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Seguros Promo Blog Assistente de Viagem Veja o que não pode levar na bagagem despachada internacional

Veja o que não pode levar na bagagem despachada internacional

Confira o que não pode levar na bagagem despachada internacional. Saiba quais itens são ou não permitidos, as regras por companhia e mais.

Entender o que não pode levar na bagagem despachada internacional não é só uma questão de seguir regras: é evitar perda de dinheiro, tempo e problemas formais na entrada de alguns países.

Existe um erro que quase sempre pega viajantes desprevenidos, que é a mala passar no check-in, ser aberta na inspeção interna e alguns itens simplesmente não chegarem ao destino com você.

Isso acontece com power banks esquecidos em mochilas, alimentos aparentemente inofensivos e até remédios que não seguem a regra do país de entrada. 

O resultado varia entre retenção, atraso na entrega da bagagem ou, nos casos mais rígidos, abordagem na alfândega logo após o desembarque. 

Abaixo, você vai ver quais itens não podem ser despachados na bagagem internacional!

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Índice

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Por que é importante saber o que não pode levar na bagagem despachada internacional

Tem regra oficial (segurança aérea), regra da companhia e regra do país de destino. E elas não são iguais. O erro clássico é achar que “despachada pode tudo”, mas não pode.

Um caso comum é quando o passageiro despacha a mala normalmente, segue para o embarque e só descobre no destino que um item foi removido

Power banks, aerossóis fora do padrão ou objetos considerados suspeitos são retirados sem aviso imediato.

Em situações mais específicas, a mala pode ser retida para inspeção manual

Isso não aparece para o viajante na hora, mas pode resultar em atraso na esteira ou entrega posterior no hotel. É por isso que confiar apenas no “passou no check-in” é um erro.

Alguns itens são proibidos por risco de incêndio ou explosão. Outros não são proibidos, mas não deveriam estar na mala despachada porque, se a bagagem sumir, você perde dinheiro ou fica na mão.

Proibições visam à segurança

O porão de um avião não tem tripulação, e não tem monitoramento térmico em tempo real. Ou seja, não tem ninguém para agir se alguma coisa pegar fogo ali embaixo durante o voo. 

É por isso que as regras sobre o que não pode ir na bagagem despachada internacional existem.

As diretrizes gerais vêm da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) e da ICAO (Organização de Aviação Civil Internacional), e elas estabelecem um conjunto mínimo de proibições que vale para praticamente todas as companhias do mundo

Mas tem um detalhe que muita gente ignora: esse padrão é um piso, não um teto. 

Cada companhia pode impor restrições adicionais, e o país de destino pode ter exigências alfandegárias próprias.

Logo, o que passa na TAP pode ser tratado de forma diferente na Gol. O que entra sem problema no Brasil pode ser confiscado na Austrália. 

A regra mais importante é esta: em caso de dúvida, cheque com a companhia aérea antes de arrumar a mala.

Fique atento às exigências de cada país

Outro ponto pouco considerado é o que acontece depois do pouso. 

Em muitos países, especialmente Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, a bagagem passa por fiscalização com base em declaração obrigatória.

Isso significa que mesmo itens que viajaram normalmente no porão podem ser barrados na entrada

E aqui o risco não é só perder o item, é multa. O erro clássico é assumir que “se saiu do Brasil, entra em qualquer lugar”. Nem sempre.

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    O que não pode levar na bagagem despachada internacional: por categoria

    Fazer uma lista de itens proibidos parece simples até você perceber que a maioria das pessoas só conhece os casos mais óbvios. 

    Explosivos, claro. Mas e a bateria do notebook? E o desodorante aerossol? E o queijo que você quis trazer de presente? 

    O perigo mora nos detalhes, e é nesses detalhes que a maior parte das retenções acontece

    Então, prepare o bloco de notas e veja o que não pode levar na bagagem despachada internacional:

    Explosivos, inflamáveis e tudo que pode incendiar o porão

    Essa é a categoria sem negociação, sem exceção, sem conversa com o agente no balcão. 

