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Seguros Promo Blog Dicas de Viagem Lugares românticos para passar o Dia dos Namorados em 2026

Lugares românticos para passar o Dia dos Namorados em 2026

Veja quais são os melhores lugares românticos para passar o Dia dos Namorados. Confira destinos incríveis para uma viagem de casal.

Lugares românticos para passar o Dia dos Namorados não faltam no Brasil nem no mundo, o que falta, na maioria das vezes, é alguém que diga a verdade sobre eles. 

Ninguém quer pagar o triplo do preço por uma experiência engessada, um fondue morno ou uma praia entupida de gente. 

Viajar a dois exige intimidade, descoberta e, acima de tudo, fugir das armadilhas que transformam o 12 de junho num teste de paciência financeira. 

Gramado dobra de preço. Aquela pousada à beira-mar que bombou no Instagram tem 5 estrelas porque ninguém postou a fila do café da manhã. E Paris em junho pode ser muito mais cara do que romântica, dependendo de como você planeja. 

Este guia existe justamente para cortar o caminho entre a expectativa e o que você vai encontrar de verdade: destinos românticos, dicas que funcionam e uma análise honesta do que vale o investimento e do que é melhor evitar. Boa leitura!

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Antes de decidir qual vinho abrir ou qual trilha seguir, há um detalhe que a maioria dos casais esquece e que costuma arruinar viagens em datas comemorativas: a falta de amparo contra imprevistos. 

Voos cancelados por névoa na serra, malas extraviadas com roupas de frio ou aquela intoxicação alimentar inesperada depois de um jantar romântico podem transformar o sonho em um pesadelo caro.

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Dia dos Namorados: pra onde ir?

A grande dúvida que ronda a cabeça dos casais entre maio e junho é escolher o cenário certo, que combine com o estilo atual da relação. 

Uns preferem o isolamento da serra com lareira; outros não abrem mão de colocar o pé na areia e ver o pôr do sol. 

O erro mais comum aqui é escolher o destino apenas pelas fotos filtradas das redes sociais, ignorando a dinâmica real do lugar durante a semana dos namorados.

O que você vai encontrar abaixo é uma seleção com o que cada lugar oferece, onde a experiência pode frustrar e o que fazer para aproveitar de verdade.

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    Lugares românticos para passar o Dia dos Namorados no Brasil

    O Brasil abriga uma diversidade fantástica de destinos, mas o segredo para não se frustrar é entender a personalidade de cada localização e o impacto da alta temporada nos preços e na autenticidade da experiência.

    Os destinos a seguir foram escolhidos pensando na atmosfera real de casal, não apenas na fama turística:

    1. Santo Antônio do Pinhal (SP)

    Campos do Jordão é focada em casais, mas o comércio agressivo e o trânsito travado na Vila Capivari em pleno 12 de junho irritam qualquer um. 

    O melhor a fazer é se hospedar na vizinha Santo Antônio do Pinhal. 

    Você paga metade do valor em chalés sensacionais nas montanhas e, se quiser o agito de Campos, faz um bate-volta rápido de carro.

    • Como fica o clima: frio de montanha clássico de junho, com médias entre 10°C e 22°C. A noite cai bastante, exigindo casacos pesados.
    • O que fazer: Curtir a vista panorâmica do Pico do Agudo, passear pelos jardins temáticos do Jardim dos Pinhais e aproveitar vinícolas artesanais da região.
    • Onde ficar: região da Estrada do Pico do Agudo (para chalés isolados com vista) ou no centro (para maior proximidade de pequenos restaurantes).

    ➤ Dica prática: evite descer para jantar na Vila Capivari (Campos do Jordão) na noite do dia 12. O trânsito para estacionar consome horas e os menus fixos cobram o triplo. 

    2. Capitólio (MG)

    Capitólio virou um dos destinos mais falados de Minas nos últimos anos. Os cânions do Lago de Furnas criam uma paisagem difícil de acreditar que existe dentro do estado. 

    Os passeios de lancha pelos cânions são o ponto alto e, ao contrário de muitos destinos de natureza, ainda mantêm preços relativamente acessíveis. 

    A maioria das pousadas é simples, mas funcional, e parte delas tem vista para o lago.

