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Seguros Promo Blog Ásia O que fazer em Pequim (2026): confira nosso guia completo!

O que fazer em Pequim (2026): confira nosso guia completo!

Saiba tudo o que fazer em Pequim com nosso guia completo sobre a capital chinesa. Conheça as melhores atrações, informações e dicas.

É difícil definir o que fazer em Pequim. Não pela falta de opções, mas pelo excesso delas. 

A capital chinesa tem 3.000 anos de uma história que avança em ritmo acelerado, com contrastes que a tornam imperdível e difícil de resumir em um roteiro de poucos dias

Este guia foi feito para quem quer entender Pequim de verdade, inclusive as partes que frustram, que cansam e que não valem o hype. Veja só!

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Índice

Seguro viagem para Pequim: sua rede de segurança no Oriente

Viajar para o outro lado do mundo sem um respaldo é uma imprudência. 

Em Pequim, o sistema de saúde é de excelência, mas a barreira linguística dificulta o atendimento e os custos são altíssimos.

Para ter ideia da importância de um bom seguro viagem na China, imagine tentar explicar uma intoxicação alimentar ou uma torção no tornozelo em mandarim.

Ter essa proteção não é apenas sobre despesas médicas: é sobre ter assistência em português para resolver desde extravios de bagagem até auxílio jurídico

No Seguros Promo, você compara os melhores planos do mercado para garantir que sua única preocupação seja decidir qual será a próxima atração. 

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O que fazer em Pequim: os clássicos e os segredos

Decidir o que fazer em Pequim envolve equilibrar o desejo de ver os cartões-postais com a necessidade de fugir das excursões

O turismo interno na China é massivo, e se você não tiver estratégia, passará mais tempo vendo outros turistas do que os palácios.

Dá para passar uma semana inteira e ainda sair com a sensação de que faltou tempo. 

O truque é montar um roteiro inteligente, com atrações que não podem ficar de fora em Pequim.

Muralha da China: fuja da armadilha de Badaling

Muita gente comete o erro de ir para Badaling por ser o trecho mais próximo, mas não vale a pena. É o trecho mais lotado e “reformado” demais, sem aspecto histórico. 

Mutianyu, por outro lado, é mais vazio, a subida de teleférico é linda e a descida de tobogã é o ponto alto. 

O ingresso custa ¥40 (aproximadamente R$ 30), mais ¥140 de teleférico ida e volta ou tobogã. Tudo junto, uma experiência completa por cerca de R$ 135. 

Se quiser fotos sem ninguém, chegue no último horário (por volta das 15h30/16h). 

➤ Dica: não reserve a Muralha para o último dia da viagem, quando o cansaço acumulado já está alto. Coloque ela no segundo ou terceiro dia, com energia de sobra.

Alternativa: Jinshanling 

Jinshanling é para os mais aventureiros: a seção é parcialmente restaurada, tem trechos de caminhada que oferecem as fotografias mais bonitas da Muralha. 

É também mais distante, a cerca de 2 horas de carro a partir do centro. Se você tem um dia inteiro para a Muralha e não quer saber de tobogã, Jinshanling é a escolha certa.

Cidade Proibida: O labirinto imperial

A Cidade Proibida costuma frustrar os viajantes desavisados porque não tem bilheteria física e, se você chegar lá sem reserva, não entra

Os ingressos esgotam em minutos assim que abrem (7 dias antes) no mini-app do WeChat ou Alipay, então antecipe-se.

O segredo é entrar pelo Portão Leste (Donghuamen), uma vez que a fila principal do Portão Sul é um teste de paciência. 

Dentro do complexo, fuja do eixo central se quiser paz: os pavilhões laterais e a Galeria do Tesouro são muito mais tranquilos e detalhados.

O ingresso custa ¥60 (cerca de R$ 45) na alta temporada e precisa ser comprado online com antecedência no site oficial, porque a capacidade diária é limitada. 

Recomenda-se reservar ao menos de 3 a 4 horas para o passeio.

Praça da Paz Celestial (Tiananmen)

Prepare-se para passar por detectores de metais e revistas de passaporte várias vezes antes de chegar ao centro. Inclusive, não tente entrar com isqueiros ou sprays, pois esses itens são confiscados. 

