Viagem para Áustria: o que fazer, roteiros prontos e mais!
Saiba como aproveitar uma viagem para Áustria. Veja quais são os melhores destinos, como economizar e sugestões de roteiros pelo país.
Planejar uma viagem para Áustria é entrar de cabeça num país que derruba expectativas: você imagina algo bonito, mas a primeira vez que vê Hallstatt refletida no lago, percebe que nenhuma foto fez jus.
Em meio a palácios barrocos, vilarejos alpinos, neve de verdade nos Alpes e uma infraestrutura turística que funciona, com trem no horário, sinalização clara e pouquíssimo estresse, o desafio é escolher o que tirar do roteiro.
Este guia para a Áustria foi montado com preços atualizados, estratégias práticas e problemas que a maioria dos guias esconde. Boa leitura e boa viagem!
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Por que o seguro viagem é indispensável na Áustria?
O atendimento médico na Europa não é barato. Uma consulta simples em Viena custa entre €150 e €300, e uma internação pode ultrapassar os €2.000 por dia.
Mas a necessidade dessa proteção vai além do custo. O seguro viagem com cobertura mínima de €30.000 é exigência formal do Tratado de Schengen, ou seja, o turista pode ser barrado pelas autoridades de imigração sem ele.
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Viagem para Áustria: pontos turísticos principais
A Áustria tem cerca de 84 mil km² (menor que o estado de São Paulo), mas com uma densidade turística impressionante.
Antes de montar o roteiro, entenda como o país se divide geograficamente:
- Viena: a capital imperial no leste, com museus, cafés históricos, a Ópera de Viena e palácios incríveis.
- Salzburgo: no noroeste, a 2h30 de Viena de trem. Cidade natal de Mozart, compacta e visitável em 2 dias.
- Hallstatt: vilarejo às margens do lago Hallstätter See, nas montanhas do Salzkammergut. Base ideal: Salzburgo ou Bad Ischl.
- Innsbruck: capital do Tirol, nos Alpes. Ponto de passagem para quem vem da Bavária alemã.
- Graz: fica no sudeste do país, com atrações como fortalezas medievais, bons museus e um centro histórico riquíssimo.
- Linz: frequentemente esquecida nos roteiros-padrão, mas vale o desvio. Fica às margens do Danúbio, no norte austríaco.
O que não deixar de ver na Áustria
Nem tudo o que brilha no Instagram entrega uma boa experiência na vida real.
Para ajudar você a filtrar o que realmente vale o deslocamento e o dinheiro do ingresso, listamos as principais atrações do país com o que elas têm de melhor:
Palácio de Schönbrunn (Viena)
O antigo palácio de verão dos Habsburgos impressiona pela opulência de seus 1.441 cômodos.
A visita interna (as 40 salas do Grand Tour custam €32 em 2026) é impressionante, mas o verdadeiro segredo está nos jardins: a entrada é gratuita e poucas pessoas sobem até a Gloriette logo de manhã
Fortaleza de Hohensalzburg (Salzburgo)
Erguida em 1077, esta joia medieval coroa o horizonte e preserva cômodos internos com contexto histórico.
O funicular que sobe até ela custa €13 (inclui entrada) ou você pode subir caminhando pelo Festungsgasse em 20 minutos, pagando só a entrada (€9).
Contudo, o miolo do castelo vira um formigueiro humano entre as 10h e as 14h, tirando o charme do passeio. Evite o estresse pegando o primeiro funicular das 8h30.
Vilarejo de Hallstatt
O vilarejo mais fotografado do país e da Europa.
Hallstatt tem cerca de 800 moradores permanentes e uma rua principal de menos de 500 metros. No verão, recebe mais de 10.000 visitantes por dia, e a experiência depende de quando você chega.
A estratégia que funciona, é chegar de trem + balsa antes das 9h, passear pelo vilarejo até às 11h (quando os ônibus de tour chegam), subir para a mina de sal (€35 com reserva antecipada) e depois para o mirante 5 Fingers de tarde.
Palácio Belvedere (Viena)
Dois palácios barrocos ligados por jardins franceses impecáveis. A atração principal é “O Beijo”, uma das pinturas mais famosas do planeta.
O problema é que a sala da obra, no Belvedere Superior (€19), costuma estar movimentada entre 10h e 16h.
Chegar às 9h garante uns 10 minutos de paz antes da primeira leva de visitantes. O Belvedere Inferior e os jardins custam €16 e têm menos filas.