    • Como fica o clima: dias firmes, ensolarados e secos, com médias entre 14°C e 26°C. A água das cachoeiras fica bem gelada nesta época.
    • O que fazer: passeio de lancha ou chalana pelo Lago de Furnas, trilha do Sol e contemplação do Mirante dos Cânions.
    • Onde ficar: Escarpas do Lago (casas de alto padrão e pousadas boutique) ou no centro (melhor custo-benefício).

    ➤ Dica prática: as lanchas coletivas costumam ficar superlotadas e com música alta disputando espaço, o que quebra totalmente o romantismo. O segredo é negociar um passeio privativo ou pegar o primeiríssimo horário da manhã (às 8h).

    3. Vale dos Vinhedos (RS)

    Gramado é linda e organizada, mas pode parecer artificial, como um grande parque temático que replica a Europa. 

    Além disso, no Dia dos Namorados os preços triplicam. Se quiser algo autêntico na Serra Gaúcha, vá para o Vale dos Vinhedos

    Você chega a uma cave, compra sua garrafa ou taça e vai relaxar nos jardins com tábuas de frios, sem ninguém te amolar. 

    Os cânions de Cambará do Sul agora cobram ingressos caros por pessoa, mas a região ainda compensa o isolamento com maestria.

    • Como fica o clima: inverno gaúcho legítimo, com médias entre 8°C e 17°C. Geadas pela manhã são comuns.
    • O que fazer: degustações descompromissadas nos jardins das vinícolas, almoços harmonizados de passos longos e rotas de espumantes em Garibaldi.
    • Onde ficar: ao longo da RS-444 (Bento Gonçalves) para dormir literalmente no meio dos parreirais, ou no centro de Garibaldi para uma vibe histórica.

    ➤ Dica prática: fuja das visitas guiadas longas e cheias de termos técnicos se vocês não forem especialistas em vinho; isso costuma ser cansativo. Vá direto ao varejo das vinícolas (como Cave Geisse ou Miolo), pegue uma taça e curta o espaço externo. 

    4. Pipa (RN) e Maragogi (AL)

    Para quem prefere calor, esses dois destinos nordestinos entregam praias espetaculares sem a necessidade de gastar rios de dinheiro

    Em Pipa, evite as pousadas barulhentas da avenida principal; caminhe duas ou três quadras para dentro e você achará vilas silenciosas com tarifas justas. 

    Em Maragogi, fuja dos receptivos lotados e faça os passeios às galés por conta própria, negociando diretamente com os barqueiros locais nos horários de maré mais baixa. 

    Só não se esqueça de olhar a tábua de marés para aproveitar as piscinas naturais ao máximo.

    • Como fica o clima: calor tropical agradável, com médias entre 22°C e 28°C. Junho pode registrar chuvas rápidas passageiras que não estragam o dia.
    • O que fazer: banho nas piscinas naturais de Maragogi, ver o pôr do sol no Chapadão de Pipa e caminhadas na Praia do Amor.
    • Onde ficar: região do Chapadão ou interior da Vila (Pipa); Praias do norte como Antunes e Peroba (Maragogi) para fugir do agito do centro.

    ➤ Dica prática: ir às galés com a maré acima de 0.4 na tabela é um erro crasso. A água fica turva e você não vê nada. Olhe a tábua de marés antes de fechar qualquer passeio e prefira negociar diretamente com os jangadeiros credenciados na praia bem cedo.

    5. Chapada dos Veadeiros (GO)

    A Chapada dos Veadeiros é o tipo de destino que funciona bem para casais que não precisam de agitação para se divertir

    A paisagem é formada por cerrado, cachoeiras, formações rochosas e um céu à noite que poucas cidades brasileiras conseguem oferecer. 

    Alto Paraíso de Goiás e São Jorge são os pontos de base, cada um com uma vibe diferente. Mas é necessário encarar a burocracia das trilhas, pois várias áreas exigem guia credenciado, o que aumenta o custo e reduz a espontaneidade. 

    • Como fica o clima: período de seca total. Dias quentes e noites frias, com médias entre 13°C e 28°C. O céu fica incrivelmente limpo.
    • O que fazer: visitar o Vale da Lua, tomar banho na Cachoeira Santa Bárbara e assistir ao pôr do sol no Jardim de Maytrea.
    • Onde ficar: Vila de São Jorge (ruas de terra, clima rústico e pé na areia) ou Alto Paraíso (melhor infraestrutura de hotéis e restaurantes).

