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Seguros Promo Blog Destinos O que fazer na Islândia: guia completo (atualizado 2026)

O que fazer na Islândia: guia completo (atualizado 2026)

Veja o que fazer na Islândia. Confira quais são as principais atrações e cidades do país, curiosidades, informações essenciais e dicas.

Ainda não sabe o que fazer na Islândia? Você não está só. Quem coloca o país no radar de viagens costuma ter dúvidas. Afinal, o destino exige planejamento para entregar a melhor experiência possível

No fim das contas, tudo vai depender de quando você vai, por quanto tempo e o que você busca. 

Neste guia, você também encontra sugestões de roteiros de 5, 7 e 10 dias, as cidades mais importantes, câmbio, documentação, melhor época e, claro, o que não pode faltar antes de embarcar. Boa leitura!

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Não se esqueça do seguro viagem para a Islândia!

O seguro viagem para a Islândia é obrigatório pelo Tratado de Schengen, que determina a contratação de um seguro com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas. 

Esse comprovante pode ser solicitado ainda na imigração, e a ausência do documento é motivo para impedir o ingresso no país. 

E, mais do que cumprir uma obrigação, esse seguro tem papel direto na viabilidade da viagem. Afinal, é comum incluir atividades em ambientes naturais, como trilhas, etc, onde qualquer intercorrência pode gerar custos altos. 

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O que fazer na Islândia: atrações imperdíveis

Entre os pontos turísticos mais imperdíveis, há desde fenômenos naturais que dependem da estação até paisagens que estão ali o ano todo. 

Abaixo, veja o que fazer na Islândia!

Aurora boreal na Islândia

A aurora boreal é, para muita gente, o principal motivo de embarcar para a Islândia. 

O show de luzes coloridas no céu noturno acontece quando partículas do vento solar colidem com a atmosfera, e a Islândia é um dos melhores lugares do mundo para ver o fenômeno.

  • Melhor época: setembro a março, com noites suficientemente longas e escuras.
  • Região: em todo o país, mas especialmente fora de Reykjavik (Thingvellir, Vík e Akureyri são ótimos pontos).
  • Bate-volta ou pernoite: se você estiver em Reykjavik, dá para tentar em noites claras sem se afastar muito; em áreas rurais, as chances aumentam consideravelmente.
  • Tipo de viajante: qualquer perfil, pois é uma das atividades mais procuradas por quem viaja no inverno.

Dica: baixe um aplicativo de previsão de aurora (como o “My Aurora Forecast”) e acompanhe o índice Kp. Noites com Kp 3 ou acima já valem a saída.

Lagoa Azul (Blue Lagoon)

A Blue Lagoon pode parecer turística demais para quem busca experiências fora do óbvio, e é mesmo concorrida. 

Mas negar que um banho nas suas águas geotérmicas de cor azul-turquesa, num campo de lava preta, é uma experiência marcante seria desonesto.

  • Melhor época: o ano todo; no inverno, nadar com neve ao redor é uma experiência à parte.
  • Região: a apenas 40 minutos de Reykjavik, perto do aeroporto internacional de Keflavík (ótima para o primeiro ou último dia de viagem).
  • Bate-volta: sim, direto de Reykjavik ou logo após o pouso.
  • Tipo de viajante: qualquer perfil, especialmente quem busca relaxamento; famílias e casais adoram.

Dica: reserve com bastante antecedência. Os ingressos mais baratos esgotam rápido, especialmente no verão. O pacote Comfort (o mais básico) custa a partir de aproximadamente € 70 por pessoa em 2026.

Círculo Dourado (Golden Circle)

O roteiro mais clássico do turismo na Islândia cobre três atrações em sequência e pode ser feito em um único dia saindo de Reykjavik. 