É a praça mais famosa da China e uma das maiores do mundo, exatamente em frente à entrada sul da Cidade Proibida. É um lugar de passagem, não de permanência longa.

➤ Vale ou não vale a pena: depende do que você espera. Como experiência visual, é impressionante. Como lugar para ficar horas, não. A maioria das pessoas cruza a praça em 30 minutos e segue para a Cidade Proibida ou para o Museu Nacional da China, que fica ao lado e é gratuito.

Templo do Céu

Mais do que a arquitetura circular, o que vale aqui é o parque ao redor

O Tian Tan é um dos complexos mais belos de Pequim e um dos mais autênticos. O espaço fica tomado por moradores que praticam tai chi, dançam, jogam cartas e tocam instrumentos tradicionais. 

Chegue bem cedo (7h da manhã), porque é o melhor horário para ver a movimentação por lá. O ingresso para o parque custa ¥15 e para o templo em si, ¥35 adicionais na alta temporada. 

Palácio de Verão

O Yiheyuan fica a cerca de 12 km do centro e é, literalmente, o maior jardim imperial do mundo preservado

A visita leva facilmente um dia inteiro: são palácios, pavilhões, a galeria coberta, o Lago Kunming que ocupa quase todo o complexo e a Colina da Longevidade.

Vale a pena? Sim, mas evite os barcos turísticos que atravessam o lago; a caminhada pela “Longa Galeria” é muito mais rica visualmente. 

Para quem vai ficar mais de 4 dias em Pequim, é imperdível. Para itinerários curtos, pode ficar como última opção.

Templos: Lamas, Confúcio e o escondido Dongyue

O Templo do Lama (Yonghe) é um dos templos budistas tibetanos mais importantes fora do Tibete e mantém uma atmosfera genuinamente espiritual. 

Os monges caminham pelos pátios, os incensos queimam e a enorme estátua de Buda impressiona. O ingresso custa ¥25.

Ao lado do Templo do Lama, fica o Templo de Confúcio, muito menos visitado e por isso mesmo mais interessante para quem quer quietude. Há estelas de pedra com nomes de aprovados nos exames imperiais, detalhe histórico que diz muito sobre a China.

Já o Templo Dongyue é fascinante, cheio de estátuas que representam os “departamentos” do inferno taoísta. O lugar é menos turístico e revela uma China que poucos guias mostram.

798 Art District, Sanlitun e o Olympic Green: a Pequim que não vem em foto antiga

O Distrito 798, instalado em antigas fábricas soviéticas dos anos 1950, é um dos polos de arte contemporânea mais interessantes da Ásia, com galerias, ateliês, cafés e instalações ao ar livre em meio à arquitetura industrial intacta. A entrada é gratuita.

Sanlitun, por sua vez, conta com bares, restaurantes, o shopping Taikoo Li e um agito noturno que vai bem além do que a imagem conservadora da China sugere.

Aproveite também para conhecer o Olympic Green, com o Ninho do Pássaro e o Cubo d’Água, uma visita de grande impacto arquitetônico. 

O exterior é de graça para caminhar, e a entrada no Ninho custa ¥50 (mas o interior tem pouco para ver além da estrutura).

Wangfujing e compras em Pequim

Wangfujing é a rua comercial mais famosa de Pequim, com shoppings de luxo e lojas internacionais. 

Ali perto fica o Donghuamen Night Market, com barracas de comida com escorpiões, cavalos-marinhos e lagartos no espeto. Vale a passagem, apesar dos preços.

Os turistas ávidos por compras também podem gostar do Mercado da Seda (Xiushui) e do Panjiayuan Antique Market, onde é possível encontrar antiguidades genuínas e réplicas convincentes. Pechinchar é quase obrigatório: comece com 20% e negocie.

➤ Dica: a famosa “rua da comida exótica” hoje em dia é mais uma armadilha para turistas do que algo que os chineses realmente comem. Vá para os Hutongs de Nanluoguxiang se quiser comida de rua de verdade, mas prepare-se para o empurra-empurra.

O que fazer em Pequim à noite

Quando o sol se põe, Pequim se torna neon. A vida noturna é animada e diversa, indo muito além de bares. 

Uma caminhada pelas margens do Lago Houhai é obrigatória, embora os bares ali sejam barulhentos demais.