    ➤ Dica prática: faça as atrações com guia no meio da semana (quando há menos fluxo) e deixe o final de semana para as cachoeiras de livre acesso, como as do complexo Almécegas.

    6. Paraty (RJ)

    O centro histórico de Paraty tem um charme atemporal e é perfeitamente democrático, funcionando tanto para quem quer acampar perto de Trindade quanto para quem busca uma pousada boutique requintada. 

    O segredo é usar calçados planos devido às pedras pé-de-moleque e fazer os passeios de barco saindo bem cedo para evitar a aglomeração do meio-dia.

    • Como fica o clima: período mais seco do ano na região, com médias entre 16°C e 24°C. Dias lindos e noites frescas.
    • O que fazer: passeio de barco privativo pelas ilhas da baía, caminhada histórica pelas ruelas coloniais e jantares intimistas à luz de velas.
    • Onde ficar: dentro do Centro Histórico (para pousadas coloniais autênticas) ou no bairro Caborê (ruas tranquilas e pousadas modernas com estacionamento).

    ➤ Dica prática: para os passeios de mar, fuja das grandes escunas que saem às 11h da manhã cheias de música alta e microfone. Alugue uma baleeira pequena de madeira direto no cais por volta das 8h30 para pegar as praias desertas.

    7. Petrópolis (RJ)

    Petrópolis tem uma identidade de cidade imperial, com arquitetura histórica, clima ameno e uma gastronomia que cresceu muito na última década. 

    Para casais que preferem uma viagem mais cultural e menos agitada, funciona muito bem, a menos de 2 horas do Rio.

    O Museu Imperial é uma das principais atrações, mas o que a maioria dos turistas não explora são os arredores: fazendas históricas, trilhas no Parque Nacional Serra dos Órgãos e a charmosa Visconde de Mauá bem perto.

    • Como fica o clima: clima serrano frio, com médias entre 11°C e 21°C. Nevoeiros ao final da tarde são muito comuns.
    • O que fazer: visitar o Palácio de Cristal, fazer a caminhada do Circuito Imperial e fazer trilhas leves no Parque Nacional da Serra dos Órgãos.
    • Onde ficar: Centro Histórico (para passear a pé entre os pontos turísticos) ou no distrito de Itaipava (foco em alta gastronomia e hotelaria de charme).

    ➤ Dica prática: o Museu Imperial fica impraticável de cheio nos finais de semana de junho. O truque é visitá-lo logo na abertura ou focar o passeio nas fazendas históricas da região periférica, que oferecem cafés coloniais e tours privados sem aglomeração.

    8. Bonito (MS)

    Bonito é, provavelmente, o destino de natureza mais bem estruturado do Brasil

    As atrações são controladas, então não ficam superlotadas, mas isso também significa que quem não se planeja com antecedência não consegue entrar. 

    O Rio da Prata e a Gruta do Lago Azul são os grandes cartões-postais da cidade, mas o que muitos visitantes descobrem apenas no local é que algumas atrações, como o Buraco das Araras, entregam experiências incríveis com menos concorrência.

    • Como fica o clima: dias de sol brilhante com águas em sua época de maior transparência. Médias entre 15°C e 25°C.
    • O que fazer: flutuação no Rio da Prata ou no Rio Sucuri, rapel na Boca da Onça e observação de aves no Buraco das Araras.
    • Onde ficar: centro de Bonito (fácil acesso para jantar a pé) ou em hotéis-fazenda na rodovia do turismo (afastados e imersos na mata).

    ➤ Dica prática: Bonito opera sob um sistema rígido de voucher único emitido por agências locais. Deixar para agendar passeios quando chegar lá em junho significa ficar preso no hotel sem vaga nas principais flutuações. 

    9. São Miguel dos Milagres (AL)

    Destino alagoano queridinho por casais que priorizam beleza natural e tranquilidade

    São Miguel dos Milagres é pequena, sem agitação, com praias praticamente desertas e pousadas simples que compensam o básico da estrutura com localização e silêncio.

    Para quem vai em junho, o clima está ótimo, com menos chuvas e temperatura agradável. O único cuidado é com os horários das galés, já que a visita depende da maré.

