Turismo no Marrocos: guia completo e atualizado para 2026
Saiba tudo sobre o turismo no Marrocos. Veja quais são as melhores atrações, cidades, dicas e informações essenciais para conhecer o país.
O turismo no Marrocos cresceu tanto nos últimos anos que o país hoje rivaliza com destinos famosos. Em 2025, por exemplo, o número de turistas do Brasil aumentou 48% em relação a 2024.
E isso tem explicação, já que o Marrocos é um país rico culturalmente, mais barato que Portugal e mais próximo do Brasil do que parece.
Do deserto do Saara às medinas, das montanhas Atlas com neve no inverno às dunas douradas de Merzouga, o destino oferece um contraste fascinante, que leva as pessoas a voltarem mais de uma vez.
Neste artigo, vamos te contar tudo sobre o país, com dicas essenciais para planejar sua viagem. Veja só!
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Viajando para Marrocos? Não pule o seguro viagem
Antes de falar sobre o que ver e fazer, um ponto que muita gente deixa pra última hora: contratar um seguro viagem para o Marrocos.
O país não exige o documento para entrada, mas isso não quer dizer que você não vai precisar dele.
Intoxicação alimentar nas medinas é mais comum do que parece (a água local não é tratada para o estômago de quem vem de fora) e acidentes durante passeios de quadriciclo ou trilhas no deserto acontecem.
A boa notícia é que você pode comparar os melhores planos do mercado em poucos minutos pelo Seguros Promo, plataforma brasileira especializada em seguro viagem.
Dessa forma, você viaja com a tranquilidade que merece!
O que vale a pena conhecer em Marrocos?
O Marrocos tem cidades incríveis, desertos, costa atlântica, montanhas e aldeias. E cada um desses contextos exige tempo e disposição diferentes.
O mínimo recomendável é 10 dias, mas quem tem 14 consegue respirar melhor entre as atrações. Veja quais são os melhores lugares!
Marrakech
Marrakech é caótica, sensorial e difícil de ignorar. Boa parte dos viajantes que ela esgota também volta.
O segredo é não tentar dominar a medina: é melhor aceitar que você vai se perder e usar isso a favor.
- Praça Jemaa el-Fna: de manhã é quase vazia; à noite, vira um mercado gastronômico a céu aberto com músicos, encantadores de serpentes e acrobatas.
- Souks: o labirinto começa logo atrás da praça principal. O GPS trava muito dentro da medina, então baixe o mapa offline antes.
- Palácio da Bahia: uma das construções mais bem-preservadas do país. Entrada paga, mas barata (em torno de R$ 15). Vale cada centavo.
- Jardim Majorelle e Museu Yves Saint Laurent: complexo imperdível dedicado ao famoso estilista. Chegue antes das 9h ou perto do fechamento.
- Madraça Ben Youssef: a mais bela escola islâmica da cidade.
O food tour pela medina de Marrakech é uma das melhores formas de entender a cidade sem precisar negociar nada. Existem opções a partir de EUR 20 no GetYourGuide.
Deserto do Saara
O Deserto do Saara vale a pena? Sem dúvidas, mas com planejamento para evitar o calor de 50°C.
Organize um tour que chegue ao deserto no fim da tarde e saia de manhã cedo. Assim, você pode ver o pôr do sol nas dunas, dormir sob as estrelas e voltar sem sofrer com o calor.
- Vila de Merzouga: base mais procurada para acesso às dunas de Erg Chebbi. Pequena, funcional e com infraestrutura decente.
- Dunas de Erg Chebbi: a caminhada até o topo da duna principal ao entardecer é um dos momentos mais incríveis do país.
- Passeio de dromedário: o trajeto até o acampamento dura cerca de 1h. Passeio clássico, mas é lento, balançante e exige equilíbrio.
- Glamping no deserto: acampamentos de luxo com banheiro privativo, cama de verdade e jantar berbere.
- Passeio de 4×4, quadriciclos e sandboard: para quem quer mais adrenalina. O sandboard costuma ser incluído nos pacotes de acampamento.