    Os itens abaixo são proibidos em qualquer bagagem despachada, em qualquer companhia, em qualquer rota:

    • Explosivos e fogos de artifício: inclusive aqueles de festa, sparklers e sinalizadores.
    • Combustíveis e inflamáveis líquidos: gasolina, querosene, acetona, álcool isopropílico em quantidades relevantes.
    • Gás liquefeito: botijões de camping, latas de gás para maçaricos, cilindros não-vazios de qualquer tipo.
    • Isqueiros com reservatório de gás não absorvido: o isqueiro de bolso descartável, em algumas companhias, pode ir na bagagem de mão; o de reservatório pressurizado, não.
    • Sinalizadores marítimos e foguetes de socorro: mesmo que nunca tenham sido usados.

    Por que são proibidos? Porque em caso de ignição no porão, não há como suprimir

    A maior parte dos aviões comerciais não tem sistema de combate a incêndio eficiente para esse tipo de material no compartimento de bagagem.

    Baterias de lítio e power banks: o erro que mais pega viajante experiente

    Essa é, de longe, a categoria que gera mais confusão (e onde mais gente erra, inclusive quem já viajou muitas vezes). A regra parece simples, mas as nuances criam armadilhas.

    Proibido na bagagem despachada, sem exceção:

    • Baterias de lítio soltas (sem equipamento).
    • Power banks em qualquer capacidade, qualquer tamanho, qualquer marca.

    Permitido na despachada, com condições:

    • Equipamentos com baterias de lítio embutidas (notebooks, celulares, câmeras): até 100Wh, sem restrição; entre 100Wh e 160Wh, mediante aprovação prévia da companhia

    Por que baterias avulsas são proibidas no porão?

    Baterias de lítio danificadas ou defeituosas podem entrar em ignição espontânea, fenômeno conhecido como thermal runaway. 

    No porão, não há como detectar nem conter esse tipo de reação.

    O erro mais comum é colocar a mochila do dia a dia direto na esteira do check-in sem checar se o power bank está dentro. 

    Isso acontece com regularidade e normalmente resulta em retenção da bagagem ainda no raio-X, com o item sendo removido.

    ➤ Dica prática: antes de qualquer viagem, defina uma bolsa específica só para power banks e baterias avulsas. Ela vai para a mochila de mão, sempre. O hábito elimina o esquecimento, que é a causa número um de retenção nesta categoria.

    Produtos químicos: o que parece inofensivo pode não ser

    Menos óbvios que explosivos, mas com histórico real de retenção em aeroportos:

    • Solventes e tintas: incluindo esmalte de unhas em grandes volumes e removedor de esmalte.
    • Pesticidas e inseticidas: mesmo os domésticos, em versão concentrada.
    • Produtos corrosivos: ácidos de qualquer tipo, água sanitária concentrada, desentupidores.
    • Gás comprimido: extintores, cilindros de mergulho que não estejam completamente vazios e certificados.

    Atenção especial para aerossóis de uso pessoal

    Desodorante spray, laca, protetor solar aerossol e similares podem ir na bagagem despachada, mas com limites:

    • A maioria das companhias aceita até 500ml por item e no máximo 2 litros no total por passageiro. 
    • Na bagagem de mão, cada recipiente não pode passar de 100ml.

    Objetos cortantes e ferramentas: proibição seletiva que confunde

    Aqui existe um mal-entendido frequente: muita gente acha que facas e ferramentas são proibidas em qualquer circunstância. Não é verdade.

    Na bagagem despachada, geralmente são permitidos (com embalagem adequada):

    • Facas, canivetes e similares: desde que com proteção de lâmina e embalagem rígida.
    • Ferramentas manuais: chaves, alicates, serrotes, martelos etc.
    • Arcos e flechas, equipamentos de pesca e esportes de contato: com declaração prévia e aprovação da companhia.
    • Armas de fogo: mediante declaração obrigatória, aprovação prévia e caixa rígida específica.