    • Como fica o clima: temperatura na casa dos 21°C a 27°C. Vento constante que ajuda a aliviar o calor do meio-dia.
    • O que fazer: passeio de jangada até as piscinas naturais do Toque, caminhar quilômetros pela areia deserta e assistir ao pôr do sol no Rio Tatuamunha.
    • Onde ficar: praia do Toque (onde se concentram as melhores pousadas de charme) ou Porto da Rua (área um ligeiramente mais movimentada).

    ➤ Dica prática: não espere grandes centros comerciais ou calçadões com lojinhas. O segredo para não quebrar o clima de romance é escolher uma pousada que já tenha uma cozinha de alto nível e jantar por lá mesmo.

    Lugares românticos para passar o Dia dos Namorados no exterior

    Se a ideia é carimbar o passaporte, cruzar a fronteira no meio do ano exige planejamento em dobro, pois o inverno no Hemisfério Sul e o início do verão europeu mudam totalmente a dinâmica das viagens românticas.

    10. Buenos Aires (Argentina)

    Buenos Aires é um dos melhores custos-benefícios para os brasileiros. 

    Esqueça aqueles jantares com show de tango superfaturados do centro. Prefira jantar em uma parrilla de bairro na região de Palermo ou Chacarita e depois assista a uma milonga tradicional. 

    • Como fica o clima: inverno frio e úmido, com médias entre 8°C e 15°C. Dias cinzentos charmosos que pedem casacos pesados e cachecol.
    • O que fazer: caminhar pelos parques de Palermo, tomar café nos tradicionais cafés notables e visitar a livraria Ateneo Grand Splendid.
    • Onde ficar: Palermo Soho (vibe jovem com bares e boutiques) ou Recoleta (arquitetura clássica de estilo francês).

    ➤ Dica prática: o clássico restaurante Don Julio costuma servir espumante e pequenas empanadas na calçada para quem aguarda a primeira rodada de mesas no almoço. Chegue 45 minutos antes da abertura.

    11. Paris (França)

    Paris é maravilhosa, mas as filas imensas na Torre Eiffel podem azedar o clima. 

    É melhor comprar queijos e vinhos no Marché d’Aligre e fazer um piquenique na Place des Vosges ou na margem do Sena ao entardecer. 

    • Como fica o clima: início do verão europeu. Dias longos, iluminados e agradáveis, com médias entre 14°C e 23°C. O sol se põe depois das 21h.
    • O que fazer: caminhar sem rumo pelas ruelas de Montmartre, fazer piquenique nos jardins públicos e visitar o Museu de l’Orangerie.
    • Onde ficar: Le Marais (bairro histórico, descolado e cheio de ruelas charmosas) ou Saint-Germain-des-Prés (sofisticado e clássico).

    ➤ Dica prática: subir na Torre Eiffel consome quase metade do seu dia em filas quilométricas, e a vista lá de cima exclui a própria Torre do cenário. Compre seus itens de café da manhã e vá para o final da Rue de l’Université para a vista mais imponente da estrutura.

    12. Santiago e Valle Nevado (Chile)

    Em meados de junho, a temporada de neve de Santiago começa a ganhar força. 

    Se o foco for economizar, hospede-se em Providencia ou Lastarria e suba a cordilheira em passeios de bate-volta. 

    É a melhor oportunidade para curtir a neve e a gastronomia andina.

    • Como fica o clima: frio rigoroso na montanha (frequentemente abaixo de 0°C) e frio moderado na capital chilena, com médias entre 4°C e 15°C.
    • O que fazer: ver o pôr do sol no Sky Costanera, fazer degustação de vinhos no Vale do Maipo e passar o dia brincando na neve na Cordilheira.
    • Onde ficar: bairros de Providencia ou Lastarria em Santiago para ter acesso fácil ao metrô e ótimos restaurantes locais à noite.

    ➤ Dica prática: se subir a Cordilheira dos Andes de van, tome o remédio para enjoo ainda no hotel. São mais de 60 curvas fechadas na estrada que liga a cidade às estações.

    13. Mendoza (Argentina)

    A capital argentina do vinho, Mendoza é o cenário perfeito para casais que apreciam jantares longos, lareiras e uma vista monumental da Cordilheira dos Andes. 

    Na cidade, o modelo de turismo mudou muito, focando experiências imersivas ao ar livre em vez de visitas industriais.