Vale lembrar que a estrada de 90 minutos sobre rocha e cascalho até as dunas de Erg Chigaga é citada por viajantes como uma das piores que já percorreram. Não é para carro de passeio comum.
Fez
Se Marrakech é o destino turístico por excelência, Fez é o destino que te faz sentir que saiu do roteiro.
A medina medieval de Fez el-Bali é Patrimônio da Unesco e provavelmente o lugar mais labiríntico que você vai pisar na vida. Com um guia credenciado, é reveladora.
- Curtume Chouwara: o cheiro é forte (a menta distribuída na entrada é para suportar o odor) e o visual dos terraços com os tanques coloridos é icônico.
- Porta Bab Bou Jeloud (Porta Azul): entrada mais fotografada da medina. Azul por fora, verde por dentro.
- Madraça Bou Inania e Madraça Attarine: exemplos de arquitetura islâmica do século XIV que impressionam pelo nível de detalhe.
- Universidade Al-Quaraouiyine: a mais antiga do mundo ainda em funcionamento, datada do século IX.
- Souks e Mellah: o mercado de Fez é mais autêntico do que o de Marrakech. O Mellah, antigo bairro judeu, tem uma arquitetura diferente.
- Praça e Fonte Nejjarine: um dos cantos mais tranquilos da medina velha, com um museu de arte em madeira.
Chefchaouen
A Cidade Azul não te surpreende com muito para fazer, mas impressiona com o prazer de simplesmente existir dentro dela.
Fotografar é inevitável, mas os turistas que mais gostam da experiência são os que reservam pelo menos uma noite.
- Medina: menor e mais manejável do que as de Fez e Marrakech. Boa para caminhar sem destino certo.
- Praça Uta El-Hamman: centro com cafés que vendem chá de menta com vista para a Grande Mesquita.
- Kasbah e Museu Etnográfico: a fortaleza do século XV guarda jardins bem-cuidados e coleções sobre a cultura berbere e andaluza.
- Grande Mesquita e Mesquita Espanhola: além da beleza arquitetônica, o pôr do sol em dias limpos é simplesmente inesquecível.
- Cascatas de Akchour: a trilha até as piscinas naturais é frequentada até por moradores. Leve tênis adequado, pois o terreno não é amigável para sandálias.
Casablanca
Casablanca divide opiniões. Quem esperava a atmosfera do filme clássico fica levemente decepcionado.
A cidade é grande, moderna e não tem muito da magia das medinas. Dito isso, ela tem pelo menos um monumento que compensa qualquer voo de conexão.
- Mesquita Hassan II: uma das maiores do planeta, construída sobre uma plataforma no oceano Atlântico. É uma das únicas abertas a não muçulmanos.
- Quartier Habous (Nova Medina): bairro do início do século XX com arquitetura híbrida, que mistura colonialismo e estética árabe. Bom para comprar artesanato.
- Corniche e Ain Diab: calçadão beira-mar com restaurantes, clubes de praia e vista para o Atlântico.
- Rick’s Café: réplica do bar do filme Casablanca, de 1942. É caro para os padrões locais, mas a experiência é bem-executada.
- Praça Mohammed V e Centro Art Déco: o conjunto de edifícios ao redor da praça é um dos melhores exemplos de arquitetura colonial francesa no norte da África.
Essaouira
A alternativa costeira de Marrocos tem uma vibe que destoa do restante do país: mais relaxada, mais artística, com menos pressão de vendedores e muito vento .
É boa para dois ou três dias depois da intensidade de Marrakech.
- Medina e Porto: patrimônio da Unesco, com ruas brancas e azuis e barcos de pesca coloridos no cais.
- Skala du Port: muralha de artilharia portuguesa com vista para o oceano. É um dos cenários mais bonitos do Marrocos.
- Passeios nas dunas: há dunas a poucos quilômetros da cidade, que podem ser visitadas a pé ou de bicicleta e são menos turísticas do que as de Merzouga.
- Pôr do sol em um terraço: a maioria dos riads e cafés da medina tem terraço. Peça um chá de menta, sente e aguarde.
