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Seguros Promo Blog Austrália Viagem para Austrália: o que visitar e dicas turísticas!

Viagem para Austrália: o que visitar e dicas turísticas!

Saiba como planejar uma viagem para Austrália. Conheça os melhores destinos, veja o que é necessário, quando ir e outras dicas essenciais.

Uma viagem para Austrália requer planejamento. Afinal, envolve pelo menos 20 horas de voo, um fuso horário quase invertido e um orçamento que precisa ser pensado com antecedência. 

Ainda assim, todo ano, brasileiros encaram essa distância para conhecer um país cheio de recifes, praias, desertos, cidades e uma cultura aborígene com mais de 60 mil anos de história

Se você está pensando em ir à Austrália, chegou ao lugar certo! Este guia reúne o que é necessário para se planejar: 

  • Custos atualizados;
  • Documentação; 
  • Quando ir; 
  • O que fazer e muito mais.

Confira abaixo, e boa leitura!

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O seguro é indispensável para explorar a Austrália!

Embora o seguro viagem Austrália não seja uma exigência da imigração, é essencial para quem deseja explorar o país, onde o sistema de saúde é caríssimo para estrangeiros.

Uma consulta simples com um clínico geral não sai por menos de AUD 200, e qualquer procedimento de urgência pode estourar o orçamento antes mesmo da alta.

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Quanto custa uma viagem para a Austrália?

O maior impacto inicial no orçamento sempre será a passagem aérea. 

Com a alta dos combustíveis e a demanda aquecida, um bilhete de ida e volta saindo do Brasil, oscila entre R$ 7.500 e R$ 12.000.

Para ajudar a visualizar os gastos diários, montamos uma tabela baseada nos custos atuais para três perfis diferentes de viagem:

Gasto por pessoa Perfil mochileiro Perfil intermediário Perfil conforto
Hospedagem AUD 40 – AUD 60 (hostel/quarto compartilhado) AUD 130 – AUD 220 (hotel 3 estrelas ou Airbnb inteiro) AUD 350+ (hotéis boutique ou resorts)
Alimentação AUD 30 – AUD 45 (cozinhando e usando fast-food) AUD 70 – AUD 110 (cafés locais e jantares casuais) AUD 180+ (restaurantes premiados e menus degustação)
Transporte AUD 10 (passes diários de transporte público) AUD 25 (mesclando trens e Uber) AUD 70+ (aluguel de carro com seguro total)
Atrações e passeios AUD 0 – AUD 20 (atividades gratuitas e parques) AUD 50 – AUD 120 (ingressos e tours básicos) AUD 250+ (voo panorâmico, mergulho de barco)

A Austrália é um país caro?

Sim, a Austrália é um país caro, principalmente por causa do salário mínimo local elevado, que encarece qualquer serviço que dependa de mão de obra. 

Comer fora todos os dias e consumir bebidas alcoólicas são duas formas infalíveis de falir rapidamente durante as férias. 

Uma cerveja em um pub de Sydney dificilmente custa menos de AUD 12, e um prato principal em um restaurante de nível médio passa dos AUD 35.

Mas há segredos para contornar essa barreira sem passar fome ou se privar de experiências:

  • Adote a cultura do piquenique: quase todos os parques e praias públicos contam com churrasqueiras. Basta passar no supermercado (as redes Coles e Woolworths são suas melhores amigas), e aproveitar.
  • Procure por restaurantes com a sigla BYO (Bring Your Own): nesses estabelecimentos, você pode levar seu próprio vinho ou cerveja comprados em lojas de bebidas (as chamadas Bottle Shops, já que supermercados normais não vendem álcool) e pagar apenas uma taxa simbólica de rolha, o que reduz a conta final. 
  • Conheça os Surf Lifesaving Clubs (Clubes de Salva-Vidas): se quiser beber com a melhor vista da praia sem pagar os preços inflacionados dos bares turísticos, procure pelos Surf Lifesaving Clubs, que costumam ter bistrôs e bares com preços mais camaradas.

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    O que um brasileiro precisa para ir para a Austrália?

    A imigração australiana é famosa pelo rigor e pela organização minuciosa. 

    Diferente de destinos onde você resolve tudo na chegada, a burocracia começa meses antes do embarque.

    Quais documentos preciso para entrar na Austrália?

    Você consegue fazer todo o processo do visto australiano sozinho pelo site oficial do Departamento de Assuntos Internos da Austrália. 

    O visto de turista mais comum é o Visto de Visitante (Subclass 600), que custa atualmente AUD 195 e permite estadias de até três meses. 

    O formulário é longo e detalhado, exigindo comprovação de vínculos com o Brasil e recursos financeiros suficientes para se manter lá.

