O que fazer em Roma em 2026: guia completo atualizado!
Veja o que fazer em Roma com nosso guia completo e atualizado sobre a capital italiana. Veja quais são as melhores atrações, dicas e mais.
Planejar o que fazer em Roma não é sobre encontrar atrações: é sobre conseguir escolher entre elas.
Poucas cidades concentram tanta coisa relevante, e é justamente isso que complica o roteiro: tudo parece imperdível, mas nem tudo cabe no mesmo dia.
A diferença entre uma viagem bem aproveitada e uma sequência de filas e deslocamentos está na organização. Saber agrupar regiões, o tempo de cada visita e onde desacelerar muda a experiência, sobretudo numa cidade onde caminhar faz parte do roteiro.
Este guia foi estruturado com essa lógica. Você vai encontrar as principais atrações de Roma organizadas de forma prática, roteiros que funcionam e decisões que ajudam a evitar perda de tempo. Veja só!
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Onde fica Roma?
Roma é a capital da Itália e fica na região central do país, no Lácio (Lazio em italiano), a poucos quilômetros da costa do Mar Tirreno.
A cidade cresceu sobre sete colinas às margens do Rio Tibre, o que até hoje define a personalidade dos bairros e a lógica dos deslocamentos pela cidade.
O apelido “Cidade Eterna” é uma referência à crença dos romanos antigos de que a cidade nunca cairia.
De certa forma, eles tinham razão: Roma sobreviveu ao fim do Império, às invasões bárbaras e guerras, e guarda a memória de uma civilização que moldou o mundo.
Como chegar a Roma?
Para os brasileiros, Roma fica a cerca de 11 a 13 horas de voo direto de São Paulo.
O Aeroporto Internacional de Roma-Fiumicino (ou Aeroporto Leonardo da Vinci) é o principal ponto de entrada, com voos diretos operados por companhias como ITA Airways e LATAM.
Já o Aeroporto de Roma-Ciampino atende principalmente voos de baixo custo dentro da Europa.
Do aeroporto ao centro da cidade, a opção mais prática e econômica é o Leonardo Express, trem direto com saídas a cada 15 minutos que conecta Fiumicino à Estação Termini em 32 minutos.
Quantos dias são ideais para visitar Roma?
Depende do ritmo que você quer ter. Dá para ver os principais pontos turísticos em 3 dias, mas você vai sair querendo mais.
Com 4 ou 5 dias, a viagem fica mais confortável e você consegue explorar bairros, fazer um bate-volta e sentar num café sem olhar o relógio.
Veja como cada cenário funciona na prática:
| Dias em Roma | O que dá para fazer |
|---|---|
| 1 dia | Coliseu, Fórum e Fontana di Trevi (ritmo intenso) |
| 2 dias | Highlights clássicos + Vaticano (sem muito tempo livre) |
| 3 dias | Roteiro clássico completo com fôlego para bairros e gastronomia |
| 4–5 dias | Tudo acima + Trastevere, Galleria Borghese e bate-volta |
| 7 dias | Roma sem pressa + exploração de arredores com calma |
Qual é a melhor época para ir para Roma?
Roma pode ser leve e caminhável ou quente e exaustiva, depende da época. Ao longo do ano, clima, preços e movimento variam, mas, de forma geral:
- Primavera e outono: melhor equilíbrio entre clima agradável, fluxo de turistas e custos
- Verão: exige estratégia, com cidade em alta temporada
- Inverno: pode surpreender positivamente quem busca economia e menos filas
Roma em cada estação:
| Estação | Temperatura | Como é a experiência |
|---|---|---|
| Primavera (Março a junho) | 15°C a 25°C | Melhor época, com dias longos e clima agradável |
| Verão (Julho e agosto) | Até 35°C+ | Calor, filas longas e preços altos |
| Outono (Setembro e outubro) | 15°C a 25°C | Melhor época, com menos turistas, clima e preços moderados |
| Inverno (Novembro a fevereiro) | 5°C a 12°C | Bom para economizar, com frio leve e menos filas |
Quando é alta e baixa temporada?
- Alta (Março a setembro com pico em julho e agosto): mais turistas, preços elevados e atrações cheias.