Telhado de Ouro (Innsbruck)
Um balcão gótico tardio coberto com milhares de telhas de cobre dourado, construído pelo Imperador Maximiliano I no século XV.
É bonito, é histórico e dá para ver completamente de graça da rua. O museu interno (€5) mostra o contexto com eficiência.
O que vale mais em Innsbruck, na verdade, é o teleférico Nordkette, que sai de dentro da cidade e chega a 2.256 metros de altitude em menos de 30 minutos, com vista para os Alpes. Custa €40 ida e volta.
Mirante 5 Fingers (Hallstatt)
É uma plataforma de observação com cinco braços de vidro estendidos sobre o vazio, a quase 2.000 metros de altitude, que possibilita a vista do lago Hallstätter See lá embaixo.
Para chegar, você sobe de teleférico (€36 ida e volta) e caminha por uma trilha sinalizada (de mais ou menos 30 minutos).
➤ Dica: em dias nublados, comuns no outono e no inverno, o mirante fica encoberto por névoa e a vista some. Confira a previsão do tempo antes da subida.
Jardins do Palácio Mirabell (Salzburgo)
A locação de cenas de A Noviça Rebelde é um dos jardins mais fotografados da Europa, com entrada gratuita. A geometria dos canteiros de flores é impressionante e os jardins funcionam bem como pausa entre as atrações pagas.
Não deixe de conferir o terraço com vista para a Fortaleza de Hohensalzburg ao fundo.
É o enquadramento clássico da cidade e fica a dois minutos do jardim principal, no andar de cima do palácio.
Mundo dos Cristais Swarovski (Wattens)
A cerca de 20 km de Innsbruck, este museu temático combina arte contemporânea e cristais numa instalação impressionante. A entrada custa €22.
Vale a pena? Depende. Quem gosta de design e instalações artísticas imersivas sai encantado, mas quem esperava um museu de joias fica um pouco perdido.
O jardim exterior é gratuito e bonito o suficiente para justificar a parada se você estiver de passagem.
Roteiro de viagem Alemanha/Áustria
Combinar Bavária e Áustria num mesmo roteiro é uma das melhores decisões que um viajante pode tomar. A região compartilha paisagens alpinas, arquitetura e conexões de trem excelentes.
Veja uma sugestão de roteiro para uma viagem de 12 dias:
Dias 1 e 2: Munique (Alemanha)
Base para começar a viagem. A Marienplatz, os jardins de cerveja do Englischer Garten e o Museu Alemão dão conta de dois dias cheios.
Hospedar-se no centro histórico ou próximo à estação central facilita os deslocamentos seguintes.
Dia 3: Castelo de Neuschwanstein (Alemanha)
O castelo que inspirou a Disney fica a 2h de Munique de trem. Reserve os ingressos online com antecedência, pois esgotam com frequência.
➤ Dica: a melhor foto do castelo não é da ponte Marienbrücke, mas do miradouro Jugendstilbrücke, um pouco abaixo.
Dias 4 e 5: Berchtesgaden (Alemanha)
Fazer o roteiro Alemanha/Áustria sem Berchtesgaden seria um sacrilégio.
Os quatro passeios principais são o Bunker de Hitler, o Ninho da Águia (a 1.834 m), o Lago Königssee e a Mina de Sal de Berchtesgaden, e cabem perfeitamente em dois dias.
Dias 6 e 7: Innsbruck (Áustria)
A travessia dos Alpes de trem até Innsbruck é um espetáculo. Na cidade, faça o passeio do teleférico Nordkette no primeiro dia, Cidade Velha e Telhado de Ouro no segundo.
Também é possível fazer um bate-volta para Garmisch-Partenkirchen, na Alemanha.
Dias 8 e 9: Salzburgo (Áustria)
Vá de trem a partir de Innsbruck (2h de viagem) e explore o centro histórico (a Fortaleza de Hohensalzburg e os Jardins Mirabell) no primeiro dia.
No segundo dia, faça o bate-volta para Berchtesgaden ou para a região de Salzkammergut, com lagos e montanhas.
Dia 10: Hallstatt (Áustria)
Saia cedo de Salzburgo, e se você estiver de carro, pode incluir uma parada rápida em Bad Ischl.
Em Hallstatt, suba para o mirante 5 Fingers (se o dia estiver claro), depois, visite a Mina de Sal e passeie pelo vilarejo antes das 11h.