    Aqui está o checklist essencial de documentos que você deve providenciar:

    • Visto Subclass 600 aprovado: apresente a carta de concessão impressa ou digitalizada no celular.
    • Comprovantes financeiros recentes: extratos bancários, limites de cartão de crédito e contracheques para provar que você não pretende imigrar ilegalmente.
    • Cronograma e passagens: passagem de saída do país e reservas de hospedagem ajudam a consolidar suas intenções de turismo.

    ➤ Atenção: é comum que o oficial de imigração faça algumas perguntas na chegada: motivo da viagem, quanto tempo ficará no país, onde pretende se hospedar e quando retorna ao Brasil estão entre as perguntas mais frequentes.

    Atenção ao Alerta de Biossegurança

    A Austrália é protecionista com seu ecossistema, e isso reforça a importância de redobrar a atenção em relação ao Alerta de Biossegurança

    Na alfândega, você receberá um formulário laranja. Se estiver levando qualquer tipo de comida (mesmo um chocolate ou um pacote de café), sementes, objetos de madeira ou calçados sujos de terra de trilhas, declare. 

    Se declarar, o pior que pode acontecer é jogarem fora. Se não declarar e eles encontrarem no raio-X, você receberá uma multa salgada na hora e correrá o risco de ter o visto cancelado.

    Qual a melhor moeda para levar para a Austrália?

    A moeda do país é o Dólar Australiano (AUD), cuja cotação tende a ser mais baixa que o dólar americano ou euro.

    Não vale a pena comprar papel-moeda em casas de câmbio no Brasil. As taxas são abusivas e a Austrália é um país quase sem dinheiro em espécie. Até mesmo feiras de rua e artistas de metrô aceitam pagamento por aproximação.

    O ideal é abrir uma conta digital internacional multimoedas antes de embarcar

    Você consegue converter seus Reais usando a cotação comercial (muito mais barata que a de turismo) e pagar 1,1% de IOF (contra 4,3%+ dos cartões convencionais).

    Ah! E deixe para sacar uma quantia mínima em dinheiro físico (cerca de AUD 50) somente depois do desembarque, em algum caixa eletrônico local, para alguma emergência extrema.

    Qual a melhor época para ir para a Austrália?

    A Austrália não tem “uma” melhor época. O país tem climas diferentes, já que o território é tão grande quanto o do Brasil e cruza zonas tropicais e temperadas.

    Enquanto uma região enfrenta temperaturas acima de 35°C, outra pode estar registrando noites próximas de 5°C. 

    Além disso, fatores como temporada de águas-vivas no norte, chuvas tropicais e ondas de calor influenciam bastante o planejamento:

    Estação Como fica o clima Melhor para
    Verão (dezembro a fevereiro) Dias quentes e praias lotadas. Sydney, Melbourne, litoral sul e festivais.
    Outono (março a maio) Temperaturas agradáveis e menos turistas. Road trips, vinícolas e cidades.
    Inverno (junho a agosto) Clima ameno no norte e frio no sul. Grande Barreira de Corais, Uluru e esportes de inverno.
    Primavera (setembro a novembro) Flores, temperaturas equilibradas e pouca chuva. Quase todo o país.

    Evite Queensland, Outback e Uluru no verão

    O verão australiano, de dezembro a fevereiro, é a estação em que o norte tropical, incluindo as praias de Queensland, entra em alerta para águas-vivas perigosas, a chamada “stinger season”, que deixa o mar proibido para banho sem traje de proteção. 

    Quem quer conhecer o Outback e Uluru deve evitar esse mesmo período, que é quando as temperaturas no interior passam dos 40°C.

    Considere o inverno no deserto e a Grande Barreira de Corais

    O inverno australiano, entre junho e agosto, é o momento ideal tanto para conhecer o deserto vermelho quanto para mergulhar na Grande Barreira de Corais, já que a visibilidade da água melhora e o risco de águas-vivas desaparece.

    A meia estação é a época mais estratégica

    Para quem não quer lidar com esses extremos, primavera (setembro a novembro) e outono (março a maio) tendem a entregar o melhor equilíbrio de temperatura em praticamente todo o país.

    O melhor de tudo é que ainda fogem dos preços inflacionados de passagens e hospedagem que dominam dezembro e janeiro, quando a alta temporada coincide com as férias de verão dos australianos.

    O que fazer na Austrália?

    A maior armadilha de uma primeira viagem para a Austrália é tentar “conhecer o país”. Na prática, isso é quase impossível em duas ou três semanas. 

    As distâncias são continentais: um voo entre Sydney e Perth leva cerca de 5 horas, enquanto uma viagem de carro entre essas cidades ultrapassa os 3.900 km.

    Por isso, o segredo de um bom roteiro não está em acumular destinos, mas em combinar lugares que façam sentido geograficamente

    É muito mais inteligente passar cinco dias em Sydney e fazer bate-voltas para as Blue Mountains do que incluir uma terceira cidade.