Quer saber mais? Veja o que fazer em Pequim à noite:

  • Bairro de Nanluoguxiang: com seus hutongs iluminados e cheios de bares, restaurantes e lojas de artesanato, é a pedida certa para uma noite sem pressa. 
  • Lago Houhai: bares na beira d’água e música ao vivo espalhada por vários pontos; anima as noites de sexta e sábado especialmente.
  • Ópera de Pequim: oferece sessões voltadas para turistas, com legendas e duração mais curta do que as apresentações completas. 
  • Teatro Liyuan: situado no hotel Qianmen Jianguo, é um dos mais acessíveis e organiza sessões regulares de peças teatrais e óperas.
  • Mercado noturno de Wangfujing: opção de passeio noturno, mas é basicamente um corredor de atipicidades culinárias para fotos. Só serve para a noite se você não quer saber de agito.
  • Speakeasies em Fangjia Hutong: bares “escondidos” dentro das ruelas antigas que oferecem coquetéis à base de Baijiu (o destilado nacional).
  • Sanlitun: centro da vida noturna internacional, com clubes de alto padrão e lojas que funcionam até tarde.
  • Lago Shichahai: caminhar ao redor do lago iluminado é lindo, mas os bares de música ao vivo na margem podem ser “pega-turista”.
  • Parque Jingshan: o parque fica aberto até tarde, e subir o morro à noite oferece a melhor vista da Cidade Proibida iluminada e do eixo central de Pequim. 
  • Muralha da China (Badaling): o tour noturno pelas muralhas é um espetáculo de luzes, com muito menos movimento à noite. Contudo, espere pagar mais pelo ingresso (a partir de US$ 41).
  • Circuito de música ao vivo em Gulou: as casas de show próximas à Drum and Bell Tower são o coração da cena alternativa, especialmente para quem gosta de jazz, rock e música indie.
  • Acrobacias no Chaoyang Theatre: programa cultural mais familiar, com show de acrobacias genuinamente impressionantes. Vale a visita, especialmente se você está viajando com crianças.

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    O que fazer em Pequim com crianças

    Pequim funciona bem para famílias, desde que o ritmo seja ajustado.

    Confira o que fazer em Pequim com crianças:

    • Muralha em Mutianyu com o tobogã: é um ponto alto, e mesmo crianças pequenas ficam encantadas com a escala do lugar. 
    • Parque Beihai: com barcos de pedal no lago e jardins imperiais, é outra opção que agrada tanto adultos quanto crianças sem depender de ingressos caros.
    • Zoológico de Pequim: um dos maiores da China, tem pandas gigantes e vale a visita para quem viaja com crianças menores. 
    • Olympic Green: espaço aberto onde as crianças podem correr livremente ao redor das estruturas olímpicas. 
    • Universal Studios Beijing: o parque é gigantesco e a área de Harry Potter e Transformers são as favoritas. 
    • Beijing Aquarium: localizado dentro do zoológico, é um dos maiores do mundo e totalmente climatizado.
    • Museu de Ciência e Tecnologia da China: extremamente interativo e ideal para dias de chuva. Fica perto do Parque Olímpico. 
    • Water Cube (Parque Aquático): o antigo complexo olímpico virou um parque aquático indoor incrível. É diversão pura para as crianças e o visual é futurista.

    O que fazer em Pequim: roteiros por dia

    A dúvida sobre quantos dias dedicar a Pequim é legítima. 

    O mínimo razoável são 4 dias, e o melhor para quem vem do Brasil são pelo menos 5 ou 6, levando em conta o jet lag dos primeiros dias.

    Para um roteiro Pequim eficiente, a estratégia é agrupar atrações por proximidade para não passar metade do dia dentro de um metrô ou táxi. 

    Veja nossas sugestões de roteiros por número de dias:

    O que fazer em Pequim em 2 dias?

    Dois dias é pouco, mas possível se você priorizar bem:

    • Dia 1: comece cedo na Praça da Paz Celestial e atravesse para a Cidade Proibida. À tarde, suba para o Parque Jingshan para ver o que você acabou de percorrer. Termine jantando nos Hutongs de Dongcheng.
    • Dia 2: dedique a manhã e o início da tarde para a Muralha da China (trecho de Mutianyu). Na volta, passe pelo Templo do Céu e visite o Parque Olímpico para ver o Ninho do Pássaro iluminado. Encerre com um jantar de Pato de Pequim.