São cerca de 300 km percorridos por paisagens que vão mudando de cara a cada curva:

  • Thingvellir: Parque nacional onde fica o primeiro Parlamento do mundo (do século X) e onde as placas tectônicas da América do Norte, Europa e Ásia se separam visivelmente. Você literalmente caminha entre dois continentes.
  • Geysir: área com gêiseres naturais, sendo o Strokkur o mais ativo. Ele entra em erupção a cada 6-10 minutos, jogando água quente a dezenas de metros de altura.
  • Gullfoss: uma das cachoeiras mais imponentes da Europa, com queda dupla e névoa que forma arco-íris em dias ensolarados
    • Melhor época: o ano todo, mas no verão há mais horas de luz para aproveitar o percurso.
    • Região: sudoeste da Islândia.
    • Bate-volta: sim, direto de Reykjavik em um dia.
    • Tipo de viajante: qualquer perfil, pois é o programa mais clássico e acessível da Islândia.

Dica: se for de carro alugado, saia cedo para evitar os ônibus de turismo que chegam ao meio-dia.

Lago Mývatn e paisagens vulcânicas

No norte da ilha, Mývatn é considerada por muitos a região mais espetacular da Islândia

O lago fica rodeado por pseudo-crateras vulcânicas, campos de lava solidificada e piscinas termais naturais.

  • Melhor época: verão (junho a agosto) para trilhas; inverno para aurora boreal sobre o lago.
  • Região: norte da Islândia, próximo a Akureyri.
  • Bate-volta ou pernoite: a distância de Reykjavik exige pelo menos uma noite na região.
  • Tipo de viajante: quem gosta de natureza, fotografia e aventura.

Dica: a Mývatn Nature Baths é uma alternativa menos lotada e mais barata que a Blue Lagoon, com águas igualmente termais e vistas únicas.

Landmannalaugar e trilhas em áreas geotérmicas

Landmannalaugar é o tipo de lugar que aparece em fotos e parece editado, mas não está. 

As montanhas coloridas (resultado de riolito vulcânico) criam uma paisagem surreal. É o ponto de partida da trilha Laugavegur, uma das mais lindas do mundo.

  • Melhor época: julho a setembro (no inverno, o acesso é impossível sem veículo 4×4 e experiência em estradas de neve).
  • Região: interior da Islândia, a cerca de 4 horas de Reykjavik.
  • Bate-volta ou pernoite: pernoite obrigatório para quem quer trilhar o Laugavegur (4 dias de caminhada); bate-volta possível apenas para visita rápida.
  • Tipo de viajante: aventureiros e praticantes de trekking.

Dica: a estrada F208 que leva a Landmannalaugar é restrita a veículos 4×4 e só abre no verão. Existem ônibus de excursão saindo de Reykjavik.

Outras experiências ao ar livre

O turismo na Islândia vai muito além das atrações icônicas. Dependendo da época do ano e das suas preferências pessoais, há ainda:

  • Caminhada em geleiras: nas geleiras Vatnajökull (a maior da Europa) e Sólheimajökull, com guias obrigatórios. Disponível o ano todo.
  • Cavernas de gelo: dentro de Vatnajökull, formadas no inverno. Disponíveis de outubro a março.
  • Esqui e snowboard: a estação de esqui Hlíðarfjall, em Akureyri, é a principal do país.
  • Observação de baleias: partindo de Reykjavik e Húsavík, com alta temporada de abril a outubro.
  • Mergulho em Silfra: na fenda entre as placas tectônicas, dentro de Thingvellir. Visibilidade de até 100 metros.
  • Costa Sul: a Praia de Areia Negra de Reynisfjara e a cachoeira Seljalandsfoss (que você pode contornar por dentro) ficam nessa rota e valem qualquer época do ano.

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    O que fazer na Islândia: principais cidades

    A Islândia tem poucas cidades de fato, e isso é parte do charme. 

    A grande maioria da população vive na capital e em algumas cidades satélites ao redor. Mas cada uma tem algo a oferecer ao viajante que vai além de simples parada:

    Reykjavik

    Reykjavik, a capital concentra mais de dois terços de toda a população islandesa. 