Rabat
A capital do Marrocos é frequentemente pulada nos roteiros em favor de Marrakech e Fez. Grande erro.
Rabat é limpa, organizada e tem uma concentração de monumentos históricos que supera o que muita gente espera.
- Torre Hassan: minarete inacabado do século XII. As 200 colunas que restam ao redor criam um cenário incrível.
- Mausoléu de Mohammed V: ao lado da Torre Hassan, um dos exemplos mais belos de arquitetura árabe-muçulmana moderna.
- Kasbah dos Oudayas: fortaleza medieval pintada de azul e branco com becos apertados e um jardim andaluz interno.
- Ruínas de Chellah: sítio arqueológico que mistura ruínas romanas e islâmicas medievais num jardim tomado pela vegetação.
Meknes
Chamada de “Versalhes do Marrocos”, Meknes foi a capital do sultão Moulay Ismail no século XVII, e o homem claramente não tinha problemas com excesso de ambição.
A cidade é muito menos turística do que Fez, e isso pode ser exatamente o que você quer.
- Bab Mansour: portão mais imponente do Marrocos. A praça à frente é ótima para observar o movimento local.
- Praça El Hedim: versão menor e mais humana da Jemaa el-Fna. Animada à noite sem o assédio de Marrakech.
- Mausoléu de Moulay Ismail: um dos poucos abertos a não-muçulmanos.
- Madraça Bou Inania: diferente da de Fez, mas igualmente detalhada nos ornamentos em estuque e madeira.
- Celeiros e Estábulos Reais (Heri es-Souani): ruínas que supostamente abrigaram milhares de cavalos têm uma grandiosidade surpreendente.
- Museu Dar Jamai: palácio do século XIX transformado em museu de artes decorativas marroquinas.
Aït Ben Haddou
O ksar de Aït Ben Haddou, uma cidade fortificada de adobe à beira do Rio Ounila, é Patrimônio da Unesco e já serviu de cenário para Gladiador, Game of Thrones, Lawrence da Arábia e dezenas de outras produções.
- Cenários de filmes: fique uma noite dentro da vila. As multidões vão embora no final da tarde e você pode ter o lugar praticamente só para você.
- Rio Ounila: na época seca pode ser atravessado a pé para chegar à parte antiga.
- Ateliês de Arte: artistas locais têm ateliês dentro da vila antiga. Alguns trabalhos são genuinamente bonitos.
- Antigo Celeiro (Agadir): área de armazenamento no ponto mais alto da vila, com vista panorâmica da paisagem desértica ao redor.
- Vila Nova: do outro lado do rio, onde a maioria dos moradores vive hoje. Tem restaurantes mais honestos nos preços.
Vale pontuar que há danos visíveis em parte dos monumentos históricos ao redor de Aït Ben Haddou em virtude do terremoto que assolou a região em 2023.
Os trabalhos de restauração seguem, mas vale verificar o estado das visitações antes de ir.
É seguro fazer turismo no Marrocos?
Sim, mas com ressalvas. O Marrocos tem baixo índice de criminalidade violenta e o governo investe em segurança turística, mas “seguro” não significa “sem armadilhas”.
O ponto de maior atenção está nos aeroportos e táxis.
Relatos de brasileiros apontam que os taxistas dos aeroportos de Marrakech e Rabat tentam extorquir turistas sistematicamente (às vezes com tabela de preços à vista e policiais armados do lado sem intervir).
A solução mais simples é reservar o transfer pelo hotel ou por uma plataforma especializada antes de pousar. Parece detalhe, mas é a diferença entre a primeira hora do país ser de alívio ou de estresse puro.
Dentro das cidades, os riscos mais comuns são:
- Falsos guias: aparecem especialmente nas entradas das medinas de Marrakech e Fez, se oferecem para mostrar o caminho e cobram no final valores que não foram combinados. Para evitar, contrate guias credenciados antecipadamente.
