Roteiro Tailândia: 20 dias planejados no país!
Confira um roteiro Tailândia de 20 dias e saiba onde ir, o que fazer e quais praias, templos e atrações conhecer pelo país!
O Roteiro Tailândia bom não é aquele que tenta encaixar o maior número possível de destinos. É o que entende que deslocamentos consomem horas, que uma linda ilha pode não compensar as conexões e que Bangkok merece mais do que uma visita apressada.
Para uma primeira viagem, 20 dias permitem montar uma rota bastante completa, com Bangkok, o norte cultural e as praias do sul sem transformar as férias em uma sequência de check-ins.
Mas também dá para fazer uma viagem muito boa em 7, 10 ou 15 dias, desde que você aceite cortar algumas coisas. Quer descobrir como? Continue lendo para descobrir como montar o roteiro Tailândia perfeito!
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Seguro viagem para Tailândia: faça sua cotação antes de fechar o roteiro
Antes de escolher hotel, passeio de barco ou voo interno, vale resolver uma parte menos divertida e justamente por isso frequentemente esquecida, o seguro viagem.
O atendimento médico particular na Tailândia pode representar uma despesa considerável, especialmente em destinos turísticos e ilhas, onde o viajante pode acabar dependendo de clínicas privadas.
O seguro viagem não substitui cuidados básicos, mas reduz bastante o impacto financeiro de situações que não estavam no roteiro, intoxicação alimentar, acidentes em passeios, problemas durante deslocamentos ou necessidade de atendimento médico.
No Seguros Promo, você consegue comparar diferentes seguradoras em uma única pesquisa, sem precisar abrir uma sequência de abas para descobrir qual plano oferece melhor combinação entre cobertura, preço e condições.
A comparação fica centralizada e transparente, o que facilita enxergar diferenças que não aparecem quando se olha apenas para o preço da primeira opção.
Quanto custa viajar para a Tailândia?
Embora as passagens aéreas saindo do Brasil representem a maior fatia do orçamento, o custo diário no país continua surpreendentemente acessível quando comparado à Europa ou América do Norte. Ou seja, a passagem é cara, o resto é barato.
Não existe voo direto do Brasil, toda rota passa por pelo menos uma conexão na Europa, no Oriente Médio ou na África, e o trecho de ida costuma levar entre 22 e 26 horas somando escalas.
Em agosto de 2026, a média de preço para um bilhete de ida e volta saindo de São Paulo ou Rio fica entre R$ 6.000 e R$ 9.000, podendo passar dos R$ 10.000 em dezembro e janeiro, quando a demanda dispara junto com a temporada seca.
A boa notícia é que, uma vez na Tailândia, o dinheiro rende de um jeito que surpreende. Um prato de comida de rua sai por menos de R$ 15, uma massagem de pés de meia hora custa o equivalente a um lanche e você pode dormir bem sem gastar uma fortuna.
| Item | Padrão econômico | Padrão intermediário |
|---|---|---|
| Diária de hospedagem | R$ 35 a R$ 110 / 220 a 700 THB (hostel/guesthouse) | R$ 150 a R$ 300 / 950 a 1.900 THB (hotel 3–4 estrelas) |
| Refeição | R$ 10 a R$ 16 / 65 a 100 THB (comida de rua) | R$ 45 a R$ 80 / 285 a 510 THB (restaurante local) |
| Transporte local | R$ 5 a R$ 15 / 30 a 95 THB (songthaew, ônibus) | R$ 25 a R$ 60 / 160 a 380 THB (Grab, táxi curto) |
| Massagem de pés (30 min) | R$ 20 a R$ 35 / 130 a 220 THB | R$ 80 a R$ 130 / 510 a 830 THB (spa de hotel) |
| Orçamento diário total | US$ 20 a US$ 30 / aproximadamente 650 a 970 THB | US$ 50 a US$ 100 / aproximadamente 1.620 a 3.240 THB |
*O baht flutua mais do que parece à primeira vista. Em julho de 2026, a cotação chegou a variar de R$ 0,15 a R$ 0,17 em poucas semanas, então qualquer estimativa fechada vale como referência, não como verdade absoluta. Confira a cotação do dia.