    Objetos cortantes e ferramentas proibidos na bagagem de mão

    Certos itens podem ir na bagagem despachada, mas são vetados em bagagem de mão:

    • Qualquer objeto com lâmina superior a 6cm.
    • Ferramentas com potencial de uso como arma.

    ➤ O que frequentemente pega viajantes de surpresa: agulhas de tricô, crochê e costura. A maioria das companhias permite na bagagem de mão, mas algumas não. Se você viaja com artesanato, confirme antes, e não na hora do embarque.

    Remédios na bagagem despachada: pode, mas depende 

    Medicamentos são um dos tópicos mais pesquisados, e a resposta é sempre mais complexa do que um simples “pode” ou “não pode”.

    O que geralmente é permitido na despachada:

    • Remédios de uso pessoal, desde que esteja em quantidade compatível com a duração da viagem.
    • Medicamentos em cápsula, comprimido, pomada e líquido, respeitando os limites de volume.
    • Vitaminas, suplementos e fitoterápicos, na maioria dos destinos.

    Remédios de uso contínuo nunca devem ir exclusivamente na bagagem despachada

    Se a mala atrasar 48 horas, o que não é raro, você fica sem acesso ao medicamento. A recomendação padrão é levar a dose de pelo menos 3 dias na bagagem de mão.

    No caso de medicamentos controlados, além da receita médica, alguns países exigem documentação especial para importação

    A Turquia, os Emirados Árabes Unidos e o Japão são exemplos de destinos com regulamentação rígida nessa área. 

    ➤ Dica prática: mantenha uma cópia digital da receita no celular e outra impressa com você. Em caso de abordagem na alfândega, facilita a liberação. Também vale levar a bula original, especialmente para medicamentos menos conhecidos.

    Alimentos: o campo minado que todo turista subestima

    “Pode levar comida na mala despachada internacional?” É uma das perguntas mais buscadas, e a resposta varia tanto que não dá para generalizar. 

    Depende do alimento e, principalmente, do destino.

    Uma das situações mais comuns acontece logo após o desembarque, na fila da alfândega. Em destinos como EUA e Austrália, há duas filas: “nada a declarar” e “itens a declarar”. 

    Quem escolhe a fila errada pode ser parado, e é aqui que entram os cães farejadores, treinados para identificar alimentos, sementes e produtos orgânicos dentro da bagagem.

    Exemplos reais

    Imagine que um passageiro chega com um queijo artesanal, doce caseiro ou embutido na mala, passa pelo voo sem problema e, ao sair do aeroporto, é direcionado para inspeção. 

    O item é identificado, recolhido e descartado. Se não tiver sido declarado, pode gerar multa.

    Outro erro frequente é esquecer restos de comida na mochila ou na mala (principalmente em viagens longas ou com conexão). 

    Isso inclui frutas, sanduíches ou outras comidas naturais. Em países com controle rígido, isso também entra na categoria de risco sanitário.

    O ponto central é que a fiscalização não é aleatória. Ela é estruturada, ativa e, em muitos casos, altamente eficiente. 

    Não depende de sorte: depende do que você está carregando.

    Destino O que costuma ser proibido Nível de fiscalização O que costuma passar sem problema
    Estados Unidos Frutas, verduras, carnes frescas, laticínios não industrializados e produtos de origem animal sem inspeção Muito alto (com cães farejadores e controle rigoroso na entrada) Produtos industrializados, embalados e lacrados, dentro dos limites
    Austrália e Nova Zelândia Mel, sementes, frutas, cascas, alimentos naturais e até restos de comida Extremamente alto (um dos mais rigorosos do mundo) Pouquíssimos itens — quando permitido, sempre com declaração
    Europa (União Europeia) Carnes e laticínios frescos vindos de fora da UE Moderado Produtos industrializados e bem embalados
    Maioria dos destinos Alimentos frescos, artesanais e de origem animal Variável, mas crescente Café a vácuo, chocolate, biscoitos industrializados e bebidas dentro do limite

    Dinheiro, joias e itens de alto valor

    Nenhuma norma internacional proíbe formalmente dinheiro ou joias na bagagem despachada, embora haja boas razões para nunca fazer isso. 