    Não tem aquele caráter de metrópole pesada: é pequena o suficiente para se andar a pé, mas grande o bastante para ter museus de qualidade, vida noturna vibrante e gastronomia de nível.

    O que fazer em Reykjavik: 

    • Visitar a igreja Hallgrímskirkja (suba ao topo para a vista panorâmica da cidade).
    • Explorar o centro de convenções Harpa com sua fachada de vidro inspirada no basalto.
    • Caminhar pelo bairro histórico de 101 Reykjavik.
    • Conhecer o museu de arte Listasafn Íslands.
    • Mergulhar nas piscinas termais públicas (especialmente Vesturbæjarlaug e Laugardalslaug).
    • Aproveitar a vida noturna nas ruas Laugavegur e Austurstræti.

    Kópavogur

    Segunda maior cidade do país, bem colada a Reykjavik, Kópavogur funciona como extensão da capital para os islandeses. 

    Para o turista, é um ponto estratégico para ficar hospedado (mais barato que o centro) e ainda ter tudo perto.

    O que fazer em Kópavogur:

    • Visitar o Museu de Arte de Kópavogur (Gerðuberg).
    • Caminhar pelas margens da baía de Kópavogur.
    • Aproveitar as piscinas termais locais.
    • Contemplar a aurora boreal, que pode acontecer até no verão.

    Hafnarfjordur

    Hafnarfjordur fica a 10 km ao sul de Reykjavik e tem uma identidade própria, inclusive a fama de ser habitada por elfos e criaturas folclóricas islandesas, com direito a mapa oficial dos pontos onde eles “vivem”. 

    Uma peculiaridade que os moradores levam muito a sério.

    O que fazer em Hafnarfjordur: 

    • Fazer o tour dos elfos pela cidade.
    • Visitar o museu Viking (Fjörukráin), que recria uma aldeia nórdica medieval.
    • Fotografar a aurora boreal no inverno.

    Akureyri

    A capital do norte da Islândia é uma surpresa para quem não espera encontrar uma cidade tão charmosa e organizada fora de Reykjavik. 

    Com jardins floridos, uma igreja modernista no alto de uma escadaria e vida cultural ativa, Akureyri merece ao menos uma noite.

    O que fazer em Akureyri:

    • Subir à Akureyri Kirkja e fotografar a cidade do alto.
    • Visitar o Jardim Botânico de Akureyri, com entrada franca e lindos canteiros no verão.
    • Fazer uma excursão de observação de baleias na baía de Eyjafjörður.
    • Fazer de Akureyri a base para explorar o Lago Mývatn.

    Reykjanes Baer

    Cidade portuária na Península de Reykjanes, famosa por abrigar o aeroporto internacional de Keflavík. 

    Quem passa por lá no início ou fim da viagem pode aproveitar para conhecer mais do que só o terminal.

    O que fazer em Reykjanes Baer:

    • Visitar o Museu do Rock e da Cultura Pop islandesa, com foco em Björk e Sugarcubes.
    • Explorar as formações de lava da península.
    • Conhecer os campos de fumarolas próximos (a região inteira é Patrimônio Mundial da Unesco).

    Roteiro na Islândia: como organizar a viagem

    A dúvida mais comum de quem está planejando a viagem é exatamente essa: quantos dias são suficientes para conhecer a Islândia? 

    A resposta depende do que você quer ver. Mas há boas referências para montar um roteiro equilibrado, seja de 5, 7 ou 10 dias:

    Roteiro de 5 dias na Islândia

    Cinco dias dão para ver os highlights da região sudoeste e da Costa Sul, o circuito mais denso do país em atrações por quilômetro.