- Média (Outubro e novembro): movimento moderado e custos mais equilibrados.
- Baixa (Dezembro a fevereiro): menos turistas e preços mais baixos.
Documentação, seguro viagem e exigências para brasileiros
Turistas brasileiros estão dispensados de visto para visitar a Itália em estadias de até 90 dias a cada intervalo de 180 dias. Mas isso não significa que você passa pela imigração com só o passaporte na mão.
De forma geral, os documentos para entrar na Itália são:
- Passaporte com validade mínima de seis meses após a data de embarque, com a foto devidamente atualizada.
- Passagem de volta confirmada
- Comprovante de acomodação (reserva de hotel, Airbnb ou carta-convite)
- Comprovante financeiro (extrato bancário, dinheiro em espécie ou cartão de crédito internacional)
- Seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros
➤ ETIAS: o que muda para brasileiros
O ETIAS (European Travel Information and Authorization System) é o novo sistema de autorização de viagem da União Europeia, semelhante ao ESTA americano.
Diferentemente do visto, trata-se de uma autorização eletrônica simples, válida por 3 anos ou até o vencimento do passaporte.
Acompanhe o site oficial da UE para confirmar se já está em vigor na data da sua viagem.
Seguro viagem: obrigatório para entrar na Itália!
A Itália faz parte do Espaço Schengen, e o seguro viagem é um requisito formal para a entrada no país. A cobertura mínima exigida é de 30 mil euros para despesas médicas e de repatriação.
Mas o seguro vai muito além de uma exigência burocrática. Um atendimento de emergência na Europa pode custar dezenas de milhares de euros, e sem cobertura, esse custo é inteiramente seu.
Um seguro viagem garante cobertura para emergências médicas, extravio de bagagem ou cancelamento de voo, por exemplo, com um investimento a partir de R$ 10 por dia.
Você pode comparar as melhores opções do mercado agora mesmo no Seguros Promo, que reúne as principais seguradoras em um único lugar. Faça agora mesmo sua cotação!
Como comprar ingressos em Roma sem perder horas na fila?
Comprar ingressos para as atrações com antecedência é indispensável em qualquer época do ano, especialmente no verão.
➤ Por que comprar com antecedência é indispensável?
Comprar ingressos online com antecedência não é um luxo, é a diferença entre aproveitar Roma e passar a viagem esperando em filas:
- O Coliseu recebe mais de 6 milhões de visitantes por ano.
- A Galleria Borghese tem um limite rígido de ingressos diários e costuma esgotar com semanas de antecedência.
- Os Museus do Vaticano, em alta temporada, têm filas que facilmente superam 2 horas.
➤ Sites oficiais e como comprar
Evite sites de terceiros desconhecidos, que frequentemente cobram taxas abusivas. Para as principais atrações, compre sempre nos sites oficiais:
- Coliseu, Fórum Romano e Palatino: colosseumrome.it
- Museus do Vaticano e Capela Sistina: museivaticani.va
- Galleria Borghese: borghese.gallery (reserva obrigatória)
- Castel Sant’Angelo: castelsantangelo.beniculturali.it
➤ Roma Pass e outros passes turísticos
O Roma Pass é um cartão turístico que vale a pena dependendo do seu estilo de viagem:
- Roma Pass 48h (€36,50): acesso gratuito a 1 museu, descontos nos demais e transporte público ilimitado
- Roma Pass 72h (€58,50): acesso gratuito a 2 museus, descontos e transporte
➞ Vale a pena? Se você vai visitar pelo menos 3 ou 4 museus em 3 dias e vai usar bastante o transporte público, sim. Mas faça a conta antes: alguns dos pontos mais visitados, como o Coliseu, não têm desconto especial pelo Roma Pass.
O OMNIA Vatican & Rome Card é outra opção interessante para quem quer focar no Vaticano e nas principais atrações do centro. O passe oferece entrada gratuita nas principais atrações, incluindo transporte público e ônibus hop-on/hop-off.