    Malas despachadas passam por pontos sem câmera e acabam manuseadas por diversas pessoas

    Em caso de extravio ou dano, a responsabilidade da companhia é limitada pela Convenção de Montreal, em torno de 1.288 SDR por passageiro (aproximadamente US$ 1.700 em 2026), valor que pode não cobrir um notebook, uma câmera profissional ou uma joia.

    E tem mais: dinheiro em espécie e joias geralmente não são cobertos nem pela indenização da companhia nem pela maioria dos seguros de viagem. A perda, nesse caso, é definitiva.

    ➤ Dica prática: se tem valor financeiro relevante ou sentimental irreparável, vai na bagagem de mão.

    O que colocar na bagagem de mão em voos internacionais

    Se a despachada é o porão, a bagagem de mão é o cofre pessoal do viajante. Ela serve para muito mais do que carregar o isqueiro ou passar pelo controle de líquidos. 

    A lógica que funciona de verdade é esta: tudo o que você precisaria se sua mala despachada sumisse por 48 horas tem que estar na de mão:

    • Passaporte, vistos e documentos de viagem.
    • Cartões de crédito, débito e uma reserva em dinheiro em espécie.
    • Celular, notebook e eletrônicos de uso imediato.
    • Todos os power banks e baterias avulsas (obrigatório por regulamentação).
    • Remédios de uso contínuo + receitas.
    • Uma muda de roupa completa (parece exagero, até o dia que a mala some).
    • Câmera, relógio, joias e outros itens de valor.
    • Fones de ouvido e carregadores.

    Regra dos líquidos na bagagem de mão

    Cada recipiente pode ter no máximo 100 ml, e todos precisam caber em um único saquinho plástico transparente de 1 litro, com fechamento

    Essa é a regra da ICAO, adotada pela maioria dos países. 

    Shampoo, condicionador, perfume, gel de cabelo: se for levar na bagagem de mão, respeite esse limite. Na bagagem despachada, esses produtos podem ir em quantidades maiores (respeitando os limites de aerossóis por companhia).

    Quais são as regras para bagagem despachada internacional por companhia aérea

    As normas internacionais são o mínimo. Cada companhia tem autonomia para ser mais restritiva, e essas diferenças podem surpreender até viajantes experientes:

    Companhia Power bank Aerossóis (despachada) Armas de fogo
    TAP Air Portugal Apenas na bagagem de mão Até 2L no total Declaração obrigatória + aprovação prévia
    Gol Apenas na bagagem de mão Até 2L no total Declaração obrigatória
    LATAM Apenas na bagagem de mão Até 2L no total Declaração obrigatória + aprovação prévia
    Azul Apenas na bagagem de mão Até 2L no total Declaração obrigatória + autorização prévia
    American Airlines Apenas na bagagem de mão Regras FAA (permitidos com limite) Formulário TSA + aprovação
    Air France / KLM Apenas na bagagem de mão Até 2L no total Declaração obrigatória + aprovação prévia

    *Regras vigentes em 2026, sujeitas a atualização. Sempre cheque o site oficial da companhia antes do embarque.

    Atenção para o total permitido

    Um detalhe que quase ninguém percebe: “até 2L no total” não significa um único frasco de 2 litros. É a soma de vários recipientes menores dentro do limite permitido, e ainda assim sujeitos a avaliação.

    Vale ou não vale questionar as regras no check-in? 