Quanto levar para 20 dias na Tailândia?
Para um casal em uma viagem intermediária, uma conta razoável para gastos dentro do país pode ficar entre 100 mil e 160 mil THB.
Isso equivale, pela cotação de referência de agosto de 2026, a aproximadamente R$ 15.700 a R$ 25.100 para duas pessoas, sem incluir passagens Brasil–Tailândia.
Quantos dias ficar na Tailândia?
A resposta muda bastante dependendo de quanto tempo você tem disponível.
Como a viagem do Brasil para a Tailândia já consome dois dias inteiros só de deslocamento (ida e volta), a lógica muda conforme o total de dias disponíveis:
- 7 dias: só dá para focar em Bangkok e um único destino de praia; esqueça o norte do país nessa janela.
- 10 dias: permite Bangkok, uma ilha do Mar de Andaman e talvez Krabi, mas ainda sem folga para o norte.
- 15 dias: equilíbrio para quem quer sentir Bangkok, o norte cultural (Chiang Mai) e pelo menos uma ilha com calma.
- 20 dias: dá para fazer a rota completa, com capital, norte e duas regiões de praia diferentes, sem correria.
- 30 dias: viagem de imersão real, com tempo de sobra para explorar tanto o Mar de Andaman quanto o Golfo da Tailândia.
Quem só tem 15 dias e insiste em incluir o norte do país junto com duas ilhas normalmente acaba se arrependendo. O tempo gasto em aeroportos e balsas consome o que deveria ser tempo de praia.
➤ Dica: escolha, ou o norte, ou duas ilhas, dificilmente os dois cabem com folga em duas semanas.
O que visitar na Tailândia em 7 dias
Uma semana exige uma escolha difícil, não tente conhecer o país inteiro. Para a primeira viagem, a combinação mais segura é Bangkok + Krabi/Railay.
- Dias 1 a 3: Bangkok, com templos, Chinatown e uma noite de gastronomia local.
- Dias 4 a 6: Krabi/Railay, incluindo praia, passeio de barco e um dia mais livre.
- Dia 7: voo de retorno.
➤ Dica: se você prefere contar com uma infraestrutura maior, uma boa alternativa é combinar Bangkok + Phuket. O mais importante é organizar os deslocamentos com antecedência para não transformar os últimos dias da viagem em uma correria entre ferry, van e avião.
O que visitar na Tailândia em 10 dias
Com dez dias, não tente fazer Bangkok + Chiang Mai + Phuket + Phi Phi + Krabi. Parece completo no papel, mas é muito cansativo na prática. Uma combinação mais racional é:
- Dias 1 a 3: Bangkok, incluindo Grand Palace, Wat Pho, Wat Arun, Chinatown e, se o terceiro dia for bem organizado, Ayutthaya.
- Dias 4 a 6: Chiang Mai, com Old City, Doi Suthep, mercado noturno e uma experiência ética com elefantes.
- Dias 7 a 9: Krabi, incluindo Railay e um passeio de barco.
- Dia 10: retorno a Bangkok e voo para conexão internacional.
Se a praia for a prioridade, corte Chiang Mai e use esses três dias extras no sul. O roteiro deixa de ser tão completo, mas fica muito menos fragmentado.
O que visitar na Tailândia em 15 dias
Quinze dias permitem uma viagem bem mais completa. O segredo é aceitar que Phuket não precisa entrar se você já estiver fazendo Krabi e Phi Phi.
| Dias | Base | Prioridades |
|---|---|---|
| 1–4 | Bangkok | Templos, Chinatown e Ayutthaya |
| 5–7 | Chiang Mai | Templos, Doi Suthep e elefantes |
| 8–11 | Krabi/Railay | Praias e ilhas |
| 12–14 | Koh Phi Phi | Passeios, snorkeling e praias |
| 15 | Bangkok | Retorno |
O que visitar na Tailândia em 20 dias
Vinte dias são suficientes para fazer a clássica viagem de norte a sul, mas não para conhecer “toda a Tailândia”.