    • Como fica o clima: inverno seco aos pés da cordilheira, com médias entre 3°C e 15°C. O céu costuma ficar intensamente azul, sem nuvens.
    • O que fazer: almoços harmonizados nas vinícolas, pedalar entre os vinhedos e relaxar nas piscinas termais de Cacheuta.
    • Onde ficar: Chacras de Coria (vilarejo charmoso com pousadas entre vinhas antigas) ou no Valle de Uco (para hotéis de luxo com vista direta para os Andes).

    ➤ Dica prática: não tente agendar três ou quatro vinícolas no mesmo dia. As distâncias são enormes e o trânsito rural é lento. Limite-se a duas vinícolas por dia.

    14. Colonia del Sacramento (Uruguai)

    A apenas 1 hora de barco de Buenos Aires, Colonia del Sacramento parece uma viagem no tempo. 

    Suas ruelas de pedra, luminárias coloniais portuguesas e carros antigos estacionados criam uma das atmosferas mais românticas da América do Sul.

    • Como fica o clima: frio e bastante ventoso devido à proximidade com o Rio da Prata, com médias entre 8°C e 14°C. Casacos corta-vento são essenciais.
    • O que fazer: caminhar pela histórica Calle de los Suspiros, subir no Farol de Colonia para ver a vista e assistir ao pôr do sol na praia do rio.
    • Onde ficar: Casco Histórico (para dormir em casarões antigos restaurados) ou na área da Rambla (para hotéis modernos com vista para o rio).

    ➤ Dica prática: a maioria dos turistas faz apenas um bate-volta saindo de Buenos Aires, mas isso é um erro. O verdadeiro charme aparece após as 18h, quando os barcos de excursão vão embora e as luzes amareladas se acendem. Durma ao menos uma noite na cidade.

    15. Roma (Itália)

    Roma em junho mistura a efervescência do verão europeu com a monumentalidade de sua história. 

    É um destino intenso, barulhento e incrivelmente apaixonante, desde que você saiba como desviar das armadilhas feitas para arrancar dinheiro de turistas.

    • Como fica o clima: calor agradável de início de verão, com médias entre 16°C e 27°C. Os dias são longos e o sol brilha intensamente.
    • O que fazer: ver a Fontana di Trevi iluminada à noite, fazer um piquenique nos jardins da Villa Borghese e explorar o boêmio bairro de Trastevere.
    • Onde ficar: Trastevere (vielas charmosas cobertas de hera e ótimos restaurantes) ou Rione Monti (vibe artística ao lado do Coliseu).

    ➤ Dica prática: compre os ingressos com fura-filas para o primeiro horário da manhã (8h) no Coliseu e Vaticano. Assim, você evita as grandes multidões e o calor intenso do meio dia.

    Onde ir para se isolar no Dia dos Namorados?

    Alguns casais não querem movimento, não querem Instagram, não querem sugestão de itinerário. Querem apenas desaparecer por alguns dias. 

    Para esse perfil, os destinos abaixo são os mais indicados:

    • Cambará do Sul (RS): a região dos Aparados da Serra tem pousadas que não pegam sinal de celular, churrasco, fogão à lenha e cânions ao redor.
    • Belém e as ilhas do Marajó: os resorts nas ilhas ao redor de Belém são uma opção radicalmente diferente do que se imagina quando se pensa na Amazônia. 
    • Domingos Martins (ES): menos gente, preços melhores e uma experiência de serra com características únicas, com um toque de cultura alemã.
    • Gonçalves (MG): refúgio escondido na Serra da Mantiqueira, repleto de cabanas e chalés de design moderno isolados entre os pinheiros. 
    • Ilha de Boipeba (BA): destino perfeito se a ideia de isolamento do casal incluir shorts, chinelo e nenhuma construção moderna na linha do horizonte. 

    O que posso fazer de diferente no Dia dos Namorados?

    Às vezes, o clássico jantar com velas perde o sentido quando vira uma obrigação protocolar cheia de filas. Mudar o roteiro significa criar memórias que fujam do óbvio, explorando novas formas de conexão. 

