Viagem para Itália: guia completo e atualizado para 2026
Veja como preparar uma viagem para Itália. Confira quais são as regiões, os melhores destinos, informações essenciais, dicas e mais.
Quem nunca sonhou com uma viagem para Itália que atire a primeira pedra! O país das massas, dos patrimônios da Unesco, do Império Romano e do Renascimento é um dos lugares mais cobiçados do planeta.
E talvez seja por isso que planejar uma viagem para lá pode parecer tão assustador.
São tantas cidades incríveis, regiões diferentes e experiências disputando espaço no roteiro que bate aquela indecisão clássica de não saber por onde começar.
Neste guia, você vai saber o que é necessário para montar seu roteiro pelo país: com destinos, a melhor época para ir, quantos dias reservar e muito mais!
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Atenção: o seguro viagem para Itália é obrigatório!
Antes de reservar hotel ou comprar passagem, tem um item que não é opcional: o seguro viagem.
Para entrar em qualquer país do Tratado de Schengen, do qual a Itália faz parte, a proteção com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares é exigida pela imigração.
Além da obrigatoriedade, é um item essencial, já que o atendimento médico na Europa é caro, e uma hospitalização pode consumir o orçamento da viagem.
Com o seguro, você fica coberto para emergências, extravio de bagagem, cancelamento de voo e uma série de outros imprevistos.
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Entenda as regiões e o mapa da Itália
A Itália, abriga grandes regiões turísticas com personalidades completamente diferentes:
- O norte (Lombardia, Piemonte, Vêneto), mais frio, mais industrial e com cidades como Milão, Veneza, Verona, Trieste.
- O centro (Toscana, Lácio), onde ficam alguns dos destinos mais famosos, como guarda Florença, Siena e Roma.
- O sul (Campânia, Sicília), que tem o calor do Mediterrâneo, Nápoles, a Costa Amalfitana e a maior ilha da Europa.
Cada região entrega uma experiência diferente. O norte tende a ser mais urbano e estruturado; o centro concentra cidades históricas famosas; o sul é mais caótico, autêntico e, muitas vezes, mais barato.
Como explorar as regiões no seu roteiro de viagem para Itália?
A malha ferroviária italiana é uma das melhores da Europa, o que facilita muito a circulação entre regiões. Ainda assim, tentar cobrir o país inteiro em uma só viagem é receita para cansaço.
O ideal é escolher uma ou duas regiões para aprofundar, e deixar o restante para uma próxima vez.
➤ Dica prática: compre os ingressos para as principais atrações com antecedência, pela internet. Além de furar a fila, você ainda garante descontos que podem ser bem generosos nas datas de pico.
Cidades para conhecer em uma viagem pela Itália
Montar o roteiro de cidades é a parte mais prazerosa — e mais difícil — de qualquer viagem para Itália. O país tem destinos incríveis espalhados de norte a sul, e cada um oferece uma experiência completamente diferente.
A seguir, um olhar sobre as principais cidades para incluir no seu itinerário italiano:
Roma
Capital do país e uma das cidades mais visitadas do mundo, Roma concentra uma densidade histórica que poucos lugares conseguem competir, e montar um roteiro pela cidade requer organização.
Cada bairro tem séculos de história empilhados:
- Onde fica: região central do Lácio, no centro-oeste da Itália
- Como chegar: voos diretos do Brasil para o Aeroporto Internacional de Fiumicino (FCO); trem a partir de Florença (1h30 de viagem) e Nápoles (2h40)
- Principais atrações: Coliseu, Fórum Romano, Vaticano e seus museus, Fontana di Trevi, Panteão, Piazza Navona e o bairro de Trastevere
➤ Dicas práticas: compre o ingresso do Coliseu com pelo menos 2 a 3 semanas de antecedência; a fila sem ingresso pode passar de 3 horas nos meses de pico. E não se esqueça de adquirir um chip de celular, para se localizar na cidade com eficiência, e um seguro viagem para proteção.
Florença
Berço do Renascimento, e uma das cidades mais ricas em arte e arquitetura do mundo, Florença tem o centro histórico tombado como Patrimônio Mundial pela Unesco.
É um destino para quem deseja entender de onde vem boa parte da arte e cultura ocidental.