Dias 11 e 12: Viena (Áustria)
O destino mais rico do roteiro fica para o final.
Assim, você tem a energia e o contexto de toda a viagem para absorver o melhor da capital.
Aproveite a visita e conheça Schönbrunn, Belvedere, o Ring, os cafés históricos e, se possível, uma noite na Ópera de Viena.
Viagem para Áustria: itinerários para seguir
Abaixo, você confere três roteiros montados para perfis diferentes, com ordem de deslocamento e sem dias desperdiçados em transporte.
Todos usam o trem como modal principal, que é mais barato e mais eficiente do que o carro na maioria dos trechos.
Viagem para Áustria: roteiro de 5 dias
Cinco dias pedem foco. Esqueça Innsbruck e o Vale do Wachau. Aqui, a prioridade é extrair o máximo de Viena e Salzburgo sem sacrificar Hallstatt:
- Dias 1 e 2 (Viena): Schönbrunn no primeiro dia e Belvedere à tarde para ver “O Beijo”, de Klimt. No segundo dia, explore o Centro Histórico: Stephansdom, Hofburg, Naschmarkt. Jantar num Heuriger (taberna de vinho) no distrito de Grinzing.
- Dia 3 (Salzburgo): Trem de manhã (2h30, €30 na ÖBB com antecedência). Tarde para o centro histórico e a Fortaleza de Hohensalzburg.
- Dia 4 (Hallstatt): Saída de Salzburgo às 8h, chegada a Hallstatt por volta das 10h30 via Attnang-Puchheim com balsa. Volte para Salzburgo no início da tarde para evitar fila na balsa.
- Dia 5 (Salzburgo ou retorno): Jardins Mirabell de manhã (entrada gratuita), tarde livre antes do trem de volta para Viena ou voo de partida.
Viagem para Áustria: roteiro de 7 dias
Sete dias permitem incluir o Vale do Wachau, um dos roteiros de vinho mais bonitos da Europa Central:
- Dias 1, 2 e 3 (Viena): Schönbrunn, Belvedere, Museu de História da Arte, Viena subterrânea (os fascinantes esgotos históricos) e um concerto noturno se o orçamento permitir.
- Dia 4 (Vale do Wachau e chegada a Salzburgo): Parada em Krems e Melk (a Abadia de Melk, no alto de um rochedo sobre o Danúbio, vale cada euro do ingresso). Trem para Salzburgo no final da tarde.
- Dia 5 (Hallstatt): Para excursões de um dia, acorde cedo para escapar das multidões que chegam com os ônibus.
- Dias 6 e 7 (Salzburgo): Cidade velha, Fortaleza, Jardins de Hellbrunn (os truques d’água do século XVII continuam funcionando e são deliciosamente absurdos), e, se quiser fazer um bate-volta para Berchtesgaden, na Alemanha, o Lago Königssee vale sem dúvida.
Viagem para Áustria: roteiro de 10 dias
Com dez dias, é possível conhecer muito da Áustria, e ainda sobra espaço para Innsbruck e a região alpina do Tirol.
Repita as orientações para o roteiro de 7 dias e acrescente:
- Dias 8 e 9 (Innsbruck): Teleférico Nordkette, Telhado de Ouro, museu das Tumbas Imperiais. Se o tempo estiver bom, a vista do topo do Nordkette compensa qualquer coisa.
- Dia 10 (Graz ou Zell am See): Graz é subestimada; Zell am See, para quem quer montanha com lago, é difícil de superar.
Quanto custa uma viagem para a Áustria?
Dizer que a Áustria é “cara” é preguiçoso.
É mais preciso dizer que o país é caro para quem não se planeja e barato para quem sabe onde economizar.
O passo mais importante é montar um orçamento real, não otimista:
| Item | Estimativa |
|---|---|
| Passagem aérea (Brasil–Viena, ida e volta) | R$ 4.750 a R$ 8.000 |
| Hospedagem em Viena (3 estrelas, por noite) | €80 a €130 |
| Hospedagem em Salzburgo (3 estrelas, por noite) | €70 a €120 |
| Alimentação por dia (perfil econômico) | €40 a €60 |
| Prato de Wiener Schnitzel | €15 a €28 |
| Transporte público em Viena (por viagem) | €2,40 |
| Passe semanal de transporte em Viena | €17 |
| Seguro viagem (por dia) | A partir de R$ 11 |
Passagens aéreas para a Áustria
A passagem aérea do Brasil para Viena varia entre R$ 4.000 e R$ 7.000 em condições normais, com alta temporada (verão europeu e Natal) puxando os valores para cima.