- OMNIA 24h: €69
- OMNIA Vatican & Rome Card 72h: €149
➤ Dica para evitar filas no Coliseu e no Vaticano
Outras dicas simples podem te poupar muito tempo nas filas:
- Coliseu: chegue na abertura (às 9h) ou compre ingresso com hora marcada
- Vaticano: visite nos primeiros horários da manhã ou reserve tours vespertinos (algumas empresas oferecem acesso especial após o fechamento)
- Galleria Borghese: reserve com pelo menos 2 semanas de antecedência, especialmente em alta temporada
Mapa de Roma: principais regiões turísticas
Uma coisa que ajuda a organizar o roteiro é entender que Roma é uma cidade de bairros com personalidades muito distintas.
Não faz sentido atravessar a cidade de manhã para ver o Coliseu e depois voltar para o Vaticano. O ideal é concentrar as visitas por região.
Conheça as principais zonas turísticas de Roma:
- Centro Histórico: é o coração de Roma: Fontana di Trevi, Piazza Navona, Pantheon, Campo de’ Fiori e o Vittoriano estão a poucos minutos a pé um do outro. É onde você vai passar mais tempo.
- Vaticano e arredores: fica na margem direita do Rio Tibre e reúne os Museus do Vaticano, a Basílica de São Pedro e o Castel Sant’Angelo. Uma visita completa aqui facilmente ocupa um dia inteiro.
- Trastevere: é o bairro mais charmoso da capital italiana, com ruas de paralelepípedo, prédios cor-de-rosa e laranjados. Destino de vida noturna descontraída, é o lugar certo para jantares lentos e passeios sem destino.
- Monti: é o bairro boêmio por excelência: cheio de ateliês, brechós e osterias com pratos do dia escritos à mão. Fica a caminhada do Coliseu e é ótimo para a parte da tarde.
- Testaccio: é o bairro gastronômico por tradição, com mercado coberto, cantinas históricas e o melhor supplì da cidade. Não é o mais turístico, e é exatamente por isso que vale a visita.
O que visitar em Roma: principais atrações
Essa é a parte que a maioria das pessoas vem buscar, e aqui você vai encontrar tudo organizado de forma clara, com informações atualizadas para 2026. Veja o que fazer em Roma:
Coliseu, Fórum Romano e Palatino
O principal complexo arqueológico de Roma reúne três espaços que funcionavam de forma integrada no auge do Império: o Coliseu, palco de espetáculos públicos; o Fórum, centro político e religioso; e o Palatino, onde vivia a elite imperial.
É a visita mais completa para entender como Roma funcionava na prática, e também a mais exigente em termos de tempo e planejamento.
- Ingresso (2026): a partir de €18 (combo dos três)
- Como chegar: metrô linha B, estação Colosseo
- Tempo de visita: 3 a 4 horas
➞ Dica prática: comece pelo Fórum ou pelo Palatino e deixe o Coliseu para depois; o fluxo costuma ser mais intenso logo na entrada principal.
Qual dia o Coliseu é gratuito?
O Coliseu tem entrada gratuita no primeiro domingo de cada mês. A entrada inclui o Fórum Romano e o Monte Palatino, mas não permite reservas online, o que gera muitas filas no local.
O ingresso gratuito não inclui áreas especiais como o subterrâneo ou a arena, apenas a entrada geral. Além disso, o acesso é limitado a um número específico de visitantes (geralmente 3.000). Por isso, chegue cedo.
A entrada também é gratuita em certos feriados nacionais, como 25 de abril (Dia da Libertação) e 2 de junho (Dia da República).
Vaticano: Museus do Vaticano, Capela Sistina e Basílica de São Pedro
Dentro de Roma está o menor país do mundo. O Vaticano concentra um dos acervos artísticos mais importantes já reunidos, com obras que atravessam séculos e culminam na Capela Sistina.
A visita combina os museus do Vaticano, arte e religião.
- Ingresso (2026): a partir de €20 (museus + Capela Sistina)
- Basílica de São Pedro: gratuita (cúpula paga)
- Como chegar: metrô linha A, estação Ottaviano
- Tempo de visita: 3 a 4 horas (museus) + 1h (basílica)
➞ Dica prática: entre logo na abertura ou reserve um horário no meio da tarde, pois as filas no pico do dia podem ultrapassar 2 horas.