- Onde fica: na Toscana, região central da Itália
- Como chegar: trem de alta velocidade a partir de Roma (1h30) ou de Veneza (2h); o Aeroporto de Florença (FLR) também recebe voos internacionais com conexão
- Principais atrações: Galeria degli Uffizi, Galeria dell’Accademia (estátua de Davi), Ponte Vecchio, Piazza della Signoria, Catedral Santa Maria del Fiore e o mirante de Michelangelo
Veneza
Construída sobre mais de 100 ilhas e ilhotas no meio de uma lagoa, Veneza revoluciona a lógica urbana.
O labirinto de canais, pontes e ruelas medievais cria um cenário que parece irreal mesmo quando você está dentro dele.
- Onde fica: nordeste da Itália, região do Vêneto, na costa do Mar Adriático
- Como chegar: trem de alta velocidade a partir de Milão (2h20) ou de Florença (2h); voos com conexão para o Aeroporto Marco Polo (VCE)
- Principais atrações: Praça São Marcos, Basílica de São Marcos, Palácio Ducal, Ponte dei Sospiri, ilha de Murano (vidro artesanal) e ilha de Burano (casas coloridas)
➤ Dica prática: o passeio de gôndola custa em torno de €80 para até 5 pessoas por 30 minutos; vale dividir com outros viajantes para reduzir o custo individual.
Milão
A capital econômica da Itália é também sua vitrine para o mundo da moda, do design e dos negócios.
Milão tem uma energia diferente das outras cidades italianas: é mais cosmopolita, agitada e contemporânea, sem abrir mão de seu rico patrimônio histórico.
- Onde fica: norte da Itália, região da Lombardia, próxima aos lagos e aos Alpes
- Como chegar: o Aeroporto de Malpensa (MXP) recebe voos internacionais; de trem, fica a 1h20 de Verona, 2h de Florença e 3h de Roma
- Principais atrações: Duomo di Milano, Galeria Vittorio Emanuele II, Castello Sforzesco, Parque Sempione e o bairro de Brera
➤ Dica prática: o Cenáculo de Leonardo da Vinci (O Último Jantar) aceita apenas grupos pequenos e com hora marcada; agende com grande antecedência.
Nápoles
Caótica, barulhenta, apaixonante, Nápoles é um dos principais polos gastronômicos da Europa e a capital mundial da pizza.
Mas vai muito além da gastronomia: o patrimônio histórico e arqueológico da cidade é de fazer queixo cair.
- Onde fica: sul da Itália, região da Campânia
- Como chegar: trem de alta velocidade a partir de Roma (1h10); o Aeroporto Internacional de Nápoles (NAP) tem conexões com as principais capitais europeias
- Principais atrações: Museu Arqueológico Nacional, Piazza del Plebiscito, Palazzo Reale di Napoli, Igreja di San Francesco di Paola e o centro histórico tombado pela Unesco
➤ Dica prática: Pompeia fica a apenas 30 minutos de trem regional (Circumvesuviana) e é uma excursão de meio dia a partir de Nápoles que vale muito a pena.
Verona
Lar da história mais famosa de Shakespeare e de uma das arenas romanas mais preservadas do mundo, Verona surpreende com substância histórica e cultural própria.
O destino é perfeito para quem quer uma viagem para Itália com clima romântico.
- Onde fica: nordeste da Itália, região do Vêneto, próxima ao Lago de Garda
- Como chegar: trem de alta velocidade a partir de Milão (1h20) ou de Veneza (1h10); de carro, fica no cruzamento das rodovias A4 (Milão–Veneza) e A22 (Brennero)
- Principais atrações: Arena di Verona (30 a.C., ainda em uso), Casa de Julieta com a famosa varanda, Piazza delle Erbe, Castelvecchio e a Catedral de Verona
➤ Dica prática: a Arena di Verona sedia óperas e shows ao ar livre no verão, sendo uma das experiências mais memoráveis na Itália.
Capri
Pequena, glamourosa e rodeada pelo Mediterrâneo mais azul que você já viu, Capri é um dos destinos de verão mais disputados da Itália.
A ilha tem praias cristalinas, festas animadas e mirantes deslumbrantes.