Vale acompanhar as promoções com antecedência de 4 a 6 meses. Sites como o Vai de Promo, tem alertas de preço que fazem esse trabalho por você.
Onde a maioria perde dinheiro?
Em geral, o erro clássico é comprar ingressos avulsos para cada atração.
O Salzburg Card, por exemplo, custa €30 por 24h, €41 por 48h e €47 por 72h. O passe inclui todas as atrações principais e o transporte público.
Se você vai visitar a Fortaleza de Hohensalzburg, a casa de Mozart e os Jardins Mirabell no mesmo dia, o cartão já se paga.
Esses passes estão disponíveis em várias cidades da Áustria e podem representar uma boa economia no orçamento final da sua viagem.
Qual a melhor época para ir à Áustria?
A resposta depende dos seus objetivos de viagem, já que cada estação entrega uma Áustria diferente, e todas têm seus méritos e seus incômodos.
O calendário dita não apenas a cor das paisagens alpina, mas também o tamanho das filas que você vai enfrentar e o rombo na sua carteira, já que as tarifas de hospedagem mudam muito dependendo do mês.
| Estação | O que esperar | Pontos de atenção |
|---|---|---|
| Inverno (dez a mar) | Temperaturas de 5°C a -5°C nas cidades e até -10°C nos Alpes. | Dias muito curtos, frio severo e várias trilhas alpinas ou mirantes fechados por segurança. |
| Primavera (abr a mai) | Clima suave e agradável, flutuando entre 10°C e 20°C. | Neve residual acumulada no topo das montanhas pode bloquear trilhas de maior altitude até meados de abril. |
| Verão (jun a ago) | Alta temporada absoluta. Sol brilhando até 21h30 e termômetros passando dos 30°C. | Hallstatt fica insuportável e superlotada (filas da balsa passam de 2h). |
| Outono (set a nov) | A estação secreta dos viajantes experientes. Clima fresco (10°C a 18°C). | A partir do fim de outubro o frio começa a apertar e o volume de chuvas tende a aumentar nas regiões serranas. |
Quanto tempo devo ficar na Áustria?
Uma semana é o mínimo razoável para cobrir Viena, Salzburgo e Hallstatt sem transformar tudo em deslocamento.
A recomendação depende do estilo de quem viaja. Ir e voltar em 5 dias é possível, mas você vai sair com a sensação de que só arranhou a superfície.
Para quem quer combinar Áustria com Alemanha, incluindo Innsbruck, o Vale do Wachau e pelo menos um dia de trilha nos Alpes, 10 a 12 dias é o ideal.
➤ O que evitar: encaixar Graz e Linz num roteiro de 7 dias junto com Viena, Salzburgo e Hallstatt. Priorize profundidade sobre quantidade de cidades.
O que um brasileiro precisa para entrar na Áustria?
A Áustria faz parte da Zona Schengen, e os mesmos requisitos de entrada valem para todos os países do bloco.
Confira os documentos obrigatórios:
- Passaporte válido por pelo menos 3 meses além da data de saída da Europa.
- Seguro viagem com cobertura mínima de €30.000 para despesas médicas.
- Passagem de retorno confirmada.
- Comprovante de hospedagem (reserva de hotel ou carta-convite).
- Recursos financeiros comprovados (a estimativa oficial fica em torno de €70 por dia de permanência).
- EES (Entry/Exit System): sistema de registro biométrico de entradas e saídas no Espaço Schengen.
- ETIAS (autorização eletrônica de viagem para o Espaço Schengen).
Qual é a língua que se fala na Áustria?
O idioma oficial é o alemão austríaco, gramaticalmente idêntico ao alemão padrão, mas com pronúncia e vocabulário próprios.
Em Viena e nas áreas turísticas de Salzburgo e Hallstatt, o inglês funciona bem na maioria dos estabelecimentos.
Contudo, fora do circuito turístico, especialmente em vilarejos rurais e no Tirol, o conhecimento de inglês cai bastante.
Algumas palavras que ajudam mais do que parecem:
- Servus: cumprimento informal austríaco, equivalente a “oi”.
- Bitte: por favor / de nada.
- Danke: obrigado.
- Grüß Gott: saudação formal, literalmente “Deus te abençoe”, muito usada.