    Para ajudar na escolha do estilo de fuga romântica ideal para vocês, preparamos um comparativo prático das melhores propostas alternativas:

    Proposta Destino Atrativos O que evitar Custos médios
    Isolamento na Natureza São Francisco de Paula (RS) ou Santo Antônio do Pinhal (SP) Cabanas com lareira, banheira de imersão e zero sinal de celular. Perder tempo tentando cozinhar pratos complexos; prefira tábuas de frios prontas. Médio a Alto (Chalés de R$ 500 a R$ 1.200/diária)
    Ecoturismo e Aventura Chapada dos Veadeiros (GO) ou Capitólio (MG) Trilhas leves, banhos refrescantes e lavagem da alma na natureza selvagem. Pegar lanchas superlotadas em Capitólio; contrate passeios privados ou bem cedo. Baixo a Médio (Pousadas a partir de R$ 300/diária)
    Charme Cultural Paraty (RJ) ou Olinda (PE) Caminhadas sem pressa, arquitetura colonial e jantares intimistas escondidos. Usar calçados desconfortáveis ou escolher pousadas sem isolamento acústico no centro. Médio (Gastos diários em torno de R$ 250 por casal)
    • Experiências de imersão local: em vez de restaurante clássico, considere experiências gastronômicas menos convencionais: aula de culinária a dois, jantar em cozinha de chef com menu fechado ou um piquenique em um mirante.
    • Roteiros de interior próximo: cidades próximas dos grandes centros costumam oferecer mais tranquilidade e melhores preços que destinos famosos raramente entregam. Monte Verde (MG), Holambra (SP), Santo Antônio do Pinhal (SP) e Pirenópolis (GO) funcionam para fins de semana.
    • Dia dos Namorados fora de data: uma das melhores estratégias para fugir do preço inflado e movimento intenso é celebrar no fim de semana anterior ou posterior ao dia 12 de junho. A maioria dos restaurantes e pousadas mantém as promoções especiais, e o número de casais cai pela metade.
    • Passeio com roteiro personalizado: construir um roteiro com base nas histórias do casal (o bairro do primeiro encontro, a cidade onde um dos dois cresceu, um destino que apareça em uma memória compartilhada) tem um valor sentimental que nenhuma sugestão genérica consegue reproduzir.

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      Perguntas frequentes sobre os lugares românticos para passar o Dia dos Namorados

      Reunimos as dúvidas que mais aparecem quando o assunto é planejar uma viagem a dois no Dia dos Namorados. Confira:

      Qual é o melhor destino para o Dia dos Namorados no Brasil?

      Depende do perfil do casal. Para quem gosta de frio e gastronomia: Campos do Jordão ou o Vale dos Vinhedos. Para quem prefere praia paradisíaca: São Miguel dos Milagres ou Maragogi. Para quem quer natureza: Chapada dos Veadeiros ou Cambará do Sul.

      É possível viajar bem no Dia dos Namorados com orçamento limitado?

      Sim, basta evitar destinos que inflacionam nessa data (como Gramado) e apostar em lugares alternativos, como Paraty ou Capitólio. Viajar no meio da semana e se hospedar a algumas quadras do centro ou da praia principal também reduz o custo.

      Com quanto tempo de antecedência devo reservar para o Dia dos Namorados?

      Para destinos populares, o ideal é reservar com pelo menos dois meses de antecedência. Para Bonito (MS) ou destinos que controlam o acesso às atrações por cotas, três meses é o mínimo razoável.

      Quais destinos internacionais são mais acessíveis para casais brasileiros?

      Buenos Aires e Santiago costumam aparecer como as opções com melhor custo-benefício. Buenos Aires pela riqueza gastronômica e cultural, e Santiago pela proximidade com a neve do Valle Nevado.

      O que fazer no Dia dos Namorados sem viajar?

      Experiências locais bem planejadas, como jantares com menu fechado, aulas de culinária, trilhas em reservas próximas da cidade ou piqueniques em mirantes e parques, funcionam tão bem quanto uma viagem.

      Gramado vale a pena para o Dia dos Namorados?

      Depende da expectativa. Apesar da boa estrutura e gastronomia, os preços chegam a triplicar em datas comemorativas e a cidade pode parecer artificial para casais com experiência em viagens internacionais. 

      Onde ir a dois em BH?

      É melhor assistir ao pôr do sol no Mirante das Mangabeiras ou fazer um passeio pela orla da Pampulha no final da tarde. Para jantar, cantinas e bistrôs escondidos em Santa Tereza ou na Pampulha oferecem uma atmosfera muito mais intimista.


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