O roteiro abaixo prioriza lugares que se complementam, Bangkok para entender a escala urbana do país, Ayutthaya para a história, Chiang Mai para o norte e Krabi/Phi Phi para o litoral.
| Dias | Destino | O que fazer |
|---|---|---|
| 1–4 | Bangkok | Templos, Chinatown, mercados e Ayutthaya |
| 5–8 | Chiang Mai | Centro histórico, Doi Suthep, elefantes e mercados |
| 9–12 | Krabi/Railay | Praias, Hong Islands e passeios de barco |
| 13–16 | Koh Phi Phi | Ilhas, snorkeling e Maya Bay |
| 17–19 | Phuket | Old Town, praia e passeio opcional |
| 20 | Bangkok | Voo internacional |
Dias 1 a 4: Bangkok e Ayutthaya
Bangkok não funciona bem quando você tenta atravessá-la de um lado para outro no mesmo dia.
A solução é agrupar atrações por região e começar cedo, principalmente os templos.
- Dia 1: chegada, descanso e um primeiro contato com a cidade.
- Dia 2: Grand Palace, Wat Phra Kaew, Wat Pho e Wat Arun.
- Dia 3: Chinatown pela manhã e Yaowarat à noite.
- Dia 4: bate-volta para Ayutthaya.
Para aprofundar a capital, vale cruzar este roteiro com o guia atualizado do blog sobre o que fazer em Bangkok em 2026.
Dias 5 a 8: Chiang Mai
Chiang Mai é uma das partes mais fáceis de subestimar no primeiro roteiro.
Ela não tem a quantidade de atrações “obrigatórias” de Bangkok, mas é justamente onde a viagem pode desacelerar.
- Dia 5: voo para Chiang Mai e caminhada pela Old City, com Wat Chedi Luang e Wat Phra Singh.
- Dia 6: santuário de elefantes, como o Elephant Nature Park.
- Dia 7: Doi Suthep e bairros da cidade antiga.
- Dia 8: mercado noturno, aula de culinária ou um dia sem agenda rígida.
Dias 9 a 12: Krabi e Railay
Krabi funciona bem no roteiro porque concentra praias, falésias e passeios de barco sem exigir uma troca de hotel a cada atração:
- Dia 9: chegada a Krabi, check-in e tarde tranquila em Railay West.
- Dia 10: passeio de barco pelas Hong Islands ou pelas Four Islands.
- Dia 11: manhã em Phra Nang Beach e tempo para explorar as trilhas e formações rochosas de Railay.
- Dia 12: dia livre para voltar à praia favorita, fazer caiaque ou simplesmente descansar.
Dias 13 a 16: Koh Phi Phi
Koh Phi Phi é um dos lugares mais famosos da Tailândia, mas isso também significa lidar com mais movimento.
Se as praias tranquilas são prioridade, vale considerar ficar mais tempo em Railay e reduzir Phi Phi.
- Dia 13: chegada a Koh Phi Phi, check-in e passeio pelo centro de Tonsai ou Long Beach.
- Dia 14: passeio de barco pelas principais atrações do arquipélago, incluindo Maya Bay e Pileh Lagoon.
- Dia 15: manhã para snorkeling ou mergulho e tarde livre para aproveitar a ilha sem depender de excursão.
- Dia 16: alugue um long tail boat privativo e escolha praias e pontos de banho conforme as condições do mar.
Dias 17 a 19: Phuket
Phuket é grande o suficiente para oferecer experiências completamente diferentes, e justamente por isso não faz sentido tentar conhecê-la inteira em poucos dias.
Depois de uma sequência de praias e passeios de barco, use esse trecho para mudar o ritmo.
- Dia 17: chegada a Phuket e tarde livre em Kata ou Karon Beach.
- Dia 18: explore Phuket Old Town e aproveite a gastronomia local.