Nos menus de restaurantes tradicionais fora de Viena, não espere tradução para o inglês.
➤ Dica: tire uma foto do cardápio e use o Google Translate com câmera. Funciona bem o suficiente para não pedir acidentalmente intestino de porco achando que é costela.
Dicas para a primeira viagem solo à Áustria
A Áustria é um dos melhores destinos da Europa para quem vai sozinho pela primeira vez.
A infraestrutura funciona, a criminalidade é baixa e a movimentação turística garante que sempre haverá alguém por perto.
Mas algumas coisas específicas fazem diferença:
Sobre o transporte
A rede ferroviária da ÖBB é confiável e pontual.
Compre seus bilhetes pelo app ou site da ÖBB (e não pelo Trainline, que cobra taxas extras e pode não conseguir remanejar seu assento em caso de atraso ou cancelamento).
A Westbahn também opera alguns trechos, como Viena–Salzburgo, geralmente com preços ligeiramente mais baixos.
➤ Sobre o transporte em Viena: o passe de transporte da WienMobil cobre metrô, bonde e ônibus dentro da cidade, mas não inclui o trajeto entre o aeroporto e o centro urbano. Comprar a extensão para a zona do aeroporto custa apenas €2 a €3 extras, mas quem não sabe disso paga multa de €105.
Sobre mobilidade sem carro
Para a maioria dos roteiros descritos aqui, o carro não é necessário e pode até complicar.
Hallstatt tem acesso restrito, Viena tem pedágio urbano e estacionamento caro, e os trens são pontuais e frequentes.
A única exceção é a região do Salzkammergut (lagos alpinos), onde o carro chega até opções de trilhas e vilarejos menores que o trem não alcança.
Sobre hospedagem
Em Viena, as zonas Neubau (boêmia, movimentada) e Leopoldstadt (mais tranquila, bom acesso) oferecem boa relação custo-benefício.
Em Salzburgo, ficar próximo à Linzergasse (bairro residencial a 10 minutos do centro) equilibra custo e localização.
Sobre os passes de atrações
O Vienna Pass inclui mais de 90 atrações e transporte público. Vale para quem tem 3 ou mais dias em Viena e pretende visitar museus pagos.
O Salzburg Card de 48h (€41) costuma se pagar com a fortaleza + funicular + transporte.
Viagem para Áustria com segurança e economia!
Na Áustria, como em qualquer país do Espaço Schengen, o seguro é uma exigência de entrada, e deve ter cobertura mínima de €30.000 para despesas médicas e hospitalares.
Além da obrigatoriedade, tem a matemática simples: uma internação hospitalar em Viena pode ultrapassar €2.000 por dia. Uma evacuação médica para o Brasil, dependendo da gravidade, passa de €80.000.
O seguro que custa R$ 11 por dia resolve tudo isso, e ainda costuma incluir extravio de bagagem, cancelamento de voo e assistência jurídica no exterior.
Aqui no Seguros Promo, você compara planos de dezenas de seguradoras em minutos e garante a cobertura certa para a sua viagem para a Áustria.
Perguntas frequentes sobre a viagem para Áustria
Desenhar um roteiro pela Áustria pode levantar uma série de dúvidas que, se deixadas para a última hora, podem pesar no bolso ou prejudicar a dinâmica dos passeios.
Veja abaixo quais são as mais recorrentes:
Qual a melhor época para ir à Áustria?
A primavera (abril a maio) e o início do outono (setembro) oferecem o melhor equilíbrio entre clima, custo e demanda turística.
Qual a língua falada na Áustria?
Alemão austríaco. Nas áreas turísticas, o inglês funciona bem.
Precisa de carro na Áustria?
Para os roteiros clássicos (Viena, Salzburgo, Hallstatt e Innsbruck), não. O trem cobre tudo com eficiência. O carro é útil para explorar vilarejos menores do Salzkammergut ou do Tirol.
É seguro viajar sozinho para a Áustria?
Muito. A Áustria consistentemente aparece entre os países mais seguros da Europa. Cuidados básicos em áreas movimentadas (bolso, mochila) são suficientes.
Vale a pena incluir Bratislava no roteiro?
Sim, como bate-volta de um dia saindo de Viena. A balsa sai de Schwedenplatz a cada 30 minutos (€35 ida e volta) e chega à capital eslovaca em 1h15. É uma outra escala de viagem, mais barata e menos turística, que funciona bem como contraste a Viena.
Saiba mais sobre a Áustria:
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