- Assédio nos souks: a pressão de vendedores pode ser intensa, especialmente em Marrakech. Ignorar funciona melhor do que tentar ser educado, já que a resposta educada é interpretada como abertura para negociação.
- Assédio a mulheres viajando sozinhas: é uma realidade documentada, especialmente em regiões fora dos circuitos turísticos centrais. Roupas que cobrem ombros e joelhos ajudam a reduzir a frequência das abordagens.
- Água e comida: beba apenas água mineral lacrada. Evite gelo em locais com aparência duvidosa. Intoxicação alimentar é o imprevisto de saúde mais relatado por turistas brasileiros no país.
Qual é a melhor época para ir para Marrocos?
Primavera (março a maio) e outono (setembro a novembro) são ideais.
O país tem zonas climáticas completamente diferentes, e a escolha da época errada pode arruinar uma experiência:
| Período | Temperatura | Clima | Recomendado? |
|---|---|---|---|
| Março a maio (primavera) |
15°C a 26°C | Temperaturas agradáveis, vegetação mais verde e excelentes condições para explorar a Cordilheira do Atlas. | ✅ Melhor época |
| Setembro a novembro (outono) |
16°C a 28°C | Calor mais suportável, acesso confortável ao deserto e menor fluxo de turistas. | ✅ Excelente |
| Junho a agosto (verão) |
25°C a 42°C | Temperaturas extremas no interior do país e nas regiões desérticas, frequentemente acima dos 40°C. | ⚠️ Evitar no interior |
| Dezembro a fevereiro (inverno) |
5°C a 18°C | Noites frias, possibilidade de neve no Atlas e atrações menos lotadas. | ✓ Bom para quem não vai ao deserto |
Cuidado com o calor extremo do deserto
O Saara em julho e agosto é muito perigoso para quem não está aclimatado. Temperaturas de 50°C durante o dia não são exagero.
Se for no verão, foque o roteiro em cidades costeiras como Essaouira e Agadir, onde a brisa atlântica torna a experiência tolerável.
Atenção ao Ramadã
Durante o mês sagrado muçulmano (que varia de ano para ano), restaurantes ficam fechados durante o dia, os horários de atendimento mudam e a dinâmica das medinas é diferente.
Não é necessariamente uma experiência ruim, mas exige adaptação.
Em 2027, o Ramadã está previsto para começar na noite de 7 de fevereiro e terminar na noite de 8 de março.
Como é o turismo no Marrocos?
Quem chega ao Marrocos esperando uma experiência organizada e previsível como uma viagem europeia vai precisar ajustar as expectativas.
O sistema de hospedagem nos riads (mansões tradicionais com pátio interno, muitas vezes quase escondidas) é uma das experiências mais incríveis do país.
De fora, parecem nada. Por dentro, abrem para jardins, fontes e arquitetura incomparável.
O comércio funciona na base da pechincha. O ponto de partida é oferecer metade do preço pedido e negociar daí em diante.
A gastronomia é uma das surpresas mais agradáveis. O tagine e o cuscuz são excelentes, mas quem fica mais de uma semana relatará enjoo pela repetição.
Para variar, busque os mercados de rua, pastilhas (torta salgada-doce de pombo ou frango) e seffa (cuscuz doce).
Primeira viagem para Marrocos: dicas e cuidados essenciais
Para fazer turismo no Marrocos, é importante se atentar a alguns aspectos. Veja como se preparar:
Antes de sair do Brasil
- Baixe mapas offline de todas as cidades que vai visitar. Maps.me funciona melhor do que o Google Maps dentro das medinas.
- Reserve o transfer do aeroporto para o hotel com antecedência. É a decisão mais importante que você vai tomar antes de pousar.
- Tenha euros ou dólares para trocar em Marrocos; o real não é aceito para câmbio lá.
- Contrate seguro viagem com cobertura médica adequada.
Na chegada
- Ignore qualquer abordagem de “ajuda” espontânea no aeroporto. Geralmente, é golpe.
- Se for pegar táxi sem reserva prévia, exija que o taxímetro funcione ou negocie o valor antes de entrar.