- Dia 19: reserve o dia para praia ou para um passeio que realmente interesse a você.
- Dia 20: Bangkok e retorno ao Brasil
➤ Dica: o último dia deve ser tratado com um pouco mais de cautela do que parece. Se o voo internacional parte de Bangkok, não transforme um voo doméstico em uma conexão apertada.
Roteiro Tailândia e Indonésia em 15 dias
Um roteiro Tailândia e Indonésia em 15 dias é possível, mas exige aceitar uma viagem mais superficial.
O problema não está apenas no voo internacional, cada troca de país adiciona deslocamento até aeroporto, check-in, imigração, espera e transporte até a hospedagem.
Se a ideia for fazer os dois de qualquer maneira, uma divisão razoável seria:
| Dias | Destino | Base |
|---|---|---|
| 1–3 | Bangkok | Bangkok |
| 4–7 | Sul da Tailândia | Krabi ou Phuket |
| 8–11 | Bali | Ubud |
| 12–14 | Bali | Uluwatu ou região de praias |
| 15 | Retorno | Aeroporto |
Não tente colocar Bangkok + Chiang Mai + Phuket + Phi Phi + Ubud + Uluwatu nessa conta. O mapa faz parecer viável, mas o aeroporto discorda.
Para quem quer conhecer melhor a Tailândia, 15 dias só no país são uma viagem melhor. Para quem quer necessariamente combinar os destinos, concentrar a Indonésia em Bali evita acrescentar mais voos domésticos.
Onde se hospedar na Tailândia
Na Tailândia, a localização costuma importar mais do que economizar alguns reais na diária.
Um hotel barato, mas longe de transporte ou da área em que você passará os dias, pode gerar uma conta maior em deslocamentos e, pior, fazer você perder horas.
A escolha muda bastante de cidade para cidade:
| Destino | Região recomendada | Para quem |
|---|---|---|
| Bangkok | Sukhumvit | Primeira viagem e praticidade |
| Bangkok | Rattanakosin | Templos e centro histórico |
| Bangkok | Chinatown | Gastronomia e vida noturna |
| Bangkok | Riverside | Mais luxo e menos trânsito |
| Bangkok | Khao San Road | Mochileiros e vida noturna |
| Chiang Mai | Old City | Primeira visita |
| Phi Phi | Tonsai | Vida noturna e praticidade |
| Phi Phi | Long Beach | Mais tranquilidade |
| Krabi | Ao Nang | Passeios e infraestrutura |
| Railay | Railay West/East | Experiência de praia |
| Phuket | Kata/Karon | Praia sem ficar no centro da festa |
| Phuket | Old Town | Gastronomia e arquitetura |
Onde ficar em Chiang Mai
A Old City é a melhor escolha para a primeira visita. Você fica perto dos templos, cafés, mercados e restaurantes e consegue fazer boa parte do roteiro a pé.
Também recomenda-se a mais moderna Nimman, mas isso significa abrir mão da pegada histórica.
Onde ficar em Krabi e Railay
Ao Nang é melhor para quem pretende fazer muitos passeios de barco e quer variedade de restaurantes.
Railay é mais interessante para quem vê a própria hospedagem como parte da experiência. O inconveniente é logístico, você depende de barco para chegar e sair.
Onde ficar em Koh Phi Phi
Tonsai é uma opção prática para quem quer bares, restaurantes e movimento. Long Beach faz mais sentido para quem quer dormir perto de uma praia mais tranquila.
Qual é a melhor época para visitar a Tailândia?