    • Dia 1: chegada em Reykjavik; Blue Lagoon no caminho do aeroporto (reserve antes); descanso e jantar na capital.
    • Dia 2: Círculo Dourado completo (Thingvellir, Geysir e Gullfoss); retorno a Reykjavik à noite.
    • Dia 3: Costa Sul, passando por Seljalandsfoss, Skógafoss e Praia de Areia Negra de Reynisfjara, em Vík.
    • Dia 4: manhã na geleira Sólheimajökull (caminhada com guia); tarde em Jökulsárlón, a lagoa glacial com icebergs flutuantes.
    • Dia 5: tour em Reykjavik (Hallgrímskirkja, Harpa, piscinas termais públicas, compras e partida).

    Roteiro de 7 dias na Islândia

    Com mais dois dias, você consegue incluir o norte da ilha e a região de Mývatn, que muda completamente o caráter da viagem:

    • Dias 1-5: igual ao roteiro de 5 dias acima.
    • Dia 6: voo ou deslocamento de carro até Akureyri, com roteiro pela cidade, jardim botânico e Akureyri Kirkja.
    • Dia 7: lago Mývatn, com pseudo-crateras, Mývatn Nature Baths e paisagens vulcânicas; retorno a Reykjavik ou voo de volta.

    Sugestão para 10 dias (Ring Road resumida)

    A Ring Road (Rota 1) é a estrada que circunda toda a ilha. São aproximadamente 1.330 km de percurso completo. 

    Em 10 dias, dá para fazer a volta com calma sem deixar nada importante para trás:

    • Dias 1-2: Reykjavik e arredores (Blue Lagoon, Círculo Dourado).
    • Dias 3-4: Costa Sul (Seljalandsfoss, Skógafoss, Vík, Reynisfjara).
    • Dia 5: Jökulsárlón e Diamond Beach (praia com pedaços de iceberg).
    • Dias 6-7: Leste da Islândia (fiordes, aldeias de pescadores e paisagens remotas).
    • Dias 8-9: Norte da ilha (Akureyri, Lago Mývatn, Godafoss e Húsavík para observação de baleias).
    • Dia 10: retorno a Reykjavik pela rota oeste; Snæfellsnes Peninsula (glaciar e cabo dramático).

    Onde fica a Islândia?

    A Islândia está no Atlântico Norte, entre a Groenlândia e a Noruega, bem próxima ao Círculo Polar Ártico. 

    É a segunda maior ilha da Europa (depois da Grã-Bretanha) e tem formação vulcânica: são mais de 300 vulcões no território, muitos ainda em atividade. 

    Essa geologia é exatamente o que torna a paisagem tão diferente de qualquer outro destino europeu.

    Sua posição isolada no meio do oceano, combinada com a altitude e a latitude, é o que garante noites de aurora boreal no inverno e longos dias de sol no verão.

    Como chegar à Islândia?

    Não existem voos diretos para a Islândia saindo do Brasil, sendo necessário fazer ao menos uma conexão na Europa. As rotas mais comuns passam por Lisboa, Londres, Amsterdam, Frankfurt ou Copenhague

    A partir do continente europeu, companhias como Icelandair e WOW Air (via operadoras parceiras) voam para o Aeroporto Internacional de Keflavík, a 50 km da capital.

    Em 2026, as passagens de ida e volta saindo do Brasil para Reykjavik partem de aproximadamente R$ 3.800 a R$ 6.500, dependendo da antecedência, época e companhia. 

    O Vai de Promo é uma boa ferramenta para monitorar preços e configurar alertas. Assim, você é notificado quando o trecho cai de valor antes de comprar.

    Qual a melhor época para viajar para a Islândia?

    O clima islandês é subpolar oceânico, ou seja, chove e venta com frequência, as temperaturas raramente sobem muito e o tempo pode mudar três vezes em um mesmo dia. 

    Os islandeses têm um ditado que resume bem: “Se não gosta do tempo, espere cinco minutos”.

    Nessas condições climáticas, a roupa certa faz toda a diferença: camadas (base térmica, isolante e impermeável), calçado à prova d’água e um bom corta-vento não são opcionais. 