Panteão
Um dos edifícios mais impressionantes da Antiguidade, o Panteão se mantém praticamente intacto desde o século II.
A abertura circular no teto (óculo) é a única fonte de luz e cria um efeito visual que muda ao longo do dia.
A visita a um dos principais pontos turísticos de Roma é rápida, mas difícil de esquecer.
- Ingresso (2026): €5 (gratuito para menores de 18 anos)
- Como chegar: a pé desde Piazza Navona ou Fontana di Trevi
- Tempo de visita: 30 a 45 minutos
➞ Dica prática: vá pela manhã para ver a luz entrando com mais intensidade — o efeito dentro da cúpula muda completamente.
Fontana di Trevi
A maior fonte barroca da capital é também um dos símbolos mais famosos da Cidade Eterna. O conjunto escultórico ocupa toda a fachada de um palácio e funciona como ponto de encontro ao longo do dia.
À noite, a experiência muda completamente.
- Ingresso (2026): gratuito
- Como chegar: a pé desde Piazza di Spagna ou Panteão
- Tempo de visita: 20 a 30 minutos
➞ Dica prática: volte depois das 22h ou bem cedo pela manhã, pois é quando você consegue ver a fonte sem multidões.
Piazza Navona
Construída sobre um antigo estádio romano, a praça mantém o formato oval original e concentra algumas das fontes mais elaboradas da cidade, incluindo a Fontana dei Quattro Fiumi.
É um dos espaços mais efervescentes e interessantes do centro histórico.
- Ingresso (2026): gratuito
- Como chegar: a pé desde o Panteão ou Campo de’ Fiori
- Tempo de visita: 30 minutos a 1 hora
➞ Dica prática: : evite sentar nos restaurantes da praça, onde os preços são mais altos; caminhe até ruas próximas para opções melhores.
Piazza di Spagna e a Escadaria Espanhola
Um dos pontos mais fotografados de Roma, a escadaria liga a praça à igreja no topo da colina e funciona como um dos grandes pontos de circulação da cidade.
A área ao redor concentra lojas, cafés e fluxo constante de visitantes.
- Ingresso (2026): gratuito
- Como chegar: metrô linha A, estação Spagna
- Tempo de visita: 30 a 45 minutos
➞ Dica prática: suba até o topo da escadaria, porque a vista do centro histórico compensa o movimento da parte inferior.
Piazza Venezia e Vittoriano
A Piazza Venezia marca o cruzamento de grandes avenidas e serve como ponto de referência geográfico no centro de Roma. Ali está o Vittoriano, monumento dedicado à unificação italiana.
O terraço oferece uma das melhores vistas abertas da cidade.
- Ingresso (2026): gratuito (terraço com elevador pago: €7)
- Como chegar: a pé desde o Fórum Romano ou Panteão
- Tempo de visita: 30 a 45 minutos
➞ Dica prática: vá no fim da tarde, pois a luz do pôr do sol valoriza ainda mais a vista do topo.
Castel Sant’Angelo
Construído como mausoléu do imperador Adriano, o castelo teve múltiplas funções ao longo dos séculos, incluindo fortaleza e refúgio papal.
Hoje, a visita combina história e uma das vistas mais clássicas do Rio Tibre.
- Ingresso (2026): €15
- Como chegar: a pé desde o Vaticano ou cruzando a Ponte Sant’Angelo
- Tempo de visita: 1h30 a 2 horas
➞ Dica prática: combine a visita com a travessia da ponte ao entardecer para ver um dos cenários mais fotogênicos da cidade.
Galleria Borghese
Instalada em uma antiga residência aristocrática, a galeria reúne obras de artistas como Bernini e Caravaggio em um ambiente mais controlado e silencioso que outros museus de Roma.
A visita é limitada por horário e número de pessoas.
- Ingresso (2026): €17
- Como chegar: Villa Borghese (ônibus ou caminhada desde Piazza di Spagna)
- Tempo de visita: 2 horas (tempo fixo por sessão)
➞ Dica prática: reserve com antecedência, porque não há venda para o mesmo dia na maioria dos casos.
Trastevere
Mais do que um ponto turístico, Trastevere é um bairro com identidade própria.