Depende da região. A Tailândia é influenciada por diferentes regimes de monções, portanto não faz sentido tratar o país inteiro como se tivesse exatamente a mesma temporada de chuva:
| Região | Melhor época | Por quê? |
|---|---|---|
| Bangkok e Ayutthaya | Novembro a fevereiro | O clima é mais seco e menos quente, o que facilita os passeios ao ar livre, especialmente entre templos e ruínas. |
| Chiang Mai e Chiang Rai | Novembro a fevereiro | Fase mais agradável para explorar templos, mercados e áreas montanhosas, com clima ameno e pouca chuva. |
| Phuket, Krabi e Koh Phi Phi | Novembro a abril | A costa de Andaman costuma ter melhores condições de mar e menos chuva, favorecendo praias e passeios de barco. |
| Koh Samui, Koh Phangan e Koh Tao | Janeiro a agosto | As ilhas têm regime de chuvas diferente da costa de Andaman e são uma boa alternativa durante o período de monções. |
E se a viagem for em julho ou agosto?
Não significa que você precise cancelar a Tailândia. Significa que precisa parar de pensar em “Tailândia = sol garantido”.
Em julho e agosto, o sul pode ter chuva e mar bravo em partes da costa de Andaman. Dependendo das condições, o Golfo da Tailândia pode ser uma alternativa melhor.
Maya Bay também costuma ter fechamento de conservação nesse período.
Qual a documentação necessária para entrar na Tailândia?
Brasileiros podem entrar na Tailândia sem visto de turismo por até 90 dias, mas há um detalhe novo que não existia nos roteiros antigos, o Thailand Digital Arrival Card (TDAC):
- Passaporte válido: tenha pelo menos seis meses de validade para evitar problemas no embarque e na entrada.
- Visto: brasileiros não precisam de visto de turismo para estadias de até 90 dias.
- TDAC: obrigatório para estrangeiros que entram na Tailândia por via aérea, terrestre ou marítima.
- Febre amarela: brasileiros ou viajantes que chegam de áreas de risco precisam apresentar as informações/certificação exigidas pelas autoridades sanitárias.
- Comprovantes da viagem: é prudente ter passagem de saída, hospedagem e recursos para a permanência disponíveis, caso sejam solicitados.
Vale lembrar que o TDAC deve ser preenchido dentro dos três dias anteriores à chegada e não é um visto. O sistema substituiu o antigo formulário de chegada em papel.
Que moeda levar para Tailândia?
A moeda oficial é o baht tailandês (THB).
Em agosto de 2026, R$ 1 equivalia a aproximadamente 6,38 THB na cotação de referência, mas o câmbio utilizado por bancos, cartões e casas de câmbio pode ser diferente.
A estratégia mais prática é combinar cartão internacional com dinheiro em espécie:
- Cartão internacional: boa opção em hotéis, shoppings e restaurantes maiores.
- Dinheiro em THB: útil para pequenas transações em mercados, barracas, pequenos restaurantes e templos.
- Cartão de débito internacional: melhores tarifas para compras e saques em espécie.
- Dólar/euro: úteis para transações em casas de câmbio, com cotação mais favorável.
- Real brasileiro: não vale a pena, pois é pouco ou nada útil para câmbio.
Vale a pena trocar dinheiro no aeroporto?
Não. O aeroporto é conveniente, mas conveniência e melhor cotação não são sinônimos.
Em Bangkok, compare casas de câmbio e, se possível, faça uma primeira troca pequena para cobrir transporte e alimentação.
Também evite aceitar conversão automática do cartão para reais quando a máquina oferecer essa opção.
Se aparecer a escolha entre pagar em BRL ou THB, normalmente faz mais sentido escolher THB, deixando a conversão para o emissor do cartão.
Como se locomover na Tailândia: apps de transporte Grab e Bolt salvam o orçamento
Em cidades grandes como Bangkok e, principalmente, em destinos praianos como Phuket, negociar preço com taxistas ou motoristas de tuk-tuk pode ser cansativo e resultar em cobranças inflacionadas para turistas.
A solução mais prática e previsível é baixar os aplicativos Grab (o equivalente ao Uber no Sudeste Asiático) e Bolt.
Além de eliminar a barreira do idioma, já que você define o destino diretamente no mapa, os apps mostram o valor exato da corrida antes de confirmar, aceitam cartão internacional ou pagamento em dinheiro (THB) e evitam desgaste em negociações.