- Não aceite “brindes” de ninguém nos souks, como tapetes colocados no colo, colares em volta do pescoço. Depois, vem a cobrança.
No dia a dia
Gorjetas são esperadas em restaurantes (10% é razoável), banheiros públicos (MAD 2–5) e por qualquer serviço de guia informal.
- Beba apenas água engarrafada e lacrada.
- Carregue sempre papel higiênico, pois nem todos os banheiros públicos têm.
Tour com ou sem guia em Marrocos?
Essa pergunta divide quem já foi ao Marrocos. No fim das contas, a verdade é que depende muito de onde você vai e para quê.
Faz sentido ter guia
Nas medinas de Fez e Marrakech, um guia credenciado vale cada dirham. O labirinto de ruelas é real, onde o GPS trava, as ruas não têm nome e sem referências físicas é fácil dar voltas sem sair do lugar.
Mais do que isso, guias bons trazem o contexto histórico e cultural que nenhuma placa informativa vai oferecer.
Para o interior do país e o roteiro deserto, ter motorista e guia é mais uma questão de praticidade do que de segurança, já que as distâncias são longas, algumas estradas são difíceis e o acesso ao deserto sem suporte é trabalhoso.
Dá pra ir sem guia
Em Chefchaouen, Essaouira e Casablanca, a navegação é muito mais fácil e a experiência independente é tranquila.
Em Marrakech, para quem já tem alguma experiência em viagens pelo mundo árabe, também dá.
O food tour é a única experiência guiada que viajantes independentes unanimemente recomendam.
Quais documentos preciso para entrar em Marrocos?
A burocracia de entrada é simples para brasileiros. Mais que isso, é uma das mais simples entre todos os destinos fora do continente:
- Passaporte: válido por pelo menos 6 meses além da data de saída.
- Visto: não exigido para estadias de até 90 dias.
- Seguro viagem: não obrigatório por lei, mas altamente recomendado
- Vacina contra febre amarela: recomendada para viajantes provenientes de áreas endêmicas.
- Passagem de retorno: pode ser solicitada eventualmente na imigração.
➤ Dica extra: o Marrocos usa 220V e tomadas tipo C e E (padrão europeu). Um adaptador universal resolve o problema.
Qual a melhor moeda para levar para Marrocos?
A moeda do Marrocos é o Dirham Marroquino (MAD), e aqui tem um detalhe importante que pega muita gente de surpresa: o dirham não pode ser comprado fora do Marrocos.
A solução é levar euros ou dólares e trocar nas casas de câmbio locais, chamadas “bureaux de change”. A taxa atual de referência é 1 EUR ≈ 10,5 MAD e 1 BRL ≈ 1,75 MAD.
Algumas orientações práticas:
- Euros são a melhor opção para quem sai do Brasil, com as melhores taxas de câmbio em Marrocos.
- Troque sempre em bureaux de change oficiais, nunca na rua, mesmo que a taxa pareça vantajosa.
- Cartões internacionais como Wise e Nomad funcionam em hotéis e restaurantes maiores.
- Pequenos estabelecimentos, souks e mercados de rua só aceitam dinheiro em espécie
- Os caixas eletrônicos funcionam, mas cobram taxas. Verifique com seu banco antes de sair.
Quanto custa fazer turismo no Marrocos?
Uma viagem de 10 dias pelo Marrocos custa entre R$ 9.000 e R$ 15.000 por pessoa, já incluindo as passagens aéreas, hospedagem em riads confortáveis, alimentação e os principais passeios.
O país africano é um dos lugares com melhor custo-benefício para quem sai do Brasil, especialmente quando comparado à Europa.
O custo de vida local é cerca de 23% menor que Portugal, a alimentação é 33% mais barata e o transporte entre cidades é acessível.