Ruas estreitas, fachadas desgastadas e restaurantes tradicionais criam um ambiente diferente do restante do centro.
É o melhor lugar para desacelerar o ritmo.
- Ingresso (2026): gratuito
- Como chegar: tram linha 8 ou a pé pelo Ponte Sisto
- Tempo médio de visita: 2 a 3 horas (ou mais, se incluir jantar)
➞ Dica prática: vá no fim da tarde e fique para jantar para ver o bairro sob nova atmosfera depois que escurece.
Campo de’ Fiori
A praça funciona de duas formas distintas: mercado pela manhã e ponto de encontro à noite. Essa mudança de ritmo faz parte do cotidiano romano.
É uma parada rápida, mas interessante para entender a dinâmica da cidade.
- Ingresso (2026): entrada gratuita
- Como chegar: a pé desde Piazza Navona ou Panteão
- Tempo médio de visita: 30 minutos a 1 hora
➞ Dica prática: o mercado funciona de segunda a sábado, das 8h ao meio-dia. Chegue cedo para ver o movimento
Villa Borghese e seus jardins
O maior parque urbano de Roma oferece uma pausa real no meio do roteiro. Entre jardins, caminhos arborizados e pequenas atrações, é um respiro depois de dias intensos de caminhada.
Também abriga museus e áreas de lazer.
- Ingresso (2026): gratuito (parque)
- Como chegar: metrô linha A, estação Flaminio
- Tempo médio de visita: 2 a 4 horas
➞ Dica prática: alugue uma bicicleta na entrada do parque (cerca de €5/hora) e percorra os jardins de forma mais dinâmica.
Atrações gratuitas em Roma: o que fazer sem gastar
Boa parte do que torna a cidade inesquecível não custa nada, e isso não é pouco, considerando que estamos falando de uma das cidades mais ricas em patrimônio do mundo.
Veja o que fazer em Roma de graça:
- Fontana di Trevi: a mais famosa fonte do mundo, ao ar livre e 24 horas disponível
- Piazza Navona: praça histórica com a Fontana dei Quattro Fiumi de Bernini
- Piazza di Spagna: a Escadaria Espanhola e o mirante do alto
- Panteão: gratuito para menores de 18 anos; adultos pagam €5
- Campo de’ Fiori: mercado pela manhã, praça animada à noite
- Basílica de São Pedro: entrada gratuita (fila, mas vale)
- Trastevere: o bairro inteiro é um passeio
- Gianicolo: o mirante mais bonito de Roma, e pouco visitado
➤ Roteiro 100% gratuito pelo Centro Histórico
Dá muito bem para passar um dia inteiro em Roma sem gastar nada com ingressos. Um roteiro possível, tudo a pé:
- Manhã: Panteão (ou observe a fachada, se quiser evitar os €5) + Piazza della Rotonda + Piazza Navona + Campo de’ Fiori
- Tarde: Piazza Venezia + Vittoriano (exterior) + Piazza del Campidoglio + vista para o Fórum Romano do alto (grátis, sem entrar)
- Noite: Fontana di Trevi + Piazza di Spagna + jantar em Trastevere
O que fazer em Roma à noite
Roma de noite é uma cidade diferente, e muita gente não sabe disso. Os monumentos iluminados têm uma beleza completamente distinta da luz do dia, e a cidade ganha um ritmo mais relaxado, mais italiano.
➤ Passeios noturnos pelos monumentos iluminados
À noite, a iluminação valoriza os monumentos e a cidade fica mais agradável para caminhar sem pressa. É o melhor momento para ver alguns cartões-postais com outra perspectiva:
- Ver a Fontana di Trevi quase vazia depois das 22h
- Caminhar até o Coliseu iluminado (há visitas noturnas em períodos específicos)
- Atravessar a Ponte Sant’Angelo com vista para o Castel Sant’Angelo
- Passar pela Piazza Navona, que continua animada à noite
➤ Bairros para a vida noturna
Cada bairro romano tem sua própria identidade, e isso se reflete também nas atrações noturnas. Dá para curtir uma noite em cada canto livre daquela sensação de repetição:
- Trastevere: bares com mesas na rua e clima descontraído
- Campo de’ Fiori: público jovem e bares cheios
- Testaccio: mais local, com clubes e cantinas tradicionais
➤ Jantar típico: onde e o que pedir
Os romanos jantam tarde, raramente antes das 20h. Por isso, muitos restaurantes sequer abrem antes das 19h30.