Conectividade na Tailândia: como se manter “on”
Ter internet funcionando assim que o avião toca o solo facilita imensamente a logística na Tailândia, permite chamar transporte por aplicativo, consultar mapas offline, traduzir cardápios e acessar vouchers de reserva.
O roaming das operadoras brasileiras costuma ser caríssimo, por isso a melhor estratégia é resolver a conexão com antecedência ou no próprio aeroporto:
- eSIM (Chip Virtual): opção mais prática para celulares compatíveis, pode ser comprado e configurado antes mesmo de sair do Brasil (via plataformas como Airalo, Holafly ou Nomad).
- Chip físico local (AIS, DTAC ou TrueMove): há balcões das principais operadoras no desembarque dos aeroportos internacionais ou em qualquer 7-Eleven. Planos turísticos para 15 a 30 dias costumam custar entre 300 e 600 THB.
Dicas para conhecer a Tailândia com segurança e economia!
A Tailândia é simples de explorar, mas os problemas mais comuns aparecem nos detalhes, preços de transporte, passeios pouco transparentes, excesso de bagagem e roteiros apertados demais.
Não aceite o “templo está fechado”
Em Bangkok, motoristas ou desconhecidos podem dizer que um templo está fechado e oferecer um passeio alternativo com paradas em lojas.
Antes de mudar seus planos, confirme a informação em um canal oficial ou diretamente na atração.
Tuk-tuk é divertido, mas não é necessariamente barato
Andar de tuk-tuk faz parte da experiência, mas não costuma ser a opção mais econômica para longos deslocamentos.
Em Bangkok, transporte sobre trilhos e aplicativos são mais previsíveis, se escolher o tuk-tuk, negocie o preço antes de entrar.
Pense duas vezes antes de alugar uma scooter
Nas ilhas, a scooter parece prática, mas estradas sinuosas, areia, chuva, mão inglesa e pouca experiência podem causar problemas.
Só alugue se tiver documentação adequada, seguro viagem e autorização para dirigir no exterior.
Mala pequena faz mais diferença do que parece
Em Railay, Phi Phi e outras ilhas, o desembarque pode acontecer diretamente na praia ou em pequenos barcos.
Para roteiros com muitas ilhas, a mala de bordo ou mochila costuma ser mais funcional do que uma mala grande com rodinhas.
Água: não economize no lugar errado
Prefira água engarrafada e tenha atenção ao gelo e à higiene, sem precisar evitar street food. Barracas cheias de moradores costumam ser uma boa referência.
Se não está acostumado a pimenta, comece com pratos mais suaves.
Coma fora da rota turística
Pad Thai, mango sticky rice e pad kra pao são apenas o começo da culinária tailandesa.
Para gastar menos e comer melhor, caminhe por algumas ruas além das atrações principais e procure lugares cheios de moradores.
Reserve com antecedência apenas o que realmente precisa
Hotéis disputados, voos internos e experiências concorridas merecem planejamento, mas não é necessário organizar cada refeição e passeio.
Defina a rota e as bases com antecedência, deixando espaço para adaptar os dias ao clima e à disposição.
Escolha atrações de animais com muito critério
“Santuário” não garante tratamento responsável, especialmente no caso dos elefantes. Evite montarias, shows e contato forçado.
Prefira projetos que priorizem observação e comportamento natural, como os programas sem montaria do Elephant Nature Park.
Não transforme Maya Bay em teste de resistência
Maya Bay é espetacular, mas também pode estar lotada mesmo nos primeiros horários, apesar das promessas de chegar antes de todo mundo.
Se você não gosta de multidões, considere praias menores e pontos de snorkeling menos disputados.
Seguro viagem para Tailândia com menor preço: compare antes de comprar
Depois de montar um roteiro com voos, hotéis, barcos e passeios, o seguro viagem pode parecer apenas mais uma despesa.
Na prática, ele funciona como uma proteção financeira para uma viagem que está muito longe de casa.
Afinal, sua viagem provavelmente vai envolver atividades como barco, trilhas, mergulho, alimentação diferente e deslocamentos frequentes.
