = 6,58 THB. Cartões funcionam bem em shoppings, hotéis e restaurantes maiores, mas mercados de rua, barracas e até alguns templos operam só em dinheiro.
    • Internet: SIM cards de turista (AIS ou DTAC) com internet ilimitada custam entre 300 e 500 THB (~R$ 45 a R$ 76) e são vendidos no aeroporto. Hoje, a opção mais prática é o eSIM, que funciona muito bem e evita filas.
    • Dress code em templos: ombros cobertos e roupas abaixo do joelho. Não é sugestão, é regra. Se esquecer, você pode até entrar, mas vai perder tempo e dinheiro alugando roupa na entrada.
    • Calor e clima: Bangkok é quente o ano inteiro, e isso impacta diretamente o roteiro de qualquer um. Protetor solar FPS 50 e roupas leves não são opcionais. Entre março e maio, evite atrações ao ar livre entre 11h e 14h.
    • Saúde: a água da torneira não é potável. Use sempre água engarrafada ou filtrada, inclusive para escovar os dentes, se possível.
    • Segurança e golpes comuns: Bangkok é relativamente segura, mas tem golpes clássicos que continuam funcionando porque pegam quem está desatento:
      • Táxi sem taxímetro: sempre peça “meter”. Se recusarem, vá de Grab. 
      • Joias/pedras preciosas: ignore qualquer abordagem na rua. 
      • “Templo fechado”: golpe, já que o templo quase nunca está fechado. 
      • Shows “gratuitos” em Patpong: a conta vem inflada no final. 
      • Água “cortesia”: em áreas turísticas, muitas vezes é cobrada.

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      Assistência médica USD 60.000
      Bagagem extraviada USD 750 (SUPLEMENTAR)
      *Valor referente a 7 dias de viagem.
      AC 35 MUNDO (Exceto EUA) COVID-19 AC 35 MUNDO (Exceto EUA) COVID-19
      Assistência médica USD 35.000
      Bagagem extraviada USD 1.200
      *Valor referente a 7 dias de viagem.
      Affinity 90 Essential Mundo (exceto EUA) +Covid19 Affinity 90 Essential Mundo (exceto EUA) +Covid19
      Assistência médica USD 90.000
      Bagagem extraviada USD 800 (COMPLEMENTAR)
      *Valor referente a 7 dias de viagem.

      Perguntas frequentes sobre Bangkok

      Você já sabe o que fazer em Bangkok. Agora, vem tirar as dúvidas que mais aparecem de quem está planejando a viagem para a capital tailandesa:

      O que não pode deixar de fazer em Bangkok? 

      O circuito Grand Palace + Wat Pho + Wat Arun é o ponto de partida incontornável. Além disso, um jantar de rua na Chinatown, pelo menos uma tarde em algum dos shoppings e um pôr do sol em rooftop bar completam o pacote essencial da cidade.

      Quantos dias vale a pena ficar em Bangkok? 

      Para ver o básico com calma, mínimo de 3 dias. Com 4 ou 5 dias, você consegue incluir um day trip para Ayutthaya e explorar bairros mais locais. Quem passa mais de uma semana em Bangkok raramente se arrepende.

      Qual a pior época para ir à Tailândia? 

      Em termos climáticos, março e abril concentram o calor mais extremo (37-40°C) e ainda têm preços elevados por conta do Songkran. Setembro é o pico da estação chuvosa, com risco real de inundações em algumas áreas. Se tiver flexibilidade, evite esses dois períodos.

      Bangkok é segura para viajantes solo? 

      Sim, Bangkok é uma das cidades mais movimentadas e seguras da Ásia para turistas. Os principais riscos são golpes que jogam com a ingenuidade (não com violência), e a maioria deles é evitável com um mínimo de atenção.

      Como funciona o metrô de Bangkok? 

      O BTS Skytrain e o MRT cobrem as principais áreas turísticas com tarifas entre 17 e 62 THB por viagem. O cartão Rabbit (BTS) e o cartão MRT facilitam o acesso. Se preferir um app equivalente ao Uber, considere o Grab.

      Precisa de seguro viagem para ir à Tailândia? 

      Não é obrigatório por lei, mas é altamente recomendável. O sistema de saúde da Tailândia é muito caro para estrangeiros.


      Saiba mais sobre a Tailândia:

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