    ➤ Dica: o que costuma fazer diferença é entender que as grandes cidades australianas são apenas a porta de entrada. O que realmente torna a Austrália um destino inesquecível normalmente está nos arredores: praias, parques, vinícolas, ilhas, trilhas e reservas.

    Sydney

    Sydney costuma ser a primeira parada de quem visita a Austrália. 

    A cidade reúne alguns dos cartões-postais mais famosos do Hemisfério Sul e oferece uma boa combinação de praias, parques, bairros históricos e gastronomia

    Reserve pelo menos quatro ou cinco dias para conhecer a cidade com calma. 

    As atrações que realmente merecem entrar no roteiro incluem:

    • Opera House;
    • Harbour Bridge;
    • Circular Quay;
    • Royal Botanic Garden;
    • Bondi Beach;
    • Bondi to Coogee Coastal Walk;
    • Manly Beach;
    • Taronga Zoo;
    • Darling Harbour;
    • Blue Mountains (bate-volta).

    ➤ Dica de ouro: o mirante de Mrs Macquarie’s Point oferece uma das panorâmicas mais bonitas da Opera House e da cidade.

    Melbourne

    Melbourne divide opiniões. Há quem considere a cidade mais interessante da Austrália pela cena cultural, cafés, gastronomia e eventos esportivos, enquanto outros sentem falta dos cartões-postais icônicos encontrados em Sydney.

    A verdade é que Melbourne funciona melhor para quem gosta de explorar bairros e mercados, ver arte urbana e ter experiências gastronômicas:

    • Federation Square;
    • Queen Victoria Market;
    • Hosier Lane;
    • Royal Botanic Gardens;
    • St Kilda Beach;
    • Brighton Beach;
    • National Gallery of Victoria.

    Brisbane e arredores

    Brisbane costuma ficar escondida entre Sydney e Melbourne nos roteiros tradicionais, mas vem ganhando espaço entre viajantes que procuram uma experiência mais tranquila.

    A cidade tem clima agradável praticamente o ano inteiro, excelente sistema de transporte e fica cercada por atrações naturais interessantes:

    • South Bank;
    • Kangaroo Point;
    • City Botanic Gardens;
    • Story Bridge;
    • Lone Pine Koala Sanctuary;
    • Australia Zoo;
    • Moreton Island;
    • North Stradbroke Island;
    • Sunshine Coast;
    • Gold Coast.

    ➤ Dica de ouro: quem viaja com crianças costuma gostar do Australia Zoo, criado por Steve Irwin, enquanto Moreton Island atrai quem deseja praticar snorkel, sandboard ou alimentar golfinhos.

    Cairns e Grande Barreira de Corais

    Se existe uma experiência que dificilmente decepciona na Austrália, é conhecer a Grande Barreira de Corais.

    Mesmo quem nunca mergulhou consegue aproveitar os passeios de snorkel, as plataformas flutuantes e os barcos com fundo de vidro.

    Entre as atrações estão:

    • Grande Barreira de Corais;
    • Green Island;
    • Fitzroy Island;
    • Kuranda Scenic Railway;
    • Skyrail Rainforest Cableway;
    • Daintree Rainforest.

    ➤ Dica de ouro: embarcações mais econômicas normalmente visitam áreas mais próximas da costa, onde a visibilidade costuma ser inferior. Investir um pouco mais significa acessar recifes mais preservados.

    Uluru

    Poucos lugares representam tanto a identidade australiana quanto Uluru. 

    Localizado no coração do país, o enorme monólito de arenito muda de cor ao longo do dia e possui enorme importância espiritual para os povos aborígenes.

    Vale incluir:

    • nascer e pôr do sol em Uluru;
    • caminhada na base da rocha;
    • Kata Tjuta;
    • Field of Light;
    • Kings Canyon.

    Desde 2019 não é mais permitido escalar Uluru. Além de respeitar a cultura local, a mudança tornou a visita muito mais focada na história e na conexão espiritual da região.

    Outras atrações que merecem entrar no radar

    Dependendo do tempo disponível na Austrália, ainda vale considerar:

    Destino Vale a pena para
    Whitsundays Praias e passeios de barco.
    K’gari (Fraser Island) Natureza e veículos 4×4.
    Tasmania Trilhas, gastronomia e vida selvagem.
    Adelaide Vinícolas e festivais.
    Barossa Valley Enoturismo.
    Margaret River Vinhos, praias e gastronomia.
    Rottnest Island Conhecer os simpáticos quokkas.
    Kangaroo Island Fauna australiana.
    Blue Mountains Bate-volta a partir de Sydney.
    Hunter Valley Vinhos próximos de Sydney.