    O que fazer em Pequim em 3 dias?

    Com três dias, o roteiro fica mais equilibrado entre os monumentos imperiais e os templos, sem sobrecarregar nenhum dia:

    • Dia 3: Templo do Céu logo às 7h30 para ver a vida local. Adicione o Templo do Lama e o Templo de Confúcio em um bloco pela manhã, seguido pelo Palácio de Verão. À noite, explore o mercado de Wangfujing.

    O que fazer em Pequim em 4 dias?

    Em quatro dias, o roteiro começa a respirar. O viajante encontra o ponto de equilíbrio entre ver o essencial e ter tempo livre para descobertas espontâneas:

    Dia 4: visite o Distrito 798 sem pressa pela manhã. À tarde, conheça o Mercado Panjiayuan e explore os hutongs. Se ainda sobrar energia, curta a noite em Sanlitun com drinks em um rooftop.

    Sugestão para 5–7 dias 

    A partir do quinto dia, Pequim começa a mostrar camadas que itinerários curtos não alcançam, como o Templo Dongyue, o Museu Nacional da China, um passeio ao estádio Ninho do Pássaro e, para os mais curiosos, o bate-volta de trem-bala até Tianjin

    Com 6 ou 7 dias, você tem tempo de incluir Xian ou Xangai como extensão do roteiro, conectando pelo trem de alta velocidade. 

    Uma boa dica é pegar o trem-bala e passar um dia em Gubei Water Town, uma vila histórica replicada aos pés da Muralha de Simatai.

    Quando ir a Pequim: a melhor época e o que evitar

    A primavera (março a maio) e o outono (setembro a novembro) são unanimidade entre quem conhece Pequim de verdade. 

    Temperaturas agradáveis, menos umidade, menor pressão de turistas e os preços mais equilibrados do ano. 

    O verão (junho a agosto) é quente, úmido e cheio de turistas. As filas aumentam consideravelmente, especialmente na Muralha e na Cidade Proibida, e o calor pode tornar os passeios externos exaustivos.

    O inverno (dezembro a fevereiro) é frio de verdade, com temperaturas regularmente abaixo de zero e uma poluição mais intensa devido ao clima seco. Quem não se importa com o frio encontra vantagens reais: menos turistas, preços mais baixos e a Muralha com neve.

    Evite ao máximo o Ano Novo Chinês e a Golden Week

    Durante o Ano Novo Chinês, que acontece em janeiro ou fevereiro, e a Golden Week, em outubro, quando o país para, os preços sobem e ocorre maior migração humana do planeta. 

    Não são momentos de ser turista em Pequim.

    Período Temperaturas Pontos de atenção Vale a pena?
    Primavera (mar–mai) 10°C a 25°C, clima seco Pode ter vento e dias com poeira (areia do deserto) Melhor época
    Verão (jun–ago) 25°C a 35°C, alta umidade Calor pesado, filas longas, experiência cansativa Só se não tiver opção
    Outono (set–nov) 10°C a 22°C, clima estável Curta janela de tempo e alta demanda por hospedagem Melhor época
    Inverno (dez–fev) -10°C a 5°C, seco Frio intenso e poluição mais perceptível Bom custo-benefício

    Documentação, visto e requisitos de entrada na China em 2026

    A China implementou uma política experimental de isenção de visto para cidadãos brasileiros com passaporte comum, válida desde 1º de junho de 2025 até 31 de dezembro de 2026. 

    Sob esta política, brasileiros em visitas de até 30 dias não precisam de visto. 

    Basta o passaporte válido. Além disso, ao chegar no aeroporto (PEK ou PKX), você precisará preencher um cartão de chegada azul/amarelo com suas informações. 

    Se a sua viagem for superior a 30 dias, ou para fins de trabalho ou estudo, o visto tipo L (turismo) ou equivalente precisa ser solicitado normalmente. Para a maioria dos turistas brasileiros, porém, a isenção é suficiente.

    Outros documentos recomendados: 

    • Comprovante de hospedagem;
    • Passagem de volta ou continuidade de viagem;
    • Seguro viagem internacional (exigido em alguns pontos de controle);
    • Recursos financeiros comprovados.