    Na prática, quase nunca. Quem decide não é o agente, é o protocolo e, muitas vezes, o que aparece no raio-X depois que a mala já sumiu da sua vista. 

    Ou seja: argumentar ali raramente muda o resultado. Chegar certo desde o início economiza tempo, estresse e, em alguns casos, dinheiro.

    O que fazer quando a bagagem despachada é extraviada ou chega danificada?

    Não encontrar a bagagem na esteira depois do desembarque está entre as experiências mais desconcertantes de qualquer viagem. E acontece mais do que você imagina.

    Segundo dados da SITA, em 2024 foram registradas aproximadamente 6,9 malas mal-encaminhadas para cada 1.000 passageiros no mundo. 

    Veja o que fazer se isso acontecer com você:

    • 1) Antes de sair do aeroporto: vá direto ao balcão da sua companhia aérea e registre um PIR (Property Irregularity Report). Sem esse documento, fica praticamente impossível acionar qualquer cobertura, seja da companhia ou do seguro viagem.
    • 2) Guarde tudo: passagem, cartão de embarque, etiqueta da mala despachada e o recibo do PIR. Esses documentos são a base de qualquer processo de indenização.
    • 3) Fotografe o conteúdo da mala antes de despachar: sim, isso faz diferença concreta. Numa disputa sobre o que estava dentro, a foto vale mais do que a memória.
    • 4) Acione o seguro viagem imediatamente: muitas apólices cobrem a compra emergencial de roupas, remédios e itens de higiene enquanto a mala está atrasada, mas existe um prazo mínimo de atraso (geralmente 6 a 12 horas) e um limite de valor por dia. Quanto antes você acionar, melhor.
    • 5) Acompanhe o rastreamento: a maioria das companhias tem sistema de consulta online para malas extraviadas. Use.

    ➤ O erro clássico que compromete a indenização: esperar a mala aparecer “naturalmente” sem registrar o PIR. Sem esse documento, você perde o direito garantido pela Convenção de Montreal e perde também a base para acionar o seguro. É o tipo de erro que só se comete uma vez, mas custa caro.

    Seguro viagem e bagagem despachada: por que a cobertura vai além da emergência médica?

    Muita gente contrata seguro viagem com foco em emergência médica, o que faz sentido, já que uma internação no exterior pode custar milhares de dólares. 

    Mas a cobertura de bagagem é uma das mais acionadas e subestimadas.

    Veja o que um bom plano de seguro viagem cobre em relação à bagagem:

    • Extravio definitivo: indenização pelo valor dos itens perdidos, dentro do limite da apólice.
    • Atraso na entrega: reembolso de compras emergenciais enquanto a mala não chega (geralmente entre US$ 100 e US$ 500).
    • Dano à bagagem: cobertura para malas destruídas ou danificadas no manuseio.
    • Roubo: se a mala for furtada no aeroporto ou no hotel.

    O que o seguro não cobre e que é importante saber antes

    • Itens confiscados pela fiscalização por serem proibidos: essa perda é integral e sem recurso.
    • Dinheiro em espécie e documentos, na maioria das apólices.
    • Danos causados por embalagem inadequada.

    Vale a pena depender só do seguro viagem do cartão de crédito? 

    Geralmente, não. Alguns cartões premium incluem cobertura de bagagem como benefício. 

    O problema é que essa cobertura raramente tem a abrangência de um seguro viagem completo, o processo de acionamento costuma ser mais burocrático e os limites de indenização são menores. 

    Para quem viaja com equipamento fotográfico profissional, notebook ou eletrônicos, a apólice de seguro viagem específica tende a ser mais vantajosa, e o custo adicional, em geral, é proporcionalmente pequeno.