- Onde fica: ilha na baía de Nápoles, no sul da Itália, região da Campânia
- Como chegar: de barco a partir de Nápoles (50 min de ferry rápido) ou de Sorrento (25 min de aliscafo); não há acesso por terra nem via aérea
- Principais atrações: Gruta Azul, La Piazzetta di Capri (com teleférico), Jardins de Augustus, Marina Grande e os Faraglioni (rochedos icônicos no mar)
➤ Dica prática: vá à Gruta Azul de manhã cedo para evitar filas e aproveitar a iluminação natural no interior da caverna; o ingresso para a gruta é pago separadamente do barco.
Costa Amalfitana
Um dos roteiros mais fotografados da Europa, a Costa Amalfitana é pura beleza concentrada: cidades medievais penduradas nas falésias, mar azul-turquesa e estradas de tirar o fôlego que serpenteiam entre o mar e a rocha.
- Onde fica: sul da Itália, região da Campânia, entre Sorrento e Salerno
- Como chegar: de Nápoles, pegue trem até Salerno ou Sorrento e depois o ônibus SITA ou barco entre as comunas
- Principais atrações: Positano (a mais fotogênica), Amalfi (catedral e centro histórico), Ravello (jardins históricos e vista panorâmica), Praiano e Atrani
➤ Dica prática: visite em maio, junho ou setembro. Julho e agosto são belíssimos, mas o trânsito e as multidões atingem o pico máximo.
Sorrento
Construída no topo de uma falésia com vista para a baía de Nápoles, Sorrento tem um charme particular: o centro histórico medieval com becos de pedra e o movimento das marinas formam um contraste que funciona muito bem.
- Onde fica: sul da Itália, Campânia, extremo norte da Península de Sorrento
- Como chegar: trem Circumvesuviana a partir de Nápoles (1h10); de carro pela A3 até Castellammare di Stabia e depois a SS145
- Principais atrações: Igreja di San Francesco (século XV), Piazza Tasso, o porto de Marina Grande, o Museo Correale e os mirantes sobre a baía de Nápoles
➤ Dica prática: Sorrento funciona muito bem como base para explorar Capri, Pompéia e a Costa Amalfitana, com barcos e trens regionais que saem com frequência.
Pisa
Muito além da foto clássica com o braço esticado, Pisa é uma cidade universitária com séculos de história e um conjunto monumental que vai muito além da torre inclinada.
Incluí-la no roteiro de viagem para Itália faz muito sentido logístico e cultural.
- Onde fica: noroeste da Toscana, a 80 km de Florença e próxima ao Mar Tirreno
- Como chegar: trem regional saindo de Florença (1h) ou Lucca (30 min); o Aeroporto Galileo Galilei (PSA) fica a 3 km do centro e tem conexões europeias
- Principais atrações: Torre de Pisa, Catedral de Pisa, Batistério, Camposanto Monumentale (todos na Piazza dei Miracoli) e as muralhas medievais bem-preservadas.
➤ Dica prática: o topo da Torre de Pisa (296 degraus) tem capacidade limitada e acesso por horário marcado, então reserve online antes de chegar.
Siena
Siena é uma cidade medieval com mais de 800 anos de história preservada quase intacta e um dos centros históricos mais belos da Itália.
Mais tranquila e menos turística do que Florença, é ideal para quem quer uma experiência mais autêntica e contemplativa.
- Onde fica: centro da Toscana, a 70 km ao sul de Florença
- Como chegar: ônibus da Flixbus ou da Tiemme a partir de Florença (1h15 — o trem exige baldeação e é mais lento); de carro pela SS2 ou pela A1
- Principais atrações: Piazza del Campo (palco do Palio), Catedral de Siena, Museu dell’Opera del Duomo, Torre del Mangia e Palazzo Pubblico
Sicília
Sicília, a maior ilha do Mediterrâneo, e uma das regiões mais fascinantes da Itália, merece uma viagem específica, mas cabe muito bem num roteiro mais longo.
Palermo, Catânia, Siracusa e Taormina são cidades históricas tombadas simplesmente imperdíveis.