    Veja um resumo do clima:

    Período Temperatura Características O que esperar
    Inverno (Novembro a março) -5°C a 3°C Frio constante, neve, pouca luz natural Dias curtos, estradas com gelo e maior chance de ver aurora boreal
    Primavera (Abril a maio) 0°C a 10°C Degelo gradual, clima instável Paisagens começando a “descongelar”, menos turistas
    Verão (Junho a agosto) 12°C a 15°C Dias longos (sol da meia-noite), temperaturas mais suaves Melhor época para explorar, mas com vento frequente
    Outono (Setembro a outubro) 2°C a 10°C Retorno do frio e aumento das chuvas Boa combinação entre aurora boreal e acessibilidade

    Não há resposta única: depende do que você quer viver. Veja o que esperar de cada época:

    • Inverno (outubro a março): a melhor época para ver a aurora boreal e as cavernas de gelo nas geleiras. Os dias são curtos (em dezembro, há apenas 4-5 horas de luz), mas as noites são longas e escuras — perfeitas para caçar auroras.
    • Verão (junho a agosto): são quase 24 horas de sol por dia, as estradas interiores e trilhas abrem e a temperatura sobe. Landmannalaugar, a Ring Road completa e as observações de baleias estão no seu melhor nesse período.
    • Setembro: um dos meses mais equilibrados para um roteiro na Islândia. Ainda há luz suficiente para explorar o país, as primeiras auroras boreais começam a aparecer e os preços caem em relação ao pico do verão.
    • Fevereiro: o que fazer na Islândia em fevereiro? É pleno inverno, com boa chance de aurora boreal e possibilidade de cavernas de gelo. Mas prepare-se para dias curtíssimos e condições de estrada desafiadoras fora de Reykjavik.

    O que fazer na Islândia no verão?

    Viajar para a Islândia entre junho e agosto muda completamente a lógica do roteiro. 

    Os dias quase intermináveis ampliam o tempo útil e liberam acessos que ficam fechados no restante do ano, especialmente no interior do país:

    • Percorrer a Ring Road completa: é o melhor momento para dar a volta completa na ilha.
    • Fazer trilhas em Landmannalaugar: as montanhas coloridas e rotas como a Laugavegur só ficam acessíveis no verão.
    • Explorar a Costa Sul no auge: cachoeiras como Seljalandsfoss e Skógafoss estão com volume máximo, e as condições de visitação são muito mais previsíveis.
    • Observação de baleias: saídas a partir de Reykjavik e Húsavík têm alta taxa de avistamento entre abril e outubro, com pico no verão.
    • Aproveitar o Lago Mývatn e o norte da ilha: trilhas, áreas geotérmicas e paisagens vulcânicas ficam mais acessíveis.
    • Caminhadas em geleiras: experiências guiadas em áreas como Vatnajökull e Sólheimajökull continuam disponíveis.
    • Dirigir sem pressa e com flexibilidade: a grande vantagem do verão é poder ajustar o roteiro em tempo real, sem depender tanto de condições climáticas.

    O que fazer na Islândia no inverno?

    Entre outubro e março, a Islândia revela um cenário completamente diferente: dias curtos, neve cobrindo paisagens e uma atmosfera mais dramática. 

    O roteiro fica mais concentrado e exige planejamento maior, mas em troca entrega experiências que não existem no verão:

    • Ver a aurora boreal: principal atração do inverno, visível em noites escuras e céu limpo, especialmente fora de Reykjavik.
    • Explorar cavernas de gelo: formadas dentro de geleiras como Vatnajökull, só podem ser visitadas com segurança no inverno.
    • Fazer o Círculo Dourado com paisagem nevada: Thingvellir, Geysir e Gullfoss ganham um visual completamente diferente sob neve.
    • Mergulhar em águas termais no frio: experiências como a Blue Lagoon ficam ainda mais marcantes com o contraste entre água quente e temperaturas negativas.
    • Esquiar no norte, em Akureyri: a principal estação do país, Hlíðarfjall, oferece boa estrutura para esportes de inverno.
    • Fotografar paisagens com gelo e neve: praias como Reynisfjara e lagoas glaciais ganham um aspecto mais dramático e menos previsível.
    • Aproveitar uma Islândia mais vazia: menos turistas significam preços um pouco mais baixos e experiências menos concorridas.