    Onde ficar em Pequim: melhores regiões por perfil de viajante

    Pequim é enorme e a localização do hotel faz diferença real na sua experiência. Conheça as regiões mais indicadas por perfil de viajante:

    • Wangfujing: centro turístico, perto da Cidade Proibida, da Praça Tiananmen e com metrô na porta. Preços mais altos, mas conveniente para economizar tempo.
    • Dongcheng: área dos hutongs ao redor do Lago Houhai, é a melhor opção para imersão cultural e charme, embora algumas atrações fiquem mais distantes.
    • Chaoyang: bairro moderno, com arranha-céus, hotéis de redes internacionais, o Distrito 798 por perto, Sanlitun a caminho e boa conexão de metrô. 
    • Xicheng: ao lado do Lago Beihai, é tranquilo e bem localizado para quem planeja explorar templos e parques imperiais no oeste da cidade.

    Como se locomover em Pequim

    Apesar de ser uma das maiores metrópoles do mundo, Pequim permite uma circulação fluida e eficiente, especialmente nas áreas mais turísticas

    O transporte público é barato, pontual e com incontáveis opções:

    • Metrô de Pequim: tem mais de 20 linhas e cobre quase todas as atrações turísticas da cidade. As estações têm sinalização em inglês, os trens são pontuais e o valor varia de ¥3 a ¥8 por viagem. Ou seja, é não apenas a opção mais barata, mas a mais prática.
      • Compre o cartão recarregável (Yikatong): ele facilita as entradas e evita a compra de bilhetes em cada estação. O cartão físico exige um depósito reembolsável de ¥20.

    ➤ Dica: a Muralha, o Palácio de Verão e o Aeroporto Capital têm conexões de metrô diretas ou com uma única baldeação a partir das regiões centrais.

    • Didi (equivalente chinês do Uber): funciona com interface em inglês e é uma alternativa rápida para trajetos fora das linhas de metrô. É significativamente mais caro que o transporte público, mas bem mais barato do que táxis convencionais em muitas situações.
    • Táxis: funcionam bem, mas a barreira do idioma pode ser um problema. Tenha sempre os endereços escritos em caracteres chineses para mostrar ao motorista, o que economiza uma frustração desnecessária.
    • Ônibus: são baratos, mas o sistema é complexo para quem não lê chinês. Reservar os ônibus para trajetos simples e de linha fácil faz mais sentido.
      • Tarifas: ¥2 para os primeiros 10km-12km e acréscimos de ¥0,5 a ¥1 por distância extra. 
      • Aceita o cartão Yikatong Card ou aplicativos (Alipay/WeChat); pagar via QR code é comum, com descontos de até 60%.

    Compras em Pequim: onde ir, o que vale e o que evitar

    Entender a dinâmica do consumo na capital chinesa é um capítulo à parte no roteiro com o que fazer em Pequim. 

    A cidade é um híbrido entre shoppings tecnológicos e mercados onde a negociação é tratada como uma performance artística. 

    Se você entrar em um mercado tradicional esperando etiquetas de preço fixas, vai pagar, no mínimo, três vezes mais do que o valor real do produto. 

    Aqui, pechinchar é uma arte quase obrigatória.  Veja onde comprar na cidade:

    • Mercado da Seda (Xiushui): epicentro para réplicas de marcas de luxo, eletrônicos de entrada e vestuário. 
    • Mercado de Antiguidades Panjiayuan: é o lugar para encontrar desde pincéis de caligrafia e pedras de jade até pôsteres da era Mao, mas tenha em mente que se tratam de réplicas.
    • Wangfujing e Qianmen: experiência de shopping global, com marcas como Apple, Huawei e grandes grifes europeias. Raramente vale a pena para compras. 

    O que realmente vale a pena comprar em Pequim?

    O segredo para uma boa compra em Pequim está nos produtos típicos que carregam o DNA do país:

    • Chá: procure lojas especializadas onde você possa degustar antes de comprar (mas cuidado com o “golpe do chá” em áreas turísticas, onde cobram pela degustação). 
    • Seda legítima: com destaque para peças como lenços e roupas leves; verifique a qualidade antes de fechar a compra para evitar produtos falsos.
    • Utensílios em porcelana “bone china” e itens de lacca: souvenirs com uma relação custo-benefício excelente; possuem um valor altíssimo no Brasil e saem por uma fração do preço em Pequim.
    • Itens de papelaria e caligrafia: aproveite a viagem para adquirir canetas de colecionador, papéis especiais e outros itens de caligrafia difíceis de encontrar no Brasil.