- Onde fica: extremo sul da Itália, separada do continente pelo Estreito de Messina
- Como chegar: voos saindo de Roma, Milão e Nápoles para Palermo (PMO) ou Catânia (CTA); de barco de Villa San Giovanni até Messina (20 min)
- Principais atrações: Vulcão Etna (saindo de Catânia), Valle dei Templi em Agrigento, Palermo (Catedral e Palazzo dei Normanni), Siracusa (Ilha de Ortigia) e as praias de Taormina
➤ Dica prática: a subida ao Etna exige guia credenciado acima de determinada altitude; contrate o passeio em Catânia ou Nicolosi.
Qual a melhor época do ano para ir para a Itália?
A resposta depende do que você quer viver, de quanto está disposto a gastar e de quanto suporta a multidão. Veja o que esperar de cada época:
| Época | Temperatura média | Custo | Movimento |
|---|---|---|---|
| Dez–Mar (exceto festas) | 0°C a 12°C | Baixo | Baixo |
| Abr–Jun | 15°C a 25°C | Médio | Médio |
| Jul–Ago | 25°C a 38°C | Alto | Alto |
| Set–Nov | 15°C a 28°C | Médio | Médio–Baixo |
Inverno (dezembro a março)
Temperaturas abaixo de 0°C no norte, muitas atrações fechadas fora dos grandes centros, mas preços significativamente menores em passagens e hospedagem.
É a melhor época para quem quer esquiar nos Alpes ou visitar a Itália pagando menos.
Melhores destinos de inverno na Itália: Trento, Veneza, Pádua, Milão, Turim, Dolomitas (para esqui) e Roma.
Primavera (abril a junho)
A meia-estação mais recomendada, com temperaturas agradáveis entre 15°C e 25°C, flores na Toscana, e turismo fora do pico de julho e agosto.
É um dos melhores momentos para uma viagem para Itália.
Melhores destinos de primavera na Itália: Florença, Roma, Cinque Terre, Verona e Bolonha.
Verão (junho a setembro)
O verão é a alta temporada, com calor intenso (podendo passar dos 35°C no sul), filas nas principais atrações e preços no topo.
Mas também é quando a Costa Amalfitana e Capri estão no seu melhor, e os dias longos permitem aproveitar mais.
Melhores destinos de verão na Itália: Salento, Costa Amalfitana, Portofino, Capri, Bari, Sicília, Sardenha, Gênova, Sanremo e Nápoles.
Outono (setembro a novembro)
A segunda melhor meia-estação, com temperaturas que baixam de forma agradável, vindimas na Toscana que criam um cenário único e um fluxo de turistas menor.
Setembro ainda tem aquele calor de verão com preços mais equilibrados.
Melhores destinos de outono na Itália: Toscana, Roma, Piemonte, Milão e Lago de Como.
Quantos dias ficar na Itália?
O mínimo para uma experiência razoável é 10 dias. O ideal, para quem quer ir além do circuito clássico, é 15 dias ou mais.
O país é grande, as cidades são densas em atrações e os deslocamentos consomem tempo. Veja só!
O que fazer na Itália em 10 dias
Para quem viaja pela primeira vez, o roteiro de viagem pela Itália de 10 dias cobre o essencial com conforto.
Você percorre a Itália de sul a norte aproveitando os trens de alta velocidade, sem pressa e com tempo suficiente para ir além dos cartões-postais de cada cidade:
- Dias 1–3: Roma (Coliseu, Vaticano, Fontana di Trevi, Pantheon, Trastevere)
- Dia 4: deslocamento Roma–Florença de trem (1h30 com Frecciarossa)
- Dias 4–6: Florença (Galeria degli Uffizi, Galeria dell’Accademia, Ponte Vecchio, Piazza della Signoria)
- Dia 7: excursão a Siena e San Gimignano a partir de Florença
- Dia 8: deslocamento Florença–Veneza de trem (2h com alta velocidade)
- Dias 8–10: Veneza (Praça São Marcos, Palácio Ducal, Murano, Burano, passeio de gôndola)
O que fazer na Itália em 15 dias
O roteiro de 15 dias na Itália é para quem quer ver o sul, que costuma ficar de fora dos roteiros mais curtos e é, em muitos aspectos, a parte mais surpreendente do país.