Para uma experiência mais genuína, opte por uma trattoria (informal, com cardápio sazonal) ou uma osteria (ainda mais simples, vinhos da região).
Dica prática: evite os restaurantes com menus plastificados e fotos dos pratos na vitrine — regra que funciona em qualquer cidade italiana.
➤ Tours noturnos guiados
Várias operadoras oferecem tours noturnos em Roma. São uma ótima opção para quem quer contexto histórico com a cidade iluminada ao fundo, e muitos tours têm guias em português:
- Passeios a pé pelo centro histórico iluminado
- Tours de bicicleta com menos trânsito
- Ônibus panorâmicos noturnos
O que fazer em Roma com chuva
Chuva em Roma não atrapalha a viagem, só muda o tipo de programa.
É o momento certo para entrar em lugares que, no sol, muita gente deixa de lado, como museus, igrejas e experiências gastronômicas:
- Visitar os Museus do Vaticano: programa para várias horas, com arte de diferentes períodos
- Conhecer a Galleria Nazionale d’Arte Moderna: dentro da Villa Borghese e menos lotada que outros museus
- Explorar a Basílica de San Clemente, com três níveis históricos sobrepostos
- Entrar em outras basílicas gratuitas, que funcionam como verdadeiros museus
- Fazer aula de culinária italiana (massa ou pizza), muitas com instrutores em português
- Participar de degustações de vinho em enotecas do centro histórico
- Visitar sítios subterrâneos como a Domus Aurea ou o Crypta Balbi
- Aproveitar compras em ruas com lojas cobertas, como a Via del Corso e a Via dei Condotti
O que fazer em Roma com crianças
Roma funciona melhor com crianças do que parece à primeira vista.
A cidade oferece atrações ao ar livre, atividades interativas e experiências simples que tornam o roteiro mais leve para toda a família:
- Passar o dia na Villa Borghese, com aluguel de bicicletas, lago e áreas abertas
- Visitar o Bioparco di Roma, um zoológico dentro do parque
- Explorar o Coliseu com audioguias adaptados ou tours temáticos com histórias de gladiadores
- Fazer gelato em gelaterias artesanais, pois algumas oferecem experiências para crianças
- Pedalar pela Via Appia Antica, uma das estradas mais antigas do mundo
- Visitar os Museus Capitolinos e procurar a famosa Loba Capitolina
- Conhecer o Explora – Il Museo dei Bambini di Roma, com atividades interativas
Gastronomia: o que comer em Roma?
A cozinha romana segue uma lógica simples: poucos ingredientes, bem executados. Não espere pratos elaborados ou apresentações sofisticadas: o foco é sabor, tradição e técnica.
Entender o que pedir faz diferença na experiência, porque muitos dos pratos clássicos aparecem em praticamente todos os restaurantes, mas nem sempre bem-feitos.
Se for escolher com critério, comece pelos pratos que definem a identidade da culinária romana:
- Cacio e pepe: massa com pecorino e pimenta-do-reino, simples e técnica
- Carbonara: feita com gema, guanciale e pecorino (sem creme de leite)
- Amatriciana: molho de tomate com guanciale e pecorino, geralmente com bucatini
- Coda alla vaccinara: rabo bovino cozido lentamente, típico de Testaccio
- Supplì: bolinho de arroz, tipo risoto, frito com queijo derretido no centro
- Carciofi alla giudia: alcachofra frita inteira, crocante por fora e macia por dentro
- Gelato artesanal: priorize casas com ingredientes naturais e sazonais
➤ Experiências gastronômicas
Além dos restaurantes, parte da experiência em Roma está em como e onde você come ao longo do dia:
- Mercato Testaccio: mercado mais local, com ótimas opções para almoço rápido
- Campo de’ Fiori (manhã): mais turístico, mas bom para ver produtos típicos
- Enotecas: bares de vinho com rótulos regionais e pequenas porções
- Aulas de culinária: focadas em massas frescas ou pizza, muitas com instrutores em português
➤ Como funcionam as refeições em Roma?