    O que geralmente não vale a compra são itens mais influenciados pelas variações cambiais e de logística desafiadora:

    • Eletrônicos: têm preços próximos ao Brasil (ou mais caros) e dificuldades para acionar a garantia.
    • Produtos muito grandes ou frágeis: peças maiores viram um grande pesadelo na hora do transporte e podem custar caro em excesso de bagagem.

    Cota de reentrada e Receita Federal

    Ao planejar suas compras, não ignore a burocracia do retorno. Para viajantes que chegam ao Brasil por via aérea, a cota de isenção de impostos em maio de 2026 é de US$ 1.000.

    • O que não entra na cota? Itens de uso pessoal, como um celular, uma câmera fotográfica e um relógio, usados fora da caixa.

    Se você exagerar nas réplicas de luxo ou trouxer muitos eletrônicos lacrados, corre o risco de ser taxado em 50% sobre o que exceder os US$ 1.000. 

    Guarde os comprovantes, pois a Receita Federal pode questionar o valor e ter a prova digital evita multas desnecessárias.

    Dicas para comprar na China

    Na hora de comprar, siga essas dicas práticas:

    • Tenha frieza: o erro mais comum do turista é demonstrar brilho nos olhos por uma bolsa ou tênis. Os vendedores são treinados para ler sua linguagem corporal. 
    • Pechinche sempre: comece a negociação oferecendo 20% do valor pedido. Se o vendedor não ceder, comece a caminhar em direção à saída — a “senha” para o preço despencar.
    • Atenção às falsificações: 90% do que é vendido como “relíquia de dinastia” foi fabricado recentemente em alguma província vizinha e envelhecido artificialmente.
    • Saiba no que você está investindo seu dinheiro: se você não é um perito em porcelanas, compre pela estética e pelo valor decorativo, nunca como um investimento em arte.
    • Entenda quando NÃO negociar: lojas de shopping, redes maiores e algumas lojas de chá simplesmente não negociam.
    • Cuidado com a “troca rápida” (golpe clássico): acompanhe o produto até o final, evite que o vendedor leve “para dentro” antes de embalar e confira antes de sair.
    • Não compre sob pressão: você VAI ser pressionado, mas se você sentir pressão, é exatamente o momento de sair.
    • Nem sempre comprar na primeira loja é erro: se você entendeu o preço médio e encontrou algo bom, fechar ali pode ser mais inteligente do seguir pesquisando.
    • Idioma é uma barreira real: não conte com inglês. Use um tradutor offline e leve fotos dos produtos que procura.
    •  Horário muda completamente a experiência: mercados cheios deixam vendedores mais agressivos e menos flexíveis.

    O que comer em Pequim: além do pato e dos escorpiões

    A gastronomia chinesa é apreciada no mundo inteiro, e a capital pode ser o lugar perfeito para conhecer as tradições milenares que enfeitam as mesas no país. 

    Além do tradicional Pato de Pequim (Beijing Kaoya), há muito a experimentar:

    • Jiaozi (dumplings): simples, abundantes e baratos em qualquer restaurante de bairro. 
    • Lamian (macarrão esticado à mão): muito comum em quiosques e restaurantes familiares, com preços que raramente passam de ¥20. 
    • Jianbing: um crepe salgado recheado preparado na hora por vendedores de rua, é o café da manhã tradicional em Pequim, com custo em torno de ¥8 a ¥15.
    • Hot Pot de estilo mongol: petisco muito apreciado em restaurantes de Pequim, com carne de cordeiro fatiada fininha, em torno de ¥120.

    ➤ Sobre o Pato de Pequim

    É a experiência gastronômica mais emblemática da cidade e vale cada yuan. O restaurante Dadong é considerado o mais famoso e tem reserva necessária com antecedência, especialmente no jantar. 

    Um bom pato completo custa em torno de ¥300 por pessoa (cerca de R$ 225). Quem achar caro pode optar por restaurantes locais bem avaliados no entorno de Qianmen, que servem versões igualmente boas por menos.