    Dicas finais para arrumar a mala despachada sem surpresas no aeroporto

    Depois de tudo que vimos sobre o que não pode levar na bagagem despachada internacional, algumas orientações práticas parecem óbvias, mas fazem diferença na hora de passar pelo check-in sem estresse:

    Antes de fechar a mala

    • Faça um registro fotográfico do conteúdo: vale para indenização e para lembrar o que levou.
    • Retire todos os power banks e baterias avulsas e coloque na mochila de mão.
    • Embale líquidos em sacos plásticos separados, mesmo na despachada; acidentes de embalagem acontecem, e o interior da mala agradece.
    • Coloque identificação dentro e fora da mala, como nome, telefone e e-mail; etiquetas externas podem cair, a interna permanece.
    • Use cadeados com certificação TSA se viajar para os EUA, pois a alfândega americana pode abrir malas sem aviso, e cadeados convencionais são cortados.

    Erros frequentes que custam tempo e dinheiro

    • Despachar o passaporte ou documentos originais: nunca.
    • Colocar todos os remédios na despachada sem reserva na bagagem de mão.
    • Embalar eletrônicos caros sem proteção rígida em malas macias.
    • Esquecer de pesar a mala antes de sair de casa: a franquia média em voos internacionais é de 23kg, e o excesso de bagagem gera taxas que chegam a R$ 100-200 por quilo.

    ➤ Dica extra: invista em um rastreador (tag)

    Uma dica que pouca gente usa ainda: colocar um rastreador GPS (como AirTag) dentro da mala. O dispositivo custa por volta de R$ 300 e permite acompanhar a localização da bagagem em tempo real

    O rastreador já ajudou viajantes a identificar onde a mala estava antes mesmo que a companhia soubesse, e a pressão para resolução é muito mais efetiva quando o passageiro sabe exatamente em qual esteira ou depósito a mala está parada.

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      Saber o que não pode levar na bagagem despachada internacional elimina boa parte do estresse no embarque. 

      Mas a viagem não termina no check-in: imprevistos como mala atrasada, emergência médica ou voo cancelado fazem parte da realidade de qualquer viajante. 

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      Perguntas sobre o que não pode levar na bagagem despachada internacional

      Depois de entender o que é proibido despachar, surgem outras dúvidas mais específicas. Para te ajudar, preparamos essa sessão especial com as principais perguntas e respostas sobre o tema!

      Quais itens são proibidos na bagagem despachada?

      Itens inflamáveis, explosivos, baterias de lítio soltas e power banks são proibidos. Produtos químicos, gases comprimidos e combustíveis também. Além disso, itens de alto valor e documentos não são proibidos, mas nunca devem ser despachados.

      Posso levar remédios na bagagem despachada?

      Pode, mas não é recomendável deixar todos na mala despachada. Em caso de atraso ou extravio, você fica sem acesso. O ideal é manter os essenciais na bagagem de mão, com receita médica.

      Posso despachar eletrônicos em voo internacional?

      Sim, desde que não tenham baterias de lítio soltas. Ainda assim, há risco de dano ou extravio. Equipamentos como notebook e câmera devem ir preferencialmente na bagagem de mão.

      O que fazer se minha bagagem despachada for extraviada?

      Registrar o PIR imediatamente no aeroporto é essencial. Sem esse documento, não é possível solicitar indenização ou acionar o seguro viagem.

      O seguro viagem cobre bagagem extraviada?

      Sim, a maioria dos planos do Seguros Promo cobre extravio, atraso e danos, com limites definidos. Também pode incluir reembolso para compras emergenciais enquanto a mala não é entregue.

      É seguro despachar notebook e câmera fotográfica?

      Não é o mais seguro. Além do risco de impacto durante o transporte, há limite de indenização em caso de extravio, que pode não cobrir o valor real dos equipamentos.

      Pode levar shampoo e condicionador na bagagem despachada?

      Sim, contanto que estejam bem embalados para evitar vazamentos.

      O que não passa no detector do aeroporto?

      Líquidos acima de 100 ml, objetos cortantes, ferramentas, produtos inflamáveis, aerossóis, qualquer tipo de combustível e armas (ou réplicas).


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