Mas atenção, o Marrocos tem dois preços: o do local e o do turista. A diferença pode ser enorme. Veja alguns custos médios:
| Perfil | Hospedagem | Alimentação | Total estimado/dia |
|---|---|---|---|
| Econômico |
R$ 60 a R$ 120 (hostel ou riad simples) |
R$ 60 a R$ 180 | R$ 130 a R$ 360 |
| Conforto |
R$ 250 a R$ 500 (riad de categoria intermediária) |
R$ 80 a R$ 150 por refeição |
R$ 460 a R$ 900 |
| Luxo |
Acima de R$ 1.000 (riad 5 estrelas ou hotéis premium) |
R$ 400 a R$ 700 | Acima de R$ 1.500 |
Passeios e atrações
Confira os custos médios para os principais passeios oferecidos em Marrocos:
- Noite no deserto (camelo + jantar + acampamento): R$ 350–R$ 700 por pessoa
- City tour com guia (dia inteiro): R$ 150–R$ 300
- Entrada no Jardim Majorelle + Museu YSL: ~R$ 115
- Mesquita Hassan II: ~R$ 75
- Hammam (banho turco): R$ 40–R$ 80
- Hammam turístico de luxo: R$ 150–R$ 350
- Ônibus entre cidades (ex: Marrakech–Fez): ~R$ 70
Passagens aéreas
Os voos de ida e volta saindo de São Paulo ou do Rio de Janeiro ficam entre R$ 4.500 e R$ 7.000.
A variação depende da antecedência e das conexões (geralmente em Lisboa ou Paris).
A grande vantagem atual é a rota direta da Royal Air Maroc ligando São Paulo a Casablanca, que economiza um tempo precioso de viagem.
Faça turismo no Marrocos com segurança e economia!
Uma viagem de turismo no Marrocos exige coberturas adequadas.
Intoxicação alimentar, acidentes no deserto e quedas em trilhas nas montanhas do Atlas são situações que viajantes já enfrentaram por lá.
O problema é que o atendimento médico no Marrocos pode gerar uma conta que arruína a viagem antes mesmo de você chegar em casa.
No Seguros Promo, você compara os planos de diferentes seguradoras, filtra pela cobertura que faz sentido para o seu roteiro e contrata com segurança, direto pela plataforma.
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Perguntas frequentes sobre o Marrocos
Quer saber mais sobre o Marrocos? Então confira nossa FAQ, separamos os questionamentos que todo mundo se pega fazendo sobre o destino:
Dá para viajar pelo Marrocos sem saber francês ou árabe?
Dá, mas prepare-se para gastar mímica e paciência. Nas zonas turísticas, o inglês resolve bem, mas o problema surge na hora de negociar com taxistas de rua ou comprar passagens em estações menores.
As comidas de rua nos souks realmente dão dor de estômago?
Sim, a famosa “diarreia do viajante” estraga as férias de muita gente por lá. O segredo não é evitar a comida de rua, mas comer apenas onde houver filas de marroquinos.
Como funciona a dinâmica das gorjetas no dia a dia?
No Marrocos, a gorjeta (bakshish) é um complemento de renda esperado por todos, do funcionário que segura a porta do banheiro ao rapaz que ajuda a carregar sua mala. Tenha sempre notas baixas e moedas de Dirham separadas no bolso da frente.
Preciso de visto para entrar em Marrocos?
Não. Brasileiros entram com passaporte válido para estadias de até 90 dias, sem necessidade de visto.
Como é o clima do Marrocos?
O país tem uma das maiores amplitudes térmicas do mundo entre suas regiões. Isso significa que você vai precisar levar roupas leves e roupas de frio, especialmente se o roteiro incluir uma noite no deserto.
Qual é a religião predominante no Marrocos?
O Islã é a religião oficial e é praticado por aproximadamente 99% da população. Na prática, isso se traduz em cinco chamadas para a oração diárias saindo dos minaretes.
Como é a cultura do Marrocos?
A hospitalidade marroquina é genuína, e o chá de menta, chamado de “Whisky Berbere”, é a forma mais cotidiana de expressá-la. Se alguém te oferecer chá sem contexto comercial aparente, provavelmente é boa-fé. Aceitar é uma forma de respeito. O chá é servido extremamente doce. Você vai ser avisado disso e ainda assim se surpreenderá.
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