    Roteiros de viagem para Austrália: 7, 15 e 20 dias

    Tentar planejar deslocamentos na Austrália sem olhar o mapa de fuso horário e distâncias é pedir para passar as férias dentro de aviões. 

    Use os roteiros abaixo para definir suas prioridades de acordo com o seu tempo de viagem:

    Roteiro expresso (7 dias): o básico do básico

    Com apenas uma semana, fique apenas uma base para não perder tempo:

    • Dias 1 a 4: Sydney. Circular Quay, Royal Botanic Garden e o clássico ferry público para Manly Beach.
    • Dias 5 e 6: Blue Mountains. Roadtrip para curtir o visual dos desfiladeiros azulados pela evaporação do eucalipto.
    • Dia 7: retorno a Sydney para voo de volta.

    Roteiro clássico (15 dias): o equilíbrio perfeito

    Este é o mínimo recomendado para absorver a diversidade de paisagens do país:

    • Dias 1 a 5: Sydney e arredores, seguindo o roteiro acima.
    • Dias 6 a 9: Cairns ou Port Douglas. Grande Barreira de Corais e a milenar floresta tropical de Daintree Rainforest.
    • Dias 10 a 14: Melbourne. Base para a famosa roadtrip pela Great Ocean Road, parando para ver os Doze Apóstolos e os coalas selvagens.
    • Dia 15: retorno ao Brasil.

    Roteiro imersivo (20 dias): natureza e vida selvagem

    Para quem tem quase três semanas, é possível adicionar contrastes geográficos impressionantes ao itinerário.

    • Dias 1 a 5: Sydney e Blue Mountains, seguindo o roteiro expresso.
    • Dias 6 a 10: Deserto de Uluru. Contemplação, caminhada ao redor de Kata Tjuta e pernoite no deserto. 
    • Dias 11 a 15: Cairns para explorar o norte tropical e os recifes de coral.
    • Dias 16 a 20: Adelaide (vinícolas de Barossa Valley e Mercado Central) ou Melbourne (Great Ocean Road, Doze Apóstolos e coalas).

    Dicas e cuidados em uma viagem para Austrália

    Alguns hábitos e regras locais fazem diferença no bolso e na segurança de quem visita o país. Confira as melhores dicas para sua viagem abaixo:

    • A Austrália usa mão inglesa: volante no lado direito e carros circulando pela esquerda.
    • Evite estradas rurais ao amanhecer e entardecer: são comuns colisões com animais de grande porte, como cangurus.
    • Nade apenas entre as bandeiras vermelhas e amarelas: as correntes de retorno são extremamente traiçoeiras e fortes, mesmo em dias que parecem calmos. 
    • Em praias sem salva-vidas ou bandeiras: evite entrar na água além da linha dos joelhos.
    • Use cartões de integração no transporte público: em Sydney, use o cartão Opal (ou aproxime seu cartão de crédito nas catracas); em Melbourne, adquira o cartão Myki. 
    • A água da torneira é potável em todo o país: levar uma garrafa reutilizável economiza dinheiro e evita comprar água engarrafada o tempo todo.
    • Não subestime o jet lag: se possível, deixe os dois primeiros dias com uma programação mais leve para facilitar a adaptação.
    • Animais perigosos existem, mas não são um problema: nas grandes cidades, a rotina é semelhante à de qualquer outro país. Os cuidados ficam concentrados em parques, áreas rurais e algumas praias (em determinadas épocas do ano).

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      Viaje para a Austrália com segurança e economia!

      Planejar uma viagem para Austrália envolve mais do que comprar as passagens. 

      Um bom seguro viagem faz toda a diferença caso aconteça um imprevisto, principalmente em um país onde as despesas médicas estão entre as mais caras do mundo.

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      Além disso, o Seguros Promo oferece cupons de desconto e diferentes opções de cobertura para cada perfil de viajante. 

      Assim, você encontra um seguro que realmente atende às necessidades da sua viagem!

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      Perguntas frequentes sobre a Austrália

      Confira abaixo mais alguns detalhes que vão te ajudar no seu planejamento de viagem para Austrália:

      Quantos dias são recomendados para uma viagem para Austrália?

      O ideal é reservar pelo menos 15 dias, considerando o longo tempo de voo e o fuso horário. Viagens curtas acabam não funcionando bem no destino.

      Vale a pena alugar um carro na Austrália?

      Depende do roteiro. Em Sydney e Melbourne, o transporte público costuma ser suficiente. Já para explorar vinícolas, parques nacionais ou fazer uma roadtrip por destinos como Byron Bay, Camberra, entre outros, o carro proporciona mais liberdade.

      É obrigatório contratar seguro viagem para a Austrália?

      Não, mas a contratação é altamente recomendada, já que qualquer atendimento médico pode custar centenas de dólares australianos.


      Saiba mais sobre a Austrália:

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