A ideia aqui é começar pelo sul (Nápoles, Capri e Costa Amalfitana), subir pelo centro e terminar no norte:
- Dias 1–3: Roma
- Dia 4: Nápoles (saída de trem de Roma, 1h10)
- Dia 5: Excursão a Capri ou Pompéia a partir de Nápoles
- Dia 6: Costa Amalfitana (Positano, Amalfi, Ravello, de barco entre as cidades)
- Dia 7: Sorrento e deslocamento para Florença (trem via Roma)
- Dias 8–9: Florença
- Dia 10: Siena e Toscana (excursão de ônibus ou carro saindo de Florença)
- Dia 11: Pisa (trem regional a partir de Florença, 1h)
- Dias 12–13: Veneza
- Dia 14: Verona (2h de trem de Veneza)
- Dia 15: Milão (1h20 de trem de Verona, com voo de retorno a partir de Malpensa)
Viagem para Itália: como se locomover no país?
A boa notícia para quem vai planejar uma viagem para Itália é que o país tem uma das melhores infraestruturas de transporte da Europa.
Por outro lado, cada modalidade funciona melhor em um contexto específico. Veja as melhores opções:
Trens de alta velocidade
São úteis em qualquer roteiro de viagem para Itália. A Trenitalia (Frecciarossa) e a Italo operam trajetos entre os principais destinos com rapidez e conforto.
➤ Regra de ouro: compre com no mínimo 60 a 90 dias de antecedência. A abertura das vendas acontece com 120 dias, e os preços mais baixos somem rápido.
| Trecho | Tempo | Preço médio (antecipado) |
|---|---|---|
| Roma → Florença | 1h30 | €15–€30 |
| Florença → Veneza | 2h | €20–€40 |
| Roma → Nápoles | 1h10 | €15–€25 |
| Milão → Veneza | 2h20 | €20–€35 |
| Verona → Milão | 1h20 | €10–€25 |
Trens regionais
Mais lentos e mais baratos, são perfeitos para trajetos curtos dentro de uma região.
Não precisam de reserva antecipada, mas exigem validação da passagem antes de embarcar, e esquecer disso gera multa.
Veja quanto custam em média alguns trechos famosos:
- Florença–Pisa: 1h, ~€9
- Nápoles–Pompéia: 30 min, ~€3
- Milão–Bergamo: 50 min, ~€5
Transporte urbano
O transporte coletivo na Itália é eficiente e atende muito bem os turistas, especialmente nas maiores cidades, onde a infraestrutura inclui vários modais de transporte.
- Metrô: Roma (3 linhas) e Milão (5 linhas) têm metrô eficiente; um bilhete simples custa cerca de €1,50.
- Vaporetto (Veneza): o “ônibus aquático” da cidade custa €9,50 por viagem avulsa ou €25 por passe de 24h.
- Caminhada: na maioria dos centros históricos italianos, andar a pé é a melhor (e muitas vezes única) opção, pois as ruas medievais não foram feitas para carros.
Carro alugado
Só faz sentido para explorar a Toscana, o interior da Umbria, a Sicília rural e outros destinos do sul do país. Nas grandes cidades, é fortemente desaconselhável:
- Zonas de Tráfego Limitado (ZTL): multam automaticamente com câmeras, e as multas chegam ao Brasil pelo correio, meses depois.
- Especialmente nos centros históricos, estacionamento é escasso e caro
- O trânsito é caótico em cidades como Roma e Nápoles
Barcos e ferries
Meios de transporte aquáticos são essenciais no sul da Itália, onde alguns dos destinos mais famosos nem sequer dispõem de aeroporto ou acesso terrestre.
Veja os principais trajetos:
- Nápoles para Capri: 50 min de ferry rápido (cerca de €25 por trecho)
- Sorrento para Capri: 25 min de aliscafo (€20 por trecho)
- Entre as cidades da Costa Amalfitana: Travelmar e NLG operam rotas sazonais (de €8 a €15 por trecho)
- Continente para Sicília: ferry de Villa San Giovanni a Messina (20 min, €5 por trecho)
O que o brasileiro precisa para ir à Itália?