    Evite os restaurantes voltados exclusivamente para turistas na entrada de atrações como a Cidade Proibida e a Muralha. 

    Os preços são pelo menos o dobro do normal e a qualidade raramente justifica.

    Onde comer em Pequim 

    É possível comer bem em praticamente qualquer ponto da cidade, mas algumas regiões são ainda mais “saborosas” para roteiros gastronômicos em Pequim:

    • Qianmen (Dashilan e arredores): uma das áreas mais interessantes para comer bem sem pagar preço inflado, com uma mistura de restaurantes tradicionais e locais históricos.
    • Sanlitun: opções gastronômicas mais modernas, incluindo restaurantes internacionais, bares e cafés. É onde você vai quando quer comer bem sem esforço. 
    • Hutongs (ruas tradicionais, como Nanluoguxiang e arredores): pequenos restaurantes que servem boa comida em clima mais autêntico e com preço acessível.
    • Wangfujing (com ressalvas): a Wangfujing Street é famosa pela comida de rua exótica, mas vale pela curiosidade, e não pela qualidade. É mais experiência do que refeição.

    Dicas para comer em Pequim

    Confira a seguir dicas práticas, o que costuma dar errado e o que pode estragar a sua experiência gastronômica em Pequim:

    • Comer dentro ou na entrada de atrações como a Cidade Proibida pode ser caro e ruim.
    • Não escolha restaurante vazio: movimento costuma ser bom sinal.
    • Evite depender de cardápio em inglês, pois isso limita suas opções e te empurra para lugares mais caros. Em geral, a foto do prato ajuda mais que a tradução.
    • Filas de locais vale mais que avaliações online: muitos apps não funcionam bem para estrangeiros, então confira a popularidade do local pelas filas.
    • Horários importam: chegar cedo evita filas em restaurantes famosos.
    • Leve dinheiro ou Alipay configurado, já que nem todo lugar aceita cartão.

    Custos médios e orçamento de viagem para Pequim

    Planejar o orçamento de uma viagem para Pequim depende muito do estilo de viagem e da duração. Para ter uma referência prática em 2026, veja os custos médios:

    • Passagem aérea ida e volta do Brasil: em classe econômica, fica em torno de US$ 800 a US$ 1.500, podendo ultrapassar US$ 1.800 em feriados e alta temporada. 
    • Hospedagem: hotéis 3 estrelas bem-localizados ficam entre ¥300 e ¥500 por noite; hotéis de rede internacional 4 estrelas entre ¥500 e ¥900; hostels em hutongs custam menos de ¥150 por noite em quarto compartilhado.
    • Alimentação simples: entre US$ 3 e US$ 10 por refeição. Restaurantes médios saem em torno de US$ 10 a US$ 30 por pessoa. 
    • Transporte interno: o metrô cobre tudo com ¥3 a ¥8 por viagem. Um dia inteiro de metrô raramente passa de ¥30.

    Em geral, uma viagem de 7 dias para Pequim custa em média R$ 13.000 para o perfil econômico, R$ 27.000 para o perfil confortável e a partir de R$ 52.000 para o perfil de luxo.

    Segurança, idioma, internet e meios de pagamento em Pequim

    Pequim é considerada uma das capitais mais seguras para turistas estrangeiros. Crimes são raros, mas atenção em mercados movimentados. 

    Veja outras dicas práticas para facilitar a sua visita a Pequim:

    Atenção com o golpe da “escola de inglês”

    Nesse golpe clássico, estudantes se aproximam e convencem o visitante a pagar uma conta exorbitante em um café ou restaurante. 

    Se alguém desconhecido for excessivamente simpático e propuser a te levar a algum lugar, desconfie.

    O idioma é a barreira real

    Poucos moradores falam inglês fora de hotéis e alguns pontos turísticos. 

    Salve os endereços em caracteres chineses no celular, use o Google Tradutor com câmera (para cardápios e placas) e tenha o nome do seu hotel escrito em chinês para mostrar ao táxi.

    A internet na China é uma questão à parte

    Google, WhatsApp, Instagram, Facebook e YouTube são bloqueados pelo Grande Firewall. 

    Para acessá-los, você precisa de uma VPN instalada e configurada antes de embarcar, já que, uma vez dentro do país, o download de VPNs fica dificultado. 