    Documentação necessária, visto e vacinas

    Para brasileiros, a entrada na Islândia segue as regras do Tratado de Schengen:

    • Passaporte com validade mínima de 6 meses além da data de retorno.
    • Não é necessário visto para estadias de até 90 dias dentro de um período de 180 dias.
    • Seguro viagem obrigatório com cobertura mínima de 30 mil euros.
    • Comprovante de hospedagem e passagem de volta.
    • Comprovante de renda suficiente para custear a estadia.
    • Vacinas: nenhuma é exigida para entrar na Islândia, mas manter o calendário vacinal em dia é sempre recomendável.

    Atenção: embora esteja na Zona Schengen, a Islândia não aderiu à União Europeia. O ETIAS (sistema de autorização eletrônica europeu), previsto para entrar em vigor em 2026, deve ser verificado antes da viagem.

    Qual a moeda usada na Islândia?

    A moeda oficial do país é a coroa islandesa (ISK ou kr). A cotação em relação ao real é de R$ 1 = 24,31 ISK (em abril de 2026). 

    O euro não é aceito de forma generalizada: algumas atrações turísticas aceitam, mas não dá para contar com isso. 

    O lado positivo é que cartão de crédito internacional funciona em praticamente todo lugar, inclusive em postos de gasolina isolados no meio do nada.

    Para economizar nas taxas de câmbio, cartões sem cobrança de IOF e taxa de conversão são os mais indicados. Sacar dinheiro em espécie raramente é necessário.

    Curiosidades sobre a Islândia

    Algumas coisas sobre a Islândia que você provavelmente não sabe e que fazem a viagem ainda mais interessante:

    • A Islândia não tem exército e é considerado um dos países mais seguros do planeta.
    • 85% da energia consumida no país é renovável, graças à rede de usinas geotérmicas e hidrelétricas.
    • O país não tem franquias do McDonald’s desde 2009 — a crise financeira de 2008 encerrou a operação.
    • No solstício de verão, o sol se põe por volta da meia-noite e reaparece antes das 3h da manhã — o famoso sol da meia-noite.
    • A Islândia tem mais de 300 vulcões, e erupções são parte do cotidiano geológico do país.
    • Elfos e seres folclóricos são levados tão a sério que obras públicas já foram desviadas para não destruir pedras onde supostamente habitam.
    • Os islandeses usam um sistema de nomes único: o sobrenome é o nome do pai + sufixo “son” (filho) ou “dóttir” (filha). Guias telefônicas são organizadas por primeiro nome.
    • O handebol é o esporte nacional, mas a seleção de futebol ficou famosa mundialmente ao eliminar a Inglaterra na Euro 2016.

    Culinária da Islândia: principais pratos típicos

    A gastronomia islandesa tem raízes na necessidade histórica de aproveitar tudo que o mar e o campo ofereciam, e isso resultou em uma culinária que vai do delicioso ao completamente surpreendente. 

    Veja o que você vai encontrar nos menus islandeses:

    • Peixes e frutos do mar como base da alimentação: bacalhau, salmão, truta e arenque aparecem em diferentes versões — grelhados, defumados, curados ou em sopas. A qualidade é alta e, mesmo em restaurantes simples, o preparo costuma ser preciso.
    • Skyr: o “iogurte” islandês: espesso, com alto teor de proteína e baixo teor de gordura, é consumido no café da manhã, como sobremesa ou lanche rápido. Fácil de encontrar em mercados e cafeterias.
    • Pylsur (o cachorro-quente local): feito com mistura de cordeiro, carne bovina e porco, leva toppings como cebola crocante, mostarda doce e molho remoulade. O ponto mais famoso para provar é o Bæjarins Beztu Pylsur, em Reykjavik, com preços acessíveis para o padrão do país.
    • Cordeiro islandês: criado solto e alimentado naturalmente, tem sabor marcante e aparece em ensopados, assados e pratos mais elaborados.
    • Þorramatur (tradição do inverno): é uma experiência cultural autêntica, mas com sabores e texturas que fogem bastante do padrão turístico. Servido durante o festival Þorri (entre janeiro e fevereiro), reúne preparos históricos como:
      • Hákarl (tubarão fermentado);
      • Svið (cabeça de ovelha cozida);
      • Conservas e carnes curadas diversas.