A burocracia para entrar na Itália não é complicada para o brasileiro, mas exige atenção. Abaixo, confira quais documentos você vai precisar:
- Passaporte: válido por pelo menos 6 meses além da data de retorno.
- Sem visto: o Brasil tem acordo de isenção de visto com o Espaço Schengen para estadias de até 90 dias. Em caso de intercâmbio, o visto deverá ser solicitado.
- ETIAS (Sistema Europeu de Autorização de Viagem): autorização eletrônica para visitar países do Espaço Schengen.
- Passagem de volta: comprovação do retorno ao Brasil (ou saída do Espaço Schengen).
- Comprovante de hospedagem: reservas em hotel ou carta-convite se você vai ficar na casa de alguém.
- Comprovante financeiro: estimativa mínima de €70 a €100 por dia de estadia: pode ser apresentado via extrato bancário, cartão internacional ou dinheiro em espécie.
- Seguro viagem: obrigatório, com cobertura mínima de €30.000 para despesas médico-hospitalares.
Quanto custa uma viagem para a Itália?
Muitos perguntam se é caro fazer uma viagem para a Itália, mas a resposta depende do seu estilo. Para facilitar, confira as estimativas de custos:
| Perfil do viajante | Gastos diários |
|---|---|
| Econômico (Pizzas, mercados e atrações grátis) | €50 – €70 |
| Intermediário (Restaurante padrão + 1 museu por dia) | €90 – €130 |
| Luxo (Jantares com vinho + guias privados) | €200+ |
Confira o custo médio de alguns itens de viagem:
- Hospedagem: hotéis 3 estrelas em cidades grandes custam entre €120 e €200 a diária.
- Alimentação: um bom prato de massa + vinho fica em torno de €25 a €40. O famoso gelato custa cerca de €4.
- Passagem aérea: saindo do Brasil, espere investir entre R$ 4.500 e R$ 7.000 em voos ida e volta, dependendo da antecedência.
- Trem de alta velocidade: trechos como Roma-Florença custam a partir de €15 se comprados com meses de antecedência.
- Transporte público: bilhete individual fica em torno de €1,50 a €2,00.
- Passeios famosos: em média, entre €17 e €30.
- Seguro viagem: planos a partir de R$ 12 a R$ 20 por dia no Seguros Promo.
➤ Dica prática: no Vai de Promo, você encontra passagens aéreas para a Itália mais baratas e aciona alertas que te notificam em caso de promoção.
Não se esqueça do seguro viagem para a Itália
Antes de fechar sua viagem para Itália, não se esqueça do seguro viagem. Deixá-lo para a última hora costuma sair mais caro.
Aqui no Seguros Promo, você compara até quatro planos simultaneamente, com a garantia do menor preço.
O seguro contratado para a Itália tem validade em todo o Espaço Schengen. Ou seja, você poderá aproveitar a viagem para passar por outros países do acordo.
Faça já a sua cotação e conheça a Itália com a segurança e economia que merece!
Perguntas frequentes sobre uma viagem para Itália
Quer saber mais sobre como planejar uma viagem para Itália? Então, confira a nossa FAQ com as principais perguntas feitas pelos viajantes!
Quando fazer uma viagem para Itália?
Maio e Setembro são os meses perfeitos, equilibrando clima e cidades menos saturadas.
Quantos dias são ideais em uma viagem para Itália?
O ideal para uma primeira viagem são 15 dias, permitindo ver o “triângulo de ouro” (Roma, Florença, Veneza) com calma.
Vale a pena alugar carro no seu roteiro de viagem para Itália?
Apenas se o seu foco for o interior, como as estradas da Toscana. Nas cidades grandes, o trem é muito superior e evita multas em zonas de tráfego limitado (ZTL).
É caro fazer uma viagem para Itália?
Depende do perfil. Uma viagem de 10 dias num perfil econômico pode custar a partir de R$ 12.400 por pessoa (incluindo passagem, hospedagem simples e gastos diários moderados). Num perfil de conforto, o mesmo período sobe para R$ 20.000 ou mais.
Precisa de seguro viagem para Itália?
Sim, é obrigatório. A cobertura mínima exigida pelo Tratado de Schengen é de €30.000 para despesas médico-hospitalares.
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