    Os VPNs mais confiáveis usam protocolos de ofuscação específicos que disfarçam o tráfego como HTTPS padrão, tornando muito mais difícil para o sistema de inspeção detectar a conexão. 

    A China é uma das sociedades mais cashless do mundo

    WeChat Pay e Alipay aceitam cartões internacionais, incluindo Visa, Mastercard e American Express, e a configuração leva cerca de 10 minutos. 

    O Alipay tende a ser mais fácil para turistas, com um TourCard de 180 dias sem necessidade de conta bancária chinesa. 

    Tenha algum dinheiro em yuan para situações emergenciais, mas no dia a dia o QR code funciona em quase tudo. 

    Chip de internet internacional ou eSIM na China

    Esse tipo de recurso funciona normalmente para dados, mas lembre-se que o acesso aos serviços bloqueados ainda requer VPN, independentemente do chip usado.

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      Depois de toda essa preparação, o último item da lista de planejamento não pode ser deixado de lado: o seguro viagem. 

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      Seguro Viagem:
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      Intermac I60 Inter (exceto EUA) +Covid-19 Intermac I60 Inter (exceto EUA) +Covid-19
      Assistência médica USD 60.000
      Bagagem extraviada USD 750 (SUPLEMENTAR)
      *Valor referente a 7 dias de viagem.
      AC 35 MUNDO (Exceto EUA) COVID-19 AC 35 MUNDO (Exceto EUA) COVID-19
      Assistência médica USD 35.000
      Bagagem extraviada USD 1.200
      *Valor referente a 7 dias de viagem.
      Affinity 90 Essential Mundo (exceto EUA) +Covid19 Affinity 90 Essential Mundo (exceto EUA) +Covid19
      Assistência médica USD 90.000
      Bagagem extraviada USD 800 (COMPLEMENTAR)
      *Valor referente a 7 dias de viagem.

      Perguntas frequentes sobre Pequim

      Você já sabe o que fazer em Pequim, mas, antes de fechar a mala, é natural que algumas dúvidas persistam, especialmente para quem é a primeira vez planejando uma viagem para a China. 

      Veja as respostas para as questões que mais aparecem:

      O que não deixar de fazer em Pequim?

      A Muralha da China em Mutianyu, a Cidade Proibida , o Templo do Céu pela manhã e uma noite nos hutongs do Lago Houhai são os quatro pilares de qualquer visita. 

      Quantos dias são ideais para conhecer Pequim?

      O mínimo razoável são 4 dias. Com 5 a 6 dias, você consegue equilibrar os monumentos com experiências mais autênticas e ter fôlego para o jet lag dos primeiros dias. Menos de 3 dias tende a gerar a sensação de que você correu sem absorver nada.

      O que fazer em Pequim em 7 dias?

      Todos os grandes monumentos (Muralha, Cidade Proibida, Templo do Céu, Palácio de Verão, Templo do Lama), as áreas modernas (798 e Sanlitun), uma tarde no Panjiayuan Antique Market, exploração dos hutongs e um bate-volta de trem-bala para Tianjin ou Xian.

      O que fazer em Pequim em 4 dias?

      Dia 1 na Praça Tiananmen, Cidade Proibida e Parque Jingshan; dia 2 na Muralha (Mutianyu); dia 3 no Templo do Céu pela manhã e hutongs/Lago Houhai à tarde e noite; dia 4 no Palácio de Verão e Templo do Lama.

      Pequim é segura para turistas?

      Sim, é uma das cidades mais seguras da Ásia para viajantes estrangeiros. Atenção redobrada apenas em mercados movimentados e com abordagens suspeitas por parte de desconhecidos excessivamente simpáticos.

      Como pagar em Pequim sem conta bancária chinesa?

      Pelo Alipay com cartão internacional. Configure o aplicativo antes de embarcar, vinculando um Visa ou Mastercard. O processo de verificação pode demorar de 1 a 2 dias, então faça isso com antecedência.

      É possível entrar na China sem visto em 2026?

      Sim. Brasileiros com passaporte comum estão isentos de visto para estadias de até 30 dias, para fins de turismo, negócios, intercâmbio ou visita a familiares, até 31 de dezembro de 2026.


      Saiba mais sobre a China:

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