Alguns detalhes práticos evitam ruído na experiência e ajudam você a se adaptar ao ritmo romano:
- Horários: almoço entre 13h e 15h; jantar raramente antes das 20h
- Coperto: taxa de serviço cobrada por pessoa, inclui pão e mesa
- Água: sempre paga em restaurantes; peça naturale (sem gás) ou frizzante (com gás)
- Gorjeta: não obrigatória; arredondar a conta já é suficiente
➞ Dica prática: evite restaurantes com fotos dos pratos e menus turísticos. Quanto mais simples e autêntico parecer, maiores as chances de comer melhor.
Bate e volta a partir de Roma: o que fazer perto da capital
Se o roteiro já inclui os principais pontos da cidade e ainda sobra tempo, sair de Roma por um dia muda o ritmo da viagem. Em menos de 1 hora, você encontra vilas históricas, ruínas menos concorridas e paisagens que contrastam com o cenário urbano.
São deslocamentos curtos, fáceis de organizar e que funcionam bem como pausa depois de dias intensos caminhando pela capital:
➤ Tivoli
Bate-volta mais clássico a partir de Roma, a cidade reúne dois complexos históricos impressionantes.
Dá para preencher um dia inteiro alternando entre ruínas dos tempos do Império e jardins que remontam ao Renascimento.
- Distância de Roma: cerca de 30 km (1h)
- O que fazer: visitar a Villa d’Este (jardins com fontes e terraços) e a Villa Adriana (complexo do imperador Adriano)
- Como chegar: trem da estação Tiburtina + ônibus local ou carro
➤ Castel Gandolfo
Pequena, organizada e com vista para o lago, funciona como uma pausa no roteiro.
Historicamente ligada ao papado, a cidade combina patrimônio, paisagem e boa comida em um ritmo bem mais tranquilo que Roma.
- Distância de Roma: cerca de 25 km (30 a 40 min)
- O que fazer: visitar o Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, caminhar pelos jardins papais, almoçar com vista para o Lago Albano
- Como chegar: trem direto da estação Termini
➤ Ostia Antica
Ostia Antica costuma ficar fora dos roteiros tradicionais, mas surpreende quem decide ir. As ruínas são extensas, bem preservadas e muito menos lotadas que as do centro de Roma.
- Distância de Roma: cerca de 30 km (40 min)
- O que fazer: explorar o sítio arqueológico, visitar o teatro romano, observar mosaicos nas antigas termas, caminhar pela antiga via Decumanus Maximus
- Como chegar: trem a partir da estação Porta San Paolo
➤ Frascati
Conhecida pelos vinhos e pela tradição gastronômica, a cidade faz parte da região dos Castelli Romani e oferece uma experiência mais local, longe do ritmo intenso da capital.
- Distância de Roma: cerca de 20 km (40 min)
- O que fazer: degustar o vinho branco local em cantinas tradicionais, visitar a Villa Aldobrandini, passear pelo centro histórico e pelas praças
- Como chegar: trem direto da estação Termini
O que fazer em Roma em 2, 3 e 4 dias
Montar um roteiro em Roma não é sobre “encaixar tudo”, e sim sobre fazer boas escolhas.
A cidade exige deslocamentos a pé, filas estratégicas e pausas bem posicionadas, então a lógica é organizar os dias por região e ritmo.
A seguir, você encontra roteiros que funcionam na prática, com deslocamentos coerentes e sem correria desnecessária:
O que fazer em Roma em 2 dias (roteiro express)
Se você tem apenas um fim de semana, seja cirúrgico: concentre-se nos ícones absolutos e não tente ver tudo.