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      Islândia é um país caro para viajar? Quanto custa 5 dias na Islândia?

      Sim, a Islândia é cara, e faz sentido ser honesto sobre isso desde o início. Mas caro não significa inacessível, especialmente com planejamento.

      Para 5 dias na Islândia, um viajante econômico (hostel, supermercado, carro alugado dividido) pode girar em torno de R$ 7.000 a R$ 10.000 excluindo a passagem. 

      Com hospedagem em hotel e refeições fora, sobe facilmente para R$ 14.000 a R$ 20.000.

      A passagem aérea é o maior custo isolado, e comprar com antecedência faz diferença significativa. Para ter uma referência, em 2026:

      Item Faixa de preço estimada
      Diária em hostel/guesthouse simples R$ 350 – R$ 600 por pessoa
      Diária em hotel 3–4 estrelas R$ 700 – R$ 1.500 (casal)
      Almoço simples em restaurante R$ 100 – R$ 180 por pessoa
      Aluguel de carro (econômico) A partir de R$ 500/dia
      Ingresso Blue Lagoon (Comfort) ~ R$ 380 – R$ 420
      Passagem aérea (ida e volta, Brasil) R$ 3.800 – R$ 6.500
      Seguro viagem (7 dias, Europa) A partir de R$ 12/dia

      Cotação de seguro viagem para a Islândia!

      Agora que você já sabe o que fazer na Islândia, qual a melhor época para ir e como montar um roteiro de viagem pela Islândia do zero, falta apenas uma coisa para fechar o planejamento: o seguro viagem.

      Lembre-se que ele é obrigatório para entrar no país e que, numa viagem com trilhas, geleiras e banhos geotérmicos, ter uma cobertura robusta para emergências médicas e esportes não é exagero, é bom senso.

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      Perguntas frequentes sobre a Islândia

      Está planejando uma viagem para a Islândia? Confira a seção a seguir para tirar todas as suas dúvidas:

      Qual é a melhor época para ver a aurora boreal na Islândia?

      De setembro a março, quando as noites são escuras o suficiente para o fenômeno ser visível. O período de ouro é entre outubro e fevereiro. 

      Quantos dias são suficientes para conhecer a Islândia?

      Cinco dias permitem ver os destaques do sudoeste. Sete dias incluem o norte da ilha. Dez dias possibilitam a Ring Road quase completa. Se o objetivo é ver a aurora boreal e alguns pontos turísticos da Islândia, 5 dias já cumprem bem o papel.

      É caro viajar para a Islândia?

      Sim, é um dos destinos mais caros do mundo. Mas dá para reduzir custos: alugue carro (ou campervan) com mais pessoas, compre comida no supermercado Bónus, hospede-se em guesthouses e evite os restaurantes turísticos no centro de Reykjavik.

      Preciso de seguro viagem para a Islândia?

      Sim, é obrigatório. Sem seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros, você pode ser barrado na entrada. Além disso, dada a quantidade de atividades de aventura disponíveis no país, ter cobertura para emergências médicas e esportes é essencial.

      É possível conhecer a Islândia sem alugar carro?

      Dentro de Reykjavik, sim, mas para os principais pontos turísticos da Islândia (Costa Sul, Mývatn, Ring Road), sem carro você depende de excursões organizadas, que são viáveis, mas limitam muito a flexibilidade.


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