A vantagem de pesquisar pelo Seguros Promo é não precisar consultar uma seguradora por vez. A plataforma pesquisa diferentes opções simultaneamente e coloca planos, coberturas, preços e condições lado a lado.
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Perguntas frequentes sobre roteiro Tailândia
As dúvidas que aparecem antes de uma viagem à Tailândia geralmente não são sobre falta de atrações. O problema é decidir o que cortar, quando ir e como evitar que os deslocamentos consumam metade das férias:
Quanto custa viajar para a Tailândia em 2026?
Uma viagem intermediária pode custar aproximadamente 2.500 a 5.000 THB por pessoa por dia, sem passagem internacional. Isso dá cerca de R$ 392 a R$ 785 por dia pela cotação de referência de agosto de 2026.
Quantos dias são suficientes para conhecer a Tailândia?
15 dias são um bom equilíbrio para uma primeira viagem. Com 20 dias, é possível incluir Bangkok, Ayutthaya, Chiang Mai e o litoral com menos correria. Com sete dias, escolha Bangkok + uma região de praia.
É melhor ficar em Phuket ou Krabi?
Krabi é melhor para quem prioriza paisagens naturais, Railay e passeios de barco. Phuket oferece mais infraestrutura, vida noturna, variedade de hotéis e aeroporto.
Vale a pena fazer Bangkok, Chiang Mai e praias em 10 dias?
Sim, mas sem adicionar muitas ilhas. Uma divisão de três dias em Bangkok, três em Chiang Mai e três no sul, deixando o décimo dia para conexão, é mais realista do que tentar visitar quatro ou cinco destinos.
Maya Bay vale a pena?
Vale para quem faz questão de conhecer o cenário do filme A Praia e aceita uma experiência turística bastante disputada. Para quem prefere tranquilidade, existem alternativas melhores.
Preciso de visto para viajar à Tailândia?
Brasileiros não precisam de visto de turismo para permanecer no país por até 90 dias.
O TDAC é obrigatório?
Sim. O Thailand Digital Arrival Card é obrigatório para estrangeiros que entram na Tailândia por terra, mar ou ar, salvo exceções específicas, como determinados trânsitos sem passagem pela imigração. O formulário pode ser enviado até três dias antes da chegada.
A vacina contra febre amarela é obrigatória?
Sim, para viajantes brasileiros ou que partem do Brasil, há exigências relacionadas à febre amarela. A Embaixada da Tailândia orienta que brasileiros forneçam as informações de vacinação exigidas no processo de chegada.
É seguro viajar de moto pela Tailândia?
Pode ser, mas não é uma boa ideia para quem não tem experiência com motocicletas, não conhece o trânsito local ou não possui a documentação necessária. O aluguel fácil e barato não elimina os riscos de acidente.
Preciso contratar seguro viagem para entrar na Tailândia?
O seguro viagem não é, em regra, um documento que determina a entrada do turista brasileiro na Tailândia. Ainda assim, é uma proteção importante porque despesas médicas particulares, especialmente em hospitais privados, podem ser altas.
Cartão funciona na Tailândia?
Sim, especialmente em hotéis, shoppings e restaurantes maiores. Mas dinheiro continua sendo necessário para mercados, barracas, pequenos estabelecimentos, alguns templos e diversas situações nas ilhas.
Posso beber água da torneira?
É melhor evitar, ou você corre o risco de encarar problemas gastrointestinais. Prefira água engarrafada.
Qual é a melhor região para ficar em Bangkok?
Para uma primeira viagem, Sukhumvit, pela combinação prática de transporte, restaurantes e hospedagem. Para ficar perto dos templos, Rattanakosin é mais interessante.
Dá para combinar Tailândia e Indonésia em 15 dias?
Dá, mas será uma viagem mais corrida. Uma divisão de cerca de sete dias na Tailândia e oito em Bali funciona melhor do que tentar incluir várias ilhas e cidades nos dois países.
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