Dia 1: Centro Histórico
- Manhã: Panteão + Piazza della Rotonda + café no bar mais próximo
- Almoço: supplì em Campo de’ Fiori ou pasta rápida em Monti
- Tarde: Piazza Navona + Campo de’ Fiori + caminhar pelas ruelas do centro
- Noite: Fontana di Trevi + jantar em Trastevere
Dia 2: Coliseu e Vaticano
- Manhã: Coliseu + Fórum Romano + Palatino (compre ingresso online antes)
- Almoço: em Monti ou rápido no caminho para o Vaticano
- Tarde: museus do Vaticano + Capela Sistina + Basílica de São Pedro
- Noite: Castel Sant’Angelo iluminado + jantar em Prati
O que fazer em Roma em 3 dias (roteiro clássico)
Em três dias, você tem o ponto de equilíbrio entre ver os ícones e ter alguma respiração. O roteiro de 2 dias acima serve como base; o terceiro dia abre espaço para ir mais fundo.
Dia 3: bairros e experiências
- Manhã: Piazza di Spagna + Escadaria Espanhola + caminhada até Villa Borghese
- Almoço: piquenique nos jardins ou café no Bioparco
- Tarde: Galleria Borghese (reserve com antecedência!) + Piazza del Popolo
- Noite: aperitivo em Monti + jantar em Testaccio
O que fazer em Roma em 4 ou 5 dias (roteiro com bairros e bate-volta)
Com mais tempo, você sai da lista de obrigações e entra na Roma que poucos turistas conhecem:
Dia 4: bate-volta para Tivoli
- Manhã: Villa Adriana (chegue cedo, leva 2 a 3 horas)
- Tarde: Villa d’Este com seus jardins e fontes
- Noite: de volta a Roma, jantar tranquilo em Trastevere
Dia 5: Roma sem pressa
- Manhã: Mercato Testaccio + Piramide + Cemitério Protestante
- Tarde: caminhada pela Villa Borghese ou retorno ao centro para revisitar com calma Piazza Navona e arredores
- Noite: jantar lento, em alguma trattoria que você passou e achou simpática
Dicas práticas de transporte, dinheiro e segurança
Em Roma, pequenos detalhes fazem diferença. Aqui vai o que realmente importa no dia a dia da viagem:
- Transporte: o metrô tem apenas duas linhas principais, mas atende boa parte dos pontos turísticos de Roma. Andar a pé funciona bem no centro histórico.
- Dinheiro: o euro é a moeda oficial, e ter algum dinheiro em espécie é útil para pequenas despesas; cartões internacionais funcionam na maior parte dos lugares.
- Idioma: o italiano domina, mas o inglês é amplamente falado nas áreas turísticas;
- Segurança: Roma é relativamente segura, mas exige atenção em áreas movimentadas, especialmente perto da estação Termini e no transporte público;
- Gorjeta: não é obrigatória, mas é comum “arredondar” a conta ou deixar 10% em restaurantes mais formais;
- Celular: garanta um chip de celular para ter acesso a mapas, aplicativos de transporte, etc;
- Fontes de água: a cidade tem milhares de fontes públicas (nasoni) com água potável; leve uma garrafa reutilizável para economizar.
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Para entrar na Itália (e em qualquer país do Espaço Schengen), o seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros é um requisito obrigatório para brasileiros. Mas além da exigência formal, imagine estar em uma emergência na Europa sem cobertura.
Um atendimento hospitalar em Roma pode custar dezenas de milhares de euros, um risco que não faz sentido correr quando o seguro sai a partir de R$ 10 por dia.
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Perguntas frequentes sobre Roma
Confira a seguir quais são as principais perguntas dos viajantes sobre Roma e tire suas dúvidas!
O que não pode deixar de fazer em Roma?
Visitar o Coliseu, o Fórum Romano e o Palatino, além do Vaticano (Museus e Basílica de São Pedro). Complete com Panteão, Fontana di Trevi, Piazza Navona e uma noite em Trastevere.
3 dias em Roma é suficiente?
Sim, 3 dias bastam para conhecer as atrações de Roma mais famosas. Com ingressos antecipados e roteiro organizado por região, dá para cobrir o essencial sem correria excessiva.
O que posso conhecer em Roma em 5 dias?
Em 5 dias, você faz o roteiro completo e ainda aprofunda a experiência. Dá para incluir Galleria Borghese, Villa Borghese e um bate-volta como Tivoli ou Ostia Antica.
Saiba mais